Edital do Concurso Prefeitura de Orlândia - SP 2003

Visualizaçao do Edital do Concurso

Concurso Público
Prefeitura Municipal de Orlândia
Datas Eventos
26.12 a 10.01.03 Período de Inscrição
01.02.03 Envio dos cartões de convocação.
02.02.03
Aplicação das provas para os cargos de Ensino Fundamental incompleto (período da
manhã) e para os cargos de Ensino Fundamental completo (período da tarde).
Aplicação das provas para os cargos de Ensino Médio completo (período da manhã) e
cargos de Ensino Superior completo (período da tarde).
A definir
Publicação do gabarito.
Período de recursos (gabarito).
Publicação do Resultado e convocação para a Prova Prática.
Aplicação da Prova Prática.
Publicação do Resultado Final.
CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS PARA PROVIMENTO DE CARGOS PÚBLICOS
DA PREFEITURA MUNICIPAL DE ORLÂNDIA, ESTADO DE SÃO PAULO.
EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES - Nº 001
Oswaldo Ribeiro Junqueira Neto , Prefeito Municipal de Orlândia, Estado de São Paulo, no uso de suas
atribuições legais, faz saber que realizará, neste Município, através da Fundação para o Vestibular da
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – VUNESP, Concurso Público para provimento dos
cargos abaixo relacionados, que será regido pelas presentes Instruções Especiais e seus Anexos, que
constituem parte integrante deste Edital para todos os efeitos legais.
INSTRUÇÕES ESPECIAIS
1 – DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1. - O concurso destina-se ao provimento de cargos vagos, de acordo com o constante na tabela do item 2 –
DOS CARGOS, mais os que vagarem e forem criados durante o prazo de validade do Concurso.
1.2. - O concurso, para todos os efeitos, tem validade de dois anos a partir da data da homologação, que será
publicada na Imprensa Oficial do Município, podendo ser prorrogada, facultativamente, por igual período.
1.3. - O período de validade estabelecido para este concurso não gera para a Prefeitura a obrigatoriedade de
aproveitar todos os candidatos aprovados. A aprovação gera, para o candidato, apenas o direito à preferência
na nomeação, dependendo da sua classificação no Concurso.
1.4. - Os candidatos aprovados em todas as fases e nomeados estarão sujeitos ao Estatuto dos Servidores
Públicos Municipais (Lei no 2598, de 9 de dezembro de 1992, e Leis Complementares no 2.982, de 6 de maio
de 1998 e Lei no 2985, de 21 de maio de 1998), percebendo os vencimentos iniciais consignados na tabela
abaixo.
1.5. - Nos termos do disposto no capítulo 7 – sessão 4, artigos 37 a 44 da Lei Federal nº 3.298, de 20/12/99,
ficam reservados 2% das vagas existentes aos candidatos portadores de deficiência física, inscritos na
conformidade desse dispositivo legal e respectiva regulamentação.
1.5.1. - O exame médico do candidato para o exercício da atividade será comprovado em perícia médica,
conforme o Capítulo 8 deste Edital.
1.6. - Não havendo candidatos portadores de deficiência física, inscritos nos termos da legislação pertinente, ou
aprovados no exame médico específico, os cargos reservados serão providos pelos demais aprovados, com
observância da ordem classificatória estabelecida na classificação definitiva.
1.7. - A coordenação do concurso ficará sob a responsabilