Edital do Concurso Prefeitura de Cajamar - SP 2007

Esfera: Municipal

Visualizaçao do Edital do Concurso

DIRETORIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE CAJAMAR
CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS
EDITAL 04/2006
O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJAMAR, considerando a autorização do
Exmo. Prefeito Municipal, exarada no Processo nº 7569 /2006, TORNA PÚBLICA a abertura de inscrições para o Concurso
Público da Diretoria Municipal de Educação, para provimento de cargos de Professor de Educação Básica I (Professor
do Ensino Fundamental, Professor de Educação Infantil e Professor de Desenvolvimento Infantil) e Professor de
Educação Básica II (Professor de Artes e Professor de Educação Física).
1 - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1 - O Concurso Público será regido por este Edital e executado pela FUNDAÇÃO CESGRANRIO.
1.2 - As inscrições deverão ser realizadas pela internet, no período de 05 a 14/01/2007, de acordo com o Anexo II.
1.3 - O candidato poderá inscrever-se somente em um dos concursos, haja vista que as provas poderão ser realizadas no
mesmo dia e horário, para os cargos de Professor de Educação Básica I e Professor de Educação Básica II.
2 - DOS CARGOS, JORNADAS DE TRABALHO, SALÁRIO INICIAL, VAGAS, TAXAS DE INSCRIÇÃO, FORMAÇÃO
EXIGIDA, CAMPO DE ATUAÇÃO E FUNÇÕES
2.1 - PEB I - PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL
JORNADA DE TRABALHO: 30 horas semanais: 25h com alunos e 05 horas de Trabalho Pedagógico.
SALÁRIO INICIAL: R$ 1.283,40
VAGAS: 50 vagas.
TAXA DE INSCRIÇÃO: R$ 34,00
FORMAÇÃO EXIGIDA: Nível Superior com Licenciatura Plena em Pedagogia com habilitação para o Magistério das séries
iniciais do Ensino Fundamental ou Curso Normal Superior com habilitação para o Magistério das séries iniciais do Ensino
Fundamental.
CAMPO DE ATUAÇÃO: Ministrar aulas nas quatro séries iniciais do Ensino Fundamental.
FUNÇÕES: 1 - participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; 2 - elaborar e cumprir
plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino e as diretrizes da educação no
município; 3 - zelar pela aprendizagem dos alunos; 4 - estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor
rendimento; 5 - ministrar os dias letivos e horas - aula estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos
dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional; 6 - participar das horas de Trabalho
Pedagógico, para integrar-se qualitativamente no coletivo da escola com vistas ao crescente aperfeiçoamento do seu
projeto político-pedagógico e 7 - colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade,
(Artigo 13 da LDB) além de outras tarefas inerentes ao cargo.
2.2 - PEB I - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL
JORNADA DE TRABALHO: 25 horas semanais: 20 h com alunos e 05 h de Trabalho Pedagógico.
SALÁRIO INICIAL: R$ 1.027,30
VAGAS: 40 vagas .
TAXA DE INSCRIÇÃO: R$ 30,00
FORMAÇÃO EXIGIDA: Nível Superior com Licenciatura Plena em Pedagogia com habilitação para o Magistério da
Educação Infantil ou das séries iniciais do Ensino Fundamental ou Curso Normal Superior com habilitação para o
Magistério da Educação Infantil ou das séries iniciais do Ensino Fundamental.
CAMPO DE ATUAÇÃO: Ministrar aulas Classes de Educação Infantil de período parcial (4 a 6 anos).
FUNÇÕES: 1 - participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; 2 - planejar, coordenar,
executar e avaliar as atividades educativas, possibilitando o desenvolvimento integral da criança, em complemento à ação
da família e da comunidade; 3 - orientar-se pelas diretrizes da educação infantil no município; 4 - ministrar os dias letivos e
horas-aula estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao
desenvolvimento profissional; 5 - colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.
(Artigo 13 da LDB) além de outras tarefas inerentes ao cargo; 6 - participar das horas de Trabalho Pedagógico, para
integrar-se qualitativamente no coletivo da escola com vistas ao crescente aperfeiçoamento do seu projeto político-
pedagógico.
2.3 - PDI - PROFESSOR DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL
JORNADA DE TRABALHO: 30 horas semanais com alunos.
SALÁRIO INICIAL: R$ 1.027,30
VAGAS: 45 vagas.
TAXA DE INSCRIÇÃO: R$ 30,00
FORMAÇÃO EXIGIDA: Nível Superior com Licenciatura Plena em Pedagogia com habilitação para o Magistério da
Educação Infantil ou das séries iniciais do Ensino Fundamental ou Curso Normal Superior com habilitação para o
Magistério da Educação Infantil ou das séries iniciais do Ensino Fundamental.
CAMPO DE ATUAÇÃO: Classes de Educação infantil de período integral (Creches) (0 a 3 anos).
FUNÇÕES: 1 - participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; 2 - planejar, coordenar,
executar e avaliar as atividades educativas, possibilitando o desenvolvimento integral da criança, em complemento à ação
da família e da comunidade; 3 - orientar-se pelas diretrizes da educação infantil no município; 4 - dialogar com os pais ou
responsáveis sobre as propostas de trabalho, o desenvolvimento e a avaliação das atividades; 5 - participar das horas de
Trabalho Pedagógico, para integrar-se qualitativamente no coletivo da escola com vistas ao crescente aperfeiçoamento do
seu projeto político-pedagógico; 6 - observar as crianças durante o desenvolvimento das atividades, procedendo ao
registro, por meio de relatórios que constituam uma avaliação contínua dentro do processo educativo, além de outras
tarefas inerentes ao cargo.
2.4 - PEB II - ENSINO FUNDAMENTAL - PROFESSOR DE ARTES
JORNADA DE TRABALHO: 30 horas semanais: 25 h com alunos e 05 h de Trabalho Pedagógico.
SALÁRIO INICIAL: R$ 1.283,40
VAGAS: 20 vagas.
TAXA DE INSCRIÇÃO: R$ 34,00
FORMAÇÃO EXIGIDA: Nível Superior com licenciatura Plena em Educação Artística, no âmbito das linguagens da Arte.
CAMPO DE ATUAÇÃO: Desenvolver projetos e oficinas nas quatro séries iniciais do Ensino Fundamental.
FUNÇÕES: 1 - participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; 2 - elaborar e cumprir
plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino e as diretrizes da educação no
município; 3 - zelar pela aprendizagem e inclusão dos alunos; 4 - estabelecer estratégias de recuperação para os alunos
de menor rendimento e menor participação; 5 - ministrar as horas-aula estabelecidas, além de participar integralmente dos
períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional; 6 - participar das horas de Trabalho
Pedagógico, para integrar-se qualitativamente no coletivo da escola com vistas ao crescente aperfeiçoamento do projeto
político-pedagógico da Unidade Escolar; 7 - integrar os projetos, oficinas e atividades específicas das áreas de Artes ao
conjunto de atividades de cada classe e da escola; 8 - colaborar com as atividades de articulação da escola com as
famílias e a comunidade (Artigo 13 da LDB), além de outras tarefas inerentes ao cargo.
2.5 - PEB II - ENSINO FUNDAMENTAL – EDUCAÇÃO FÍSICA
JORNADA DE TRABALHO: 30 horas semanais: 25 h com alunos e 05 h de Trabalho Pedagógico.
SALÁRIO INICIAL: R$ 1.283,40
VAGAS: 20 vagas
TAXA DE INSCRIÇÃO: R$ 34,00
FORMAÇÃO EXIGIDA: Nível Superior com Licenciatura Plena em Educação Física.
CAMPO DE ATUAÇÃO: Desenvolver projetos e atividades de educação esportiva nas quatro séries iniciais do Ensino
Fundamental.
FUNÇÕES: 1 - participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; 2 - elaborar e cumprir
plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino e as diretrizes da educação no
município; 3 - zelar pela aprendizagem e inclusão dos alunos; 4 - estabelecer estratégias de recuperação para os alunos
de menor rendimento e menor participação; 5 - ministrar as horas-aula estabelecidas, além de participar integralmente dos
períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional; 6 - participar das horas de Trabalho
Pedagógico, para integrar-se qualitativamente no coletivo da escola com vistas ao crescente aperfeiçoamento do projeto
político-pedagógico da Unidade Escolar; 7 - colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a
comunidade (Artigo 13 da LDB), além de outras tarefas inerentes ao cargo.
3 - DAS VAGAS DESTINADAS ÀS PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADES ESPECIAIS
3.1 - Do total de vagas previstos neste edital, os quantitativos a seguir mencionados serão reservados às pessoas
portadoras de necessidades especiais conforme Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, publicado no Diário Oficial
da União, de 21 de dezembro de 1999, alterado pelo Decreto 5.296 de 02 de dezembro de 2004 e em conformidade com
art. 2º do Decreto nº 3.329 de 24 de abril de 2006 da Prefeitura do Município de Cajamar.
3.1.1 - As vagas serão distribuídas pelos seguintes cargos: PEB I - PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL: 3
vagas; PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL: 2 vagas; PROFESSOR DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL : 3
vagas; PEB II - PROFESSOR DE ARTES : 1 vaga e PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA: 1 vaga.
3.2 - Para concorrer a uma destas vagas, o candidato deverá, no ato da inscrição, declarar-se portador de necessidades
especiais e enviar laudo médico atestando a espécie e o grau ou nível da deficiência, com expressa referência ao
código correspondente da Classificação Internacional de Doenças - CID, bem como a provável causa da deficiência
ou Certificado de Homologação de Readaptação ou Habilitação Profissional emitido pelo INSS, até 14/01/2007 para o ao
Departamento de Concursos da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (mencionando Concurso Público para a Diretoria Municipal
de Educação de Cajamar), situado à Rua Santa Alexandrina, 1011, Rio Comprido, Rio de Janeiro, RJ, CEP 20261-235. Os
documentos podem ser enviados via CORREIOS ou via fax (0xx21 - 25021000 ou 25028010).
3.3 - No ato da inscrição, o candidato portador de necessidades especiais que necessite de tratamento diferenciado no dia
das provas deverá requerê-lo indicando as condições diferenciadas de que necessita para a realização das provas (ledor,
prova ampliada, auxílio para transcrição, sala de mais fácil acesso ou tempo adicional).
3.3.1 - O candidato portador de necessidades especiais que necessite de tratamento diferenciado para a realização das
provas deverá requerê-lo e enviar justificativa acompanhada de parecer emitido por especialista da área de sua deficiência,
até 14/01/2007 para o ao Departamento de Concursos da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (mencionando Concurso Público
para a Diretoria Municipal de Educação de Cajamar), situado à Rua Santa Alexandrina, 1011, Rio Comprido, Rio de
Janeiro, RJ, CEP 20261-235. Os documentos podem ser enviados via CORREIOS ou via fax (0xx21 - 25021000 ou
25028010).
3.4 - Os candidatos que se declararem portadores de necessidades especiais participarão do Concurso Público em
igualdade de condições com os demais candidatos no que concerne ao conteúdo das provas, à avaliação e aos critérios de
aprovação, ao horário e ao local de aplicação das provas e às notas mínimas exigidas para todos os demais candidatos.
3.5 - O candidato que se inscrever como portador de necessidades especiais e obtiver classificação dentro das vagas
especificamente destinadas a este fim figurará em lista específica e também na listagem de classificação geral dos
candidatos ao cargo de sua opção, onde constará a indicação de que se trata de candidato portador de necessidades
especiais.
3.6 - As vagas definidas no subitem 3.1.1 que não forem providas por falta de candidatos portadores de necessidades
especiais classificados serão preenchidas pelos demais candidatos, observada a ordem geral de classificação por cargo.
4 - DOS REQUISITOS BÁSICOS EXIGIDOS PARA ADMISSÃO
4.1 - Ter nacionalidade brasileira ou portuguesa e, em caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de
igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento de gozo de direitos políticos, nos termos do parágrafo 1.º,
artigo 12, da Constituição Federal e do Decreto n.º 70.436/72.
4.2 - Estar em dia com as obrigações eleitorais.
4.3 - Ter certificado de reservista ou de dispensa de incorporação, em caso de candidato brasileiro do sexo masculino.
4.4 - Ter idade mínima de dezoito anos completos, na data de admissão.
4.5 - Cumprir as determinações deste edital.
5 - DO RECOLHIMENTO DA TAXA E DOS PROCEDIMENTOS PARA A INSCRIÇÃO
5.1 - Antes de efetuar a inscrição, o candidato deverá certificar-se de que possui os requisitos exigidos para o Cargo,
contidos neste Edital.
5.2 - As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente pela internet.
5.2.1 - Para inscrição, o candidato deverá adotar os seguintes procedimentos:
a) estar ciente de todas as informações sobre este Concurso Público. Essas informações estão disponíveis na página da
FUNDAÇÃO CESGRANRIO (
www.cesgranrio.org.br
) para download; b) cadastrar-se, no período entre 0 (ZERO) hora do
dia 05/01/2007 e 23h e 59 min do dia 14/01/2007, observado o horário oficial de Brasília/DF, por meio do formulário
específico disponível na página citada; c) imprimir o boleto bancário e efetuar o pagamento da taxa de inscrição em
qualquer banco até a data de vencimento constante no mesmo. O pagamento após a data de vencimento implicará o
cancelamento da inscrição. O banco confirmará o seu pagamento junto à FUNDAÇÃO CESGRANRIO; e d) verificar a
Confirmação de Inscrição, a partir de 25/01/2007, na página da FUNDAÇÃO CESGRANRIO e imprimi-la.
ATENÇÃO: a inscrição via INTERNET só será válida após a confirmação do pagamento feito por meio do boleto bancário
até a data do vencimento.
5.2.2 - A FUNDÃO CESGRANRIO não se responsabiliza por solicitações de inscrição via Internet NÃO RECEBIDAS
por quaisquer motivos de ordem técnica ou por procedimento indevido dos usuários.
5.2.3 - O candidato inscrito não deverá enviar cópia do documento de identidade, sendo de sua exclusiva responsabilidade
a informação dos dados cadastrais no ato de inscrição, sob as penas da Lei.
5.3 - Os candidatos deverão efetuar apenas uma inscrição, considerando que as provas objetivas para os cargos citados
no item 2 poderão ser realizadas no mesmo dia e horário.
5.3.1 - Havendo mais de uma inscrição, prevalecerá a de data mais recente. Caso haja coincidência de datas, a inscrição
será desconsiderada.
5.4 - Os candidatos que prestarem qualquer declaração falsa ou inexata ao se inscrever ou caso não possam satisfazer a
todas as condições enumeradas neste Edital terão sua inscrição cancelada e serão anulados todos os atos dela
decorrentes, mesmo que classificados nas provas, exames e avaliações.
5.5 - A não-integralização dos procedimentos de inscrição incluindo o pagamento da taxa implica a insubsistência da
inscrição, tornando-a inválida.
6 - DA CONFIRMAÇÃO DE INSCRIÇÃO
6.1 - A confirmação de inscrição deverá ser consultada na página da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br).
O candidato poderá obter cópia impressa de seu CARTÃO DE CONFIRMAÇÃO DE INSCRIÇÃO na página da
FUNDAÇÃO CESGRANRIO (
www.cesgranrio.org.br). O CARTÃO DE CONFIRMAÇÃO DE INSCRIÇÃO não será
enviado pelos Correios.
6.2 - É obrigação do candidato conferir, no CARTÃO DE CONFIRMAÇÃO DE INSCRIÇÃO, os seguintes dados: nome;
número do documento de identidade, sigla do Órgão expedidor e Estado emitente; CPF; data de nascimento; sexo e cargo em que
se inscreveu.
6.3 - Caso haja inexatidão na informação relativa ao cargo de sua opção o candidato deverá entrar em contato com a
FUNDAÇÃO CESGRANRIO, das 09 às 17 horas, horário de Brasília, a partir do dia 26/01/2007, pelo telefone 0800 701
2028.
6.4 - Os eventuais erros de digitação no nome, número/órgão expedidor ou Estado emitente do documento de identidade,
CPF, data de nascimento, sexo, etc. deverão ser corrigidos somente no dia das respectivas provas.
6.5 - Caso a CONFIRMAÇÃO DE INSCRIÇÃO não esteja disponível em 25/01/2007, o candidato deverá entrar em contato
com a FUNDAÇÃO CESGRANRIO, das 09 às 17 horas, horário de Brasília, a partir do dia 26/01/2007, pelo telefone 0800
701 2028.
6.6 - O candidato não poderá alegar desconhecimento dos locais de realização das provas como justificativa de sua
ausência. O não-comparecimento às provas ou aos exames, qualquer que seja o motivo, será considerado como
desistência do candidato e resultará em sua eliminação do Concurso Público.
7 - DA ESTRUTURA DO CONCURSO PÚBLICO
7.1. PEB I - PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL, PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL E PDI -
PROFESSOR DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL
7.1.1 - 1ª ETAPA - constituída de provas objetivas (50 questões de múltipla escolha), de caráter eliminatório e
classificatório, de Conhecimentos Específicos, sendo 10 com valor de 1,0 ponto; 10 com valor de 1,5 ponto; 10 com valor
de 2,0 pontos, 10 com valor de 2,5 pontos e 10 com valor de 3,0 pontos, totalizando 100,0 pontos. Cada questão
apresentará cinco alternativas (A; B; C; D e E) e uma única resposta correta.
7.1.2 - Após a 1ª Etapa, os candidatos serão classificados a partir do total de pontos obtidos, sendo eliminado do
Concurso Público o candidato que obtiver aproveitamento inferior a 50% (cinqüenta por cento) do total de pontos da prova
objetiva. Havendo empate na totalização, prevalecerá, sucessivamente, o maior número de acertos nas questões de maior
valor. Persistindo o empate, terá preferência o candidato com mais idade.
7.1.3 - Será considerado habilitado à 2ª Etapa o candidato que não for eliminado na 1ª Etapa, de acordo com os critérios
detalhados no subitem 7.1.2.
7.2 - PEB II - ENSINO FUNDAMENTAL - PROFESSOR DE ARTES e PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA
7.2.1 - 1ª ETAPA - constituída de provas objetivas (50 questões de múltipla escolha), de caráter eliminatório e
classificatório, sendo 20 questões de Conhecimentos Pedagógicos e Legislação, sendo 10 com valor de 1,5 ponto e 10
com valor de 2,5 pontos, subtotalizando 40,0 pontos; e 30 questões de Conhecimentos Específicos da Área, sendo 10
com valor de 1,5 ponto; 10 com valor de 2,0 pontos e 10 com valor de 2,5 pontos, subtotalizando 60,0 pontos. Cada
questão apresentará cinco alternativas (A; B; C; D e E) e uma única resposta correta.
7.2.2 - Após a 1ª Etapa, os candidatos serão classificados a partir do total de pontos obtidos, sendo eliminado do
Concurso Público o candidato que obtiver aproveitamento inferior a 50% (cinqüenta por cento) do total de pontos da prova
objetiva. Havendo empate na totalização, prevalecerá o maior número de pontos na prova de Conhecimentos Específicos.
Mantido o empate, prevalecerá o maior número de acertos nas questões de maior valor, sucessivamente, nas provas de
Conhecimentos Específicos e de Conhecimentos Pedagógicos e Legislação. Persistindo o empate, terá preferência o
candidato com mais idade.
7.2.3 - Será considerado habilitado à 2ª Etapa o candidato que não for eliminado na 1ª Etapa, de acordo com os critérios
detalhados no subitem 7.2.2.
7.3 - PEB I - PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL, PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL, PDI - PROFESSOR
DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL e PEB II - ENSINO FUNDAMENTAL - PROFESSOR DE ARTES e PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO FÍSICA.
7.3.1 - 2ª ETAPA - Avaliação de Títulos - de caráter unicamente classificatório, valendo até 10 (dez) pontos.
7.3.2 - Somente valerão como títulos os mencionados na tabela seguinte.
TÍTULO VALOR DO TÍTULO
NÚMERO MÁXIMO DE
DOCUMENTOS
Pós-graduação stricto sensu, em nível de doutorado, na
Área da Disciplina de Educação.
6,00 01
Pós-graduação stricto sensu, em nível de mestrado, na Área
da Disciplina de Educação.
4,00 01
7.3.3 - Os documentos comprobatórios para a Avaliação de Títulos deverão ser entregues no dia 03/02/2007, na EMEF
Professor Antonio Carlos Carvalho, situada à Rua Rubens Barbosa, nº 250, Jordanésia - Cajamar, das 09:00 às 20 hs.
7.3.4 - Receberá pontuação ZERO o candidato que não entregar os títulos na forma, no prazo e no o local estipulado no
subitem 7.3.3.
7.3.5 - Não serão consideradas, para efeito de pontuação, as cópias não autenticadas em cartório.
7.3.6 - Para comprovação de conclusão de curso, deve ser apresentado o diploma (para doutorado e/ou mestrado) e
devidamente registrados, na forma da Resolução CNE/CES n.º 1, de 3 de abril de 2001.
7.3.7 - Os diplomas e/ou certificados expedidos em língua estrangeira somente serão considerados quando traduzidos
para a Língua Portuguesa por tradutor juramentado e reconhecidos e registrados por instituição de Ensino Superior no
Brasil.
7.3.8 - Para cada tipo de título, será pontuado apenas um dos relacionados do quadro constante do subitem 7.3.2 deste
Edital.
7.3.9 -Os pontos que excederem o valor para cada título no quadro subitem 7.3.2, serão desconsiderados.
7.3.10 - O número total de pontos do candidato será o resultado da soma dos pontos obtidos nas duas Etapas do
Concurso Público. Em caso de igualdade do número total de pontos, prevalecerá a melhor classificação na 1ª Etapa. Se,
ainda assim, permanecer o empate, terá preferência o candidato com mais idade.
7.3.11 - Os candidatos habilitados serão listados em ordem de classificação, considerando-se ocupantes das vagas o
contingente dos mais bem colocados segundo o quantitativo estabelecido no item 2.
8 - DAS NORMAS E DOS PROCEDIMENTOS COMUNS RELATIVOS À CONTINUIDADE DO CONCURSO PÚBLICO
8.1 - As provas, terão duração de 3 (três) horas para todos os cargos.
8.2 - As provas serão realizadas, obrigatoriamente, nos locais previstos nos CARTÕES DE CONFIRMAÇÃO DE INSCRIÇÃO ou
nas listas de locais de realização das provas disponíveis na página da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br).
8.3 - Somente será admitido à sala de provas o candidato que estiver munido de Cédula Oficial de Identidade ou de
Carteira expedida por Órgãos ou Conselhos de Classe ou de Carteira de Trabalho e Previdência Social ou de Certificado
de Reservista ou de Passaporte (documentação que, necessariamente, deverá conter fotografia do candidato). Como o
documento não ficará retido, será exigida a apresentação do original, não sendo aceitas cópias, ainda que autenticadas.
8.4 - Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar, no dia de realização das provas, documento de identidade
original, por motivo de perda, roubo ou furto, deverá ser apresentado documento que ateste o registro da ocorrência em
órgão policial, expedido há, no máximo noventa dias, ocasião em que será submetido à identificação especial,
compreendendo coleta de dados, de assinatura e de impressão digital em formulário próprio.
8.4.1 - A identificação especial será exigida, também, do candidato cujo documento de identificação apresente dúvidas
relativas à fisionomia ou à assinatura do portador.
8.5 - O candidato deverá chegar ao local das provas ou dos exames com uma hora de antecedência do início das
mesmas, com o documento de identidade original com o qual se inscreveu.
8.6 - Não será admitido na sala de provas o candidato que se apresentar após o horário estabelecido para o início dos
mesmos.
8.7 - Não haverá segunda chamada seja qual for o motivo alegado para justificar o atraso ou a ausência do candidato.
8.8 - O candidato só poderá ausentar-se do recinto das provas após uma hora contada a partir do efetivo início das
mesmas. Por motivos de segurança, o candidato não poderá levar o Caderno de Questões em qualquer momento.
8.8.1 - As questões das provas estarão à disposição dos candidatos, no segundo dia útil seguinte ao de realização das
mesmas, na página da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (
www.cesgranrio.org.br) por um período mínimo de três meses após a
divulgação dos resultados finais do Concurso Público.
8.9 - Ao final das provas, os 3 (três) últimos candidatos na sala só serão liberados quando todos as tiverem concluído ou
as mesmas tenham se encerrado. Não haverá, por qualquer motivo, prorrogação do tempo previsto para a aplicação das
provas em virtude de afastamento do candidato da sala de provas.
8.10 - O candidato deverá assinalar suas respostas na folha própria (Cartão-Resposta) e assinar, no espaço devido, a
caneta esferográfica preferencialmente de tinta na cor preta.
8.11 - Não serão computadas questões não assinaladas e questões que contenham mais de uma resposta, emendas ou
rasuras, ainda que legíveis.
8.12 - Os gabaritos das provas objetivas serão distribuídos à Imprensa, no segundo dia útil seguinte ao de realização das
provas, estando disponíveis, também, na página da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br).
8.13 - O candidato será sumariamente eliminado do Concurso Público se: lançar mão de meios ilícitos para realização das
provas; perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos, incorrendo em comportamento indevido ou descortês com
qualquer dos aplicadores, seus auxiliares ou autoridades; atrasar-se ou não comparecer a qualquer das provas; afastar-se
do local das provas sem o acompanhamento do fiscal, antes de ter concluído as mesmas; deixar de assinar a Lista de
Presença e/ou os respectivos Cartões-Resposta; ausentar-se da sala portando o Cartão-Resposta e/ou o Caderno de
Questões; descumprir as instruções contidas nas capas das provas; for surpreendido, durante as provas, em qualquer tipo
de comunicação com outro candidato ou utilizando máquinas de calcular ou similares, livros, códigos, manuais, impressos
ou anotações, ou, após as provas, for constatado por meio eletrônico, estatístico, visual ou grafológico, ter utilizado
processos ilícitos na realização das mesmas.
8.14 - São vedados o porte e/ou o uso de armas, de aparelhos sonoros, fonográficos, de comunicação ou de
registro, eletrônicos ou não, tais como: agendas, calculadoras, relógios não convencionais, telefones celulares,
"pagers", microcomputadores portáteis ou similares.
8.15 - Os resultados das provas objetivas e da avaliação de títulos serão distribuídos à Imprensa para divulgação e
estarão disponíveis na página da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br).
8.16 - Não serão concedidas recontagens de pontos, vistas de provas, exames, avaliações ou pareceres qualquer que seja
a alegação do candidato.
8.17 - No dia de realização das provas, não serão fornecidas, por qualquer membro da equipe de aplicação das mesmas
e/ou pelos representantes da DIRETORIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ou da FUNDAÇÃO CESGRANRIO, informações
referentes ao conteúdo das provas.
9 - DOS RECURSOS E REVISÕES
9.1 - Recursos aos conteúdos das questões objetivas e/ou aos gabaritos divulgados - admitir-se-á um único recurso,
para cada candidato, desde que devidamente fundamentado e apresentado no prazo máximo de 2 (dois) dias úteis
contados após a divulgação dos gabaritos e encaminhado à FUNDAÇÃO CESGRANRIO (
www.cesgranrio.org.br)
conforme orientação constante no referido endereço.
9.1.1 - O recurso deverá ser dirigido ao Presidente da Banca Examinadora e poderá ser entregue, também, no dia das
provas à Coordenação nos locais de realização das mesmas.
9.1.2 - As decisões dos recursos serão dadas a conhecer, coletivamente, e apenas as relativas aos pedidos que forem
deferidos e quando da divulgação dos resultados das provas em 28/02/2007.
9.1.3 - O(s) ponto(s) relativo(s) à(s) questão(ões) eventualmente anulada(s) será(ão) atribuído(s) a todos os candidatos
que realizaram as provas.
9.1.4 - A Banca Examinadora da entidade promotora do presente Concurso Público constitui última instância para recurso,
sendo soberana em suas decisões, razão porque não caberão recursos adicionais
.
9.2 - Revisão dos pontos obtidos na avaliação de títulos - os candidatos poderão solicitar revisão, dirigida à Banca
Examinadora, nos dias 15 ou 16/02/2007. A pontuação do candidato poderá ser mantida, aumentada ou diminuída.
9.2.1 - Será cobrada, pelo pedido de revisão, uma taxa de expediente correspondente a R$ 30,00 (trinta reais), a qual
deverá ser depositada em favor da FUNDAÇÃO CESGRANRIO, em qualquer Agência do BANCO DO BRASIL, para
crédito na conta 1205-X, Agência Jardim Laranjeiras, código 3100-3.
9.2.2 - Caso a pontuação original seja aumentada, a taxa de expediente será devolvida em 17/03/2007.
9.2.3 - O pedido de revisão deverá ser enviado à FUNDAÇÃO CESGRANRIO, conforme orientação constante no
endereço eletrônico www.cesgranrio.org.br. Deverão ser encaminhadas, também, as seguintes informações do candidato:
nome e endereço completos, telefone para contato, CPF, identidade e os dados bancários (Banco, Agência e conta
corrente) para eventual devolução da taxa de expediente. O comprovante original do depósito da taxa de expediente
deverá ser postado, via SEDEX, até 16/02/2007, para o Departamento de Concursos da FUNDAÇÃO CESGRANRIO
(mencionando Concurso Público da Secretaria Municipal de Educação), para o endereço Rua Santa Alexandrina, 1011 -
Rio Comprido - Rio de Janeiro - RJ - CEP 20.261-235.
9.2.4 - Não será permitido anexar qualquer documento ao eventual pedido de revisão dos pontos obtidos na avaliação de
títulos.
9.2.5 - As decisões dos pedidos de revisão da pontuação da avaliação de títulos, serão dadas a conhecer coletivamente, e
apenas as relativas aos pedidos que forem deferidos, quando da divulgação dos resultados da segunda etapa, em
28/02/2006.
10 - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
10.1 - A inscrição do candidato implicará a aceitação das normas para o Concurso Público contidas nos comunicados,
neste Edital e em outros a serem eventualmente divulgados.
10.2 - Caberá ao candidato selecionado para admissão em localidade diversa de seu domicílio arcar com o ônus de sua mudança.
10.3 - Os candidatos poderão obter as informações a respeito do Concurso Público, incluindo os resultados, através do
endereço eletrônico da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br), sendo de inteira responsabilidade dos
mesmos acompanhar todas as divulgações feitas por este meio e também através de atos e editais publicados no Diário
Oficial do Estado de São Paulo
10.4 - Não será fornecido qualquer documento comprobatório de aprovação/classificação no Concurso Público, valendo
para este fim o Edital de Homologação publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo.
10.5 - É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar a divulgação de todos os atos, editais e comunicados
referentes a este Concurso Público que forem publicados no Diário Oficial do Estado de São Paulo e informados na
Internet, no endereço eletrônico da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (
www.cesgranrio.org.br).
10.6 - O resultado do Concurso Público será publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo e informado no endereço
eletrônico da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br).
10.7 - Os casos omissos serão resolvidos pela FUNDAÇÃO CESGRANRIO em conjunto com a DIRETORIA MUNICIPAL
DE EDUCAÇÃO
.
Roberto Vanderlei dos Santos
Diretor de Administração
ANEXO I
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES, TEMÁRIO E BIBLIOGRAFIA.
PEB I - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA - Ciclo I - ENSINO FUNDAMENTAL
I - Competências e Habilidades: 1 - compreender as questões envolvidas na organização dos processos de planejamento,
ensino, aprendizagem e avaliação; 2 - conhecer as relações entre desenvolvimento e aprendizagem, em diferentes
momentos da infância e da adolescência; 3 - saber utilizar diferentes textos que circulam socialmente como base para o
trabalho com alfabetização, leitura e escrita; 4 - relacionar as bases científicas do processo de aquisição da leitura e da
escrita com uma abordagem metodológica adequada; 5 - desenvolver atividades com diferentes gêneros de textos e em
diversas situações de interlocução que justifiquem a presença de variantes lingüísticas; 6 - criar estratégias que auxiliem o
aprendiz a avançar em relação ao modo como concebe a leitura e a escrita; 7 - relacionar a resolução de problemas à
construção do conhecimento matemático e propor atividades adequadas aos objetivos pretendidos; 8 - relacionar entre si
conceitos matemáticos de número, medida, espaço e forma; 9 - propor e resolver situações-problema, envolvendo
conceitos de números e operações, medidas e espaço e forma; 10- propor atividades adequadas à compreensão do
espaço construído pelo homem em diferentes tempos históricos. 11- propor atividades adequadas à compreensão
científica dos fenômenos naturais.
II - Temário:
1 - Educação no Mundo Contemporâneo: a) novas demandas para o aluno brasileiro; b) currículo e cidadania; c)
pedagogias diferenciadas; d) educação escolar e qualidade; e) a prática pedagógica nas séries iniciais do Ensino
Fundamental f) Orientações Metodológicas - alfabetização, leitura e escrita - a criança, o número e os jogos - visão
transversal e interdisciplinar do conhecimento; 2 - Legislação.
BIBLIOGRAFIA
AQUINO, Júlio Groppa (org). A desordem na relação professor-aluno, indisciplina, moralidade e conhecimento. In:
Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summnus, 1996.
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997, 1998.
CANDAU, Vera Maria . Direitos humanos, violência e cotidiano escolar. In: Reinventar a escola. Petrópolis 2001.P.137-166.
CHARTIER, A.; CLESSE, C.; HÉRBRARD, J. Ler e escrever: entrando no mundo da escrita. Porto Alegre: Artes Médicas,
1996.
CURTO, Lluís Maruny, Morillo e Teixidó. Escrever e Ler. Vol 1 – como as crianças aprendem e como o professor pode
ensiná-las a escrever e a ler. Trad. Ernani Rosa. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
CURTO, Lluís Maruny, Morillo e Teixidó. Escrever e Ler. Vol 2 – Materiais e recursos para a sala de aula; trad. Ernani
Rosa. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
HERNANDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 1998.
HOFFMAN, Jussara. Avaliação mediadora - uma prática em construção da pré-escola à universidade. São Paulo:
Trajetória Cultural, 1998.
LA TAILLE, Y.; Oliveira, M.K.; Dantas, H. Piaget, Vygostsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo:
Summus, 1992.
LERNER, Delia. Ler e Escrever na Escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez, 1995.
PERRENOUD, Philippe. Avaliação: Da excelência à regulação das aprendizagens - entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes
Médicas - sul, 1999.
PERRENOUD, Philippe . Dez Competências para ensinar. Porto Alegre:Artes Médicas - sul, 2000 - cap. 2 a 6.
PERRENOUD, Philippe, A Pedagogia na escola das diferenças (2ª edição). Porto Alegre: Artes Médicas, 2001
Introdução e Cap. 4 .
RIOS, Teresinha Azeredo. Compreender ensinar: Por uma docência de melhor qualidade. São Paulo: Cortez, 200.
SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: Construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: Editora WVA, 1997.
SCHNEUWLY, B. & DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. Mercado das Letras. Campinas, 2004.
SOLÉ, Isabel. Estratégias de Leitura
. 6ª ed., Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
WHITAKER, F.F. Planejamento-Sim e Não. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2002.
LEGISLAÇÃO DE ENSINO:
- Constituição Federal/88 - arts. 206 a 214 - Lei Federal n° 9.394/96, institui as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. -
Lei Federal n° 8.069/90, institui o Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei Federal nº 10.172, de 09 de janeiro de 2001 -
Plano Nacional de Educação - 1. Ensino Fundamental.
- Resolução CNE/CEB nº 2, de 7.4.98 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Estatuto
do Magistério do Município.
PEB I - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA I - EDUCAÇÃO INFANTIL
I - Competências e habilidades
1 - compreender as questões envolvidas na organização dos processos de planejamento, ensino, aprendizagem e
avaliação; 2 - conhecer as relações entre desenvolvimento e aprendizagem, em diferentes momentos da infância; 3 - saber
utilizar diferentes textos que circulam socialmente como base para o trabalho do letramento das crianças; 5 - desenvolver
atividades com diferentes gêneros de textos e em diversas situações de interlocução que justifiquem a presença de
variantes lingüísticas e as variadas situações de comunicação; 6 - criar estratégias que auxiliem o aprendiz a avançar em
relação ao modo como concebe a leitura e a escrita; 7 - relacionar a resolução de problemas à construção do
conhecimento matemático e propor atividades adequadas aos objetivos pretendidos; 8 - relacionar entre si conceitos
matemáticos de número, medida, espaço e forma; 9 - propor e resolver situações-problema, envolvendo conceitos de
números e operações, medidas e espaço e forma; 10 - propor atividades adequadas à compreensão do espaço construído
pelo homem em diferentes tempos históricos. 11 - propor atividades adequadas à compreensão científica dos fenômenos
naturais.
II - Temário
1 - A criança e a Educação Infantil; 2 - a cultura da infância e a cultura infantil: concepção de infância e de educação
infantil; 3 - A organização dos tempos e dos espaços na Educação Infantil; 4 - Fundamentos da Educação Infantil: as
contribuições da antropologia, da sociologia, da psicologia; 5 - perspectivas de ações pedagógicas que favoreçam o
desenvolvimento da criança em consonância com sua faixa etária; 6 - Legislação.
BIBLIOGRAFIA
BONDIOLI, A & MANTOVANI, S. Manual de educação infantil de 0 a 3 anos: uma abordagem reflexiva. Artmed. 1998
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Departamento de Política da Educação Fundamental. Coordenação Geral
de Educação Infantil. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (Volumes I, II e III). Brasília: MEC/SEF,
1998.
CHARTIER, A.; CLESSE, C.; HÉRBRARD, J. Ler e escrever: entrando no mundo da escrita. Porto Alegre: Artes Médicas,
1996.
CURTO, L. M. Escrever e Ler – vol. I. Porto Alegre: Artmed. 2000.
CURTO, L. M. Escrever e Ler – vol. II. Porto Alegre: Artmed. 2000.
GALVÃO, I. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. Vozes. Petrópolis, RJ. 1995
FALK, J. (org.). Educar os três primeiros anos – a experiência de Lóczy. J M Editora Ltda. Araraquara. 2004.
JUNQUEIRA FILHO, G de A. Linguagens geradoras: seleção e articulação de conteúdos em educação infantil. Porto
Alegre: Mediação, 2005.
KAMII, C.; HOUSMAN, L.B. Crianças pequenas reinventam a aritmética: implicações da teoria de Piaget. Porto Alegre:
Artmed, 2000.
KAMII, C. Jogos em grupo na educação infantil. São Paulo. Trajetória Cultural, 1991.
LERNER, D. Escrever na escola – o real, o possível e o necessário. Artmed. 2002.
MACEDO, L. DE. Aprender com jogos e situações problema. Artmed. 2000.
MOYLES, J. R. A excelência do brincar. Porto Alegre Artmed. 2005.
NUNES, T. et al. Educação matemática:números e operações. São Paulo: Cortez, 2005
OLIVEIRA, Zilma. Educação Infantil: Fundamentos e Métodos. Ed. Cortez, 2002.
PANIZZA, Mabel e coLaboradores. Ensinar matemática na Educação Infantil e nas Séries Iniciais. Porto Alegre: Artmed,
2006.
SCHNEUWLY, B. & DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. Mercado das Letras. Campinas, 2004.
SMOLE, Kátia Stocco; DINIZ, Maria Ignez; CÂNDIDO, Patrícia. Coleção Matemática: Brincadeiras Infantis nas aulas de
Matemática – Vol. 1 Matemática de 0 a 6. Porto Alegre: Artmed, 2000.
SMOLE, Kátia Stocco; DINIZ, Maria Ignez; CÂNDIDO, Patrícia. Coleção Matemática: Resolução de Problemas – Vol. 2.
Matemática de 0 a 6. Porto Alegre: Artmed, 2000.
SOUZA, Solange Jobim e. Re-significando a psicologia do desenvolvimento: uma contribuição crítica à pesquisa da
Infância. IN. KRAMER, Sonia e LEITE, Maria Isabel (orgs). Infância: fios e desafios da pesquisa.Campinas: Papirus, 1996.
ZABALZA, M. Qualidade em educação infantil. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
ZILBERMAN, Regina (org). A Produção cultural para a criança. Porto Alegre: Mercado Aberto, 2003.
Legislação
Constituição da República Federativa do Brasil - artigos 205 a 214.
Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, e dá outras
providências - arts. 7º a 24; 53 a 69; 86 a 89; 131 a 140.
Lei Federal nº 9394, de 20 de dezembro de 1996 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
Lei Federal nº 10.172, de 09 de janeiro de 2001 - Plano Nacional de Educação - 1. Educação Infantil.
PDI - PROFESSOR DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL
I - Competências e habilidades: 1 - compreender as questões envolvidas na organização dos processos de planejamento,
ensino, aprendizagem e avaliação, articuladas na organização de projetos; 2 - conhecer as relações entre desenvolvimento
e aprendizagem, em diferentes momentos da infância; 3 - ter como referência para organização e planejamento de seu
trabalho os eixos: cuidar, brincar e ensinar, como norteadores de toda a ação que envolve a atuação junto às crianças de
0 a 3 anos (creche - período integral); 4 - articular as ações que planeja para seu agrupamento com as do projeto
institucional.
II - Temário
1 - A criança e a Educação Infantil - A cultura da infância e a cultura infantil: concepção de infância e de educação infantil;
2 - a construção de identidades nas interações: conhecendo a criança; 3 - a ludicidade como dimensão humana; 4 - a arte
como fundamento da educação infantil; 5 - o “cuidar” na Educação Infantil; 6 - fundamentos da Educação Infantil: as
contribuições da antropologia, da sociologia, da psicologia; 7- a pedagogia da Educação Infantil; 8 - A organização dos
tempos e dos espaços na Educação Infantil; 9 - LDB: a legislação e a educação Infantil.
BIBLIOGRAFIA
BONDIOLI, A. e MANTOVANI, S. Manual de educação infantil: de 0 a 3 anos: uma abordagem reflexiva. Porto Alegre:
Artmed, 1998.
CAMPOS, Maria Malta. A legislação, as Políticas nacionais de educação infantil e a realidade: desencontros e desafios.
In.MACHADO, Maria Lúcia de A. Machado.
DERDIK, E. Formas de pensar o desenho. Série Pensamento. Scipione.
GALVÃO, I. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. Vozes. Petrópolis, RJ. 1995
KAMII, C. Jogos em grupo na educação infantil. São Paulo. Trajetória Cultural, 1991.
MARQUES, Isabel. Dançando na escola. São Paulo: Cortez, 2003.
MARTINS, Miriam Celeste et alli. Didática do ensino de artes:A língua do mundo - poetizar, fruir e conhecer arte. São
Paulo: FTD, 1998.
MOYLES, J. R. A excelência do brincar. Porto Alegre Artmed. 2005.
OLIVEIRA, Z. R. de. (e outros). Interações criança-criança e a função da brincadeira no desenvolvimento – in Creches:
crianças faz-de-conta & Cia. Vozes, 1996.
ONGARI, Bárbara e MOLINA, Paola. A Educadora de Creche: construindo suas identidades. SP: Cortez, 2003
OLIVEIRA, Zilma. Educação Infantil: Fundamentos e Métodos. Ed. Cortez, 2002.
SANTOS, Lana E. S. S. Creche e pré-escola – uma abordagem de saúde. Porto Alegre: Artes Médicas.
SOUZA, Solange Jobim e. Re-significando a psicologia do desenvolvimento: uma contribuição crítica à pesquisa da
Infância. IN. KRAMER, Sonia e LEITE, Maria.
Isabel (orgs). Infância: fios e desafios da pesquisa.Campinas: Papirus, 1996.
JUNQUEIRA FILHO, G de A. Linguagens geradoras: seleção e articulação de conteúdos em educação infantil. Porto
Alegre: Mediação, 2005.
ZABALZA, M. Qualidade em educação infantil. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
ZILBERMAN, Regina (org). A Produção cultural para a criança. Porto Alegre: Mercado Aberto, 2003.
Legislação
Constituição da República Federativa do Brasil - artigos 205 a 214.
Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, e dá outras
providências - arts. 7º a 24; 53 a 69; 86 a 89; 131 a 140.
Lei Federal nº 9394, de 20 de dezembro de 1996 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
Lei Federal nº 10.172, de 09 de janeiro de 2001 - Plano Nacional de Educação - 1. Educação Infantil.
PEB II - ENSINO FUNDAMENTAL - PROFESSOR DE ARTES
I - Competências e Habilidades: 1 - compreender as questões envolvidas na organização dos processos de planejamento,
ensino, aprendizagem e avaliação; 2 - conhecer as relações entre desenvolvimento e aprendizagem, em diferentes
momentos da infância e da adolescência; 3 - planejar e executar as atividades específicas da área de atuação articuladas
ao projeto desenvolvido na escola e nas classes; 4 - contribuir, por meio das atividades específicas de sua área de atuação
para a formação global do aluno e como mecanismo de inclusão social de todos.
II - Temário da área: 1 - Artes Cênicas: história das artes cênicas; teoria e prática; teatro e jogo. 2 - Artes Plásticas: história
geral das artes; história e ensino das artes no Brasil; teoria da arte: arte como produção, conhecimento e expressão; a obra
de arte e sua recepção; 3 - Artes Visuais: elementos de visualidade e suas relações; comunicação na contemporaneidade.
4 - Música: aspectos históricos da música ocidental; elementos estruturais da linguagem musical; tendências educacionais
quanto ao ensino da música, na sala de aula; visão interdisciplinar do conhecimento musical. 5 - Dança: história da dança;
papel da dança na educação; estrutura e funcionamento do corpo para a dança; proposta triangular: fazer, apreciar,
contextualizar. As danças como manifestações culturais.
BIBLIOGRAFIA
Amaral, Ana Maria. Teatro de formas animadas. São Paulo: EDUSP, 2ª ed., 1993.
Barbosa, A.M. A imagem no ensino da arte: anos oitenta e novos tempos. São Paulo: Perspectiva, 1994.
BARDI, Pietro Maria. Pequena História da Arte. São Paulo: Melhoramentos, 1990.
_______, John Devery e o ensino da arte no Brasil. São Paulo: Cortez, 2001.
Bernet, Roy. Uma breve história da música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1986.
Boal, Augusto. Jogos para atores e não-atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2ª ed. 1999.
Brasil, Ministério da Educação e do Desporto/Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais.
Volume: Arte. Brasília: MEC/SEF, 1998.
Cafezeiro, Edwaldo e Gadelha, Carmen. História do teatro brasileiro: de Anchieta a Nelson Rodrigues. Ed.
U.F.R.J/FUNARTE, 1996.
Canton, Kátia. E o príncipe dançou... o conto de fadas, da tradição oral à dança contemporânea. São Paulo: Ática, 1994.
Coll, César e Teberosky, Ana. Aprendendo Arte (Conteúdos essenciais para o Ensino Fundamental). São Paulo:
Ed. Ática, 2000.
Dondis, D.A. A sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 2000. 3ª ed.
Garcez, Lucília e Oliveira, Jô. Explicando a arte brasileira. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
Gombrich, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro, Ed. LTC, 16ª ed, 1999.
Gomes Filho, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Escrituras Editora, 2000.
Jeandot, Nicole. Explorando o universo da música. São Paulo: Ed. Scipione, 1990.
Koudela, Ingrid D. Jogos teatrais. São Paulo: Perspectiva, 4ª ed., 2001.
Laban, Rudolf. Dança educativa moderna. São Paulo: Ícone, 1990.
Lacerda, Osvaldo. Teoria elementar da música. São Paulo: Ricord Brasileira, 12ª ed.
Marques, Isabel. Ensino de dança hoje – textos e contextos. São Paulo: Cortez, 1999.
Martins, Mirian Celeste; Picosque, Gisa e Guerra, M. Terezinha T. Didática do ensino de arte: a língua do mundo:
poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
Oliveira, Jô e Garcez, Lucília. Explicando a Arte: uma iniciação para entender e apreciar as artes visuais? Rio de Janeiro:
Ediouro, 2001.
Proença, Graça. História da Arte. São Paulo: Ed. Ática,1994.
Pareyson, L. Os problemas da estética. São Paulo: Martins Fontes, 3ª ed. 2000.
Shafer, R. Murray. O ouvido pensante. São Paulo: Fundação Edit. da UNESP, 1991.
Conhecimentos pedagógicos e legislação para o cargo de Professor de Educação Básica II – Artes
Concepções de Educação e Escola. Função social da escola e compromisso social do educador. Ética no trabalho
docente. Tendências educacionais na sala de aula: correntes teóricas e alternativas metodológicas. A construção do
conhecimento: papel do educador, do educando e da sociedade. Visão interdisciplinar e transversal do conhecimento.
Projeto político-pedagógico: fundamentos para a orientação, planejamento e implementação de ações voltadas ao
desenvolvimento humano pleno, tomando como foco o processo ensino-aprendizagem. Currículo em ação: planejamento,
seleção e organização dos conteúdos. Avaliação. Organização da escola centrada no processo de desenvolvimento do
educando. Educação inclusiva. Gestão participativa na escola.
L
EGISLAÇÃO
Constituição Federal/88 – artigos 205 a 214 e artigo 60 das Disposições Constitucionais Transitórias. Emenda 14/96
Lei Federal nº 9.394, de 20/12/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional
Lei Federal nº 8.069, de 13/07/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Livro I:
Título I; Título II – arts. 7.º a 24 e 53 a 59; Livro II: Título I; Título II; Título III
Lei Orgânica do Município – (área de Educação)
Lei 063/2005 do Município (Reestruturação Administrativa)
Lei 67/2005 - Estatuto de Magistério do Município
Lei Federal n.º 9.424, de 24 de dezembro de 1996 – Dispõe sobre o Fundo de manutenção e desenvolvimento do Ensino
Fundamental e de Valorização do magistério.
B
IBLIOGRAFIA
Antunes, Celso. A construção do afeto: como estimular as múltiplas inteligências de seus filhos. São Paulo: Augustus.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998. Introdução,
1.ª a 4.ª série.
Castorina, J.A. et al. Piaget-Vigotsky: novas contribuições para o debate. São Paulo: Ática.
Coll, César. O construtivismo na sala de aula. São Paulo. Editora Ática, 1999.
Gardner, H. Estruturas da mente: a teoria das inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artes Médicas.
Hoffman, Jussara. Avaliação mediadora – uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre.
Mediação, 1998.
Libâneo, J. C. Didática. São Paulo: Cortez Editora (Série Formação Geral).
Luckesi, C. Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez. – cap. 2 a 5, 7 a 9.
Perrenoud, Philippe. Dez competências para ensinar. Porto Alegre, Artes Médicas – Sul 2000, cap. 2 a 6.
Pimenta, Selma, G.A. A Construção do Projeto Pedagógico na Escola de 1º Grau. Idéias nº 8. 1.990, p 17-24.
Rios, Teresinha Azeredo. Compreender e ensinar: por uma docência de melhor qualidade. São Paulo, Cortez, 2001.
Sassaki, Romeu Kazumi. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro. Editora WVA, 1997.
Whitaker, F.F. Planejamento - Sim e Não. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2002.
PEB II - ENSINO FUNDAMENTAL - EDUCAÇÃO FÍSICA
I - Competências e Habilidades: 1 - compreender as questões envolvidas na organização dos processos de planejamento,
ensino, aprendizagem e avaliação; 2 - conhecer as relações entre desenvolvimento e aprendizagem, em diferentes
momentos da infância e da adolescência; 3 - planejar e executar as atividades específicas da área de atuação articuladas
ao projeto desenvolvido na escola e nas classes; 4 - contribuir, por meio das atividades específicas de sua área de atuação
para a formação global do aluno e como mecanismo de inclusão social de todos.
II - Temário da área: 1 - Dimensões históricas da Educação Física. 2 - Dimensões filosóficas, antropológicas e sociais
aplicadas à Educação e ao Esporte: lazer e as interfaces com a Educação Física, esporte, mídia e os desdobramentos na
Educação Física; as questões de gênero e o sexismo aplicados à Educação Física; corpo, sociedade e a construção da
cultura corporal de movimento. 3 - Dimensões biológicas aplicadas à Educação Física e ao Esporte: as mudanças
fisiológicas resultantes da atividade física; nutrição e atividade física; socorros de urgência aplicados à Educação Física. 4 -
A Educação Física no currículo da Educação Básica - significados e possibilidades: as diferentes tendências pedagógicas
da Educação Física na escola; 5 - Educação Física escolar e cidadania; os objetivos, conteúdos, metodologia e avaliação
na Educação Física escolar. 6 - Esporte e jogos na escola: competição, cooperação e transformação didático -
pedagógica.- Crescimento e desenvolvimento motor.
BIBLIOGRAFIA
BETTI, M. Educação Física e sociedade. São Paulo: Movimento, 1991.
BETTI, M. Educação Física, Esporte e Cidadania: Revista Brasileira de. Ciências do Esporte, n.º 20, v.203, 1999.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Vol. Educação Física. Brasília:
MEC/SEF, 1998.
CASTELLANI FILHO, L. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1988.
DAÓLIO, J. Da cultura do corpo. Campinas: Papirus, 1995.
FEGEL, M.J. Primeiros Socorros no Esporte. 1ª ed. São Paulo, Manole. 2002.
FREIRE, J.B. Educação de corpo inteiro. São Paulo: Scipione, 1989.
KUNZ.E. Transformação didático-pedagógica do esporte. Ijuí: Ed. Unijuí, 1994.
McARDLE, W.D.; KATCH, F.I.; KATCH, V.L. Fisiologia do Exercício. Energia, nutrição e desenvolvimento humano. 4ª ed.
Rio de Janeiro, Guanabara-Koogan. 1998.
MARCELLINO, N.C. Pedagogía da animação. Campinas: Papirus, 1990.
SOARES, C. et al. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992.
TANI,G.; MANOEL,E.J.; KOKOBUN,E; e PROENÇA,J.E. Educação Física escolar: Fundamentos de uma abordagem
desenvolvimentista. São Paulo: Edusp/EPU, 1988.
Conhecimentos pedagógicos e legislação para o cargo de Professor de Educação Básica II – Educação Física
Concepções de Educação e Escola. Função social da escola e compromisso social do educador. Ética no trabalho
docente. Tendências educacionais na sala de aula: correntes teóricas e alternativas metodológicas. A construção do
conhecimento: papel do educador, do educando e da sociedade. Visão interdisciplinar e transversal do conhecimento.
Projeto político-pedagógico: fundamentos para a orientação, planejamento e implementação de ações voltadas ao
desenvolvimento humano pleno, tomando como foco o processo ensino-aprendizagem. Currículo em ação: planejamento,
seleção e organização dos conteúdos. Avaliação. Organização da escola centrada no processo de desenvolvimento do
educando. Educação inclusiva. Gestão participativa na escola.
L
EGISLAÇÃO
Constituição Federal/88 – artigos 205 a 214 e artigo 60 das Disposições Constitucionais Transitórias. Emenda 14/96
Lei Federal nº 9.394, de 20/12/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional
Lei Federal nº 8.069, de 13/07/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Livro I:
Título I; Título II – arts. 7.º a 24 e 53 a 59; Livro II: Título I; Título II; Título III
Lei Orgânica do Município – (área de Educação)
Lei 063/2005 do Município (Reestruturação Administrativa)
Lei 67/2005 - Estatuto de Magistério do Município
Lei Federal nº 9.424, de 24 de dezembro de 1996 – Dispõe sobre o Fundo de manutenção e desenvolvimento do Ensino
Fundamental e de Valorização do magistério.
B
IBLIOGRAFIA
Antunes, Celso. A construção do afeto: como estimular as múltiplas inteligências de seus filhos. São Paulo: Augustus.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998. Introdução,
1.ª a 4.ª série.
Castorina, J.A. et al. Piaget-Vigotsky: novas contribuições para o debate. São Paulo: Ática.
Coll, César. O construtivismo na sala de aula. São Paulo. Editora Ática, 1999.
Gardner, H. Estruturas da mente: a teoria das inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artes Médicas.
Hoffman, Jussara. Avaliação mediadora – uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre.
Mediação, 1998.
Libâneo, J. C. Didática. São Paulo: Cortez Editora (Série Formação Geral).
Luckesi, C. Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez. – cap. 2 a 5, 7 a 9.
Perrenoud, Philippe. Dez competências para ensinar. Porto Alegre, Artes Médicas – Sul 2000, cap. 2 a 6.
Pimenta, Selma, G.A. A Construção do Projeto Pedagógico na Escola de 1º Grau. Idéias nº 8. 1.990, p 17-24.
Rios, Teresinha Azeredo. Compreender e ensinar: por uma docência de melhor qualidade. São Paulo, Cortez, 2001.
Sassaki, Romeu Kazumi. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro. Editora WVA, 1997.
Whitaker, F.F. Planejamento - Sim e Não. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2002.
ANEXO II
CRONOGRAMA DE EVENTOS BÁSICOS
ATIVIDADE DATA
Inscrições: via Internet 05 a 14/01/2007
Obtenção impressa do Cartão de Confirmação de Inscrição no endereço eletrônico da FUNDAÇÃO
CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br).
A partir de 25/01/2007
Entrega da documentação para a Prova de Títulos 03/02/2007
Aplicação das provas objetivas 04/02/2007
Divulgação dos gabaritos das provas objetivas (via Internet). 05/02/2007
Interposição de eventuais recursos quanto às questões formuladas e/ou aos gabaritos divulgados. Até 06/02/2007
Divulgação dos resultados das provas objetivas e da prova de Títulos 15/02/2007
Pedidos de revisão da prova de Títulos 15 e 16/02/2007
Divulgação dos resultados finais. 28/02/2007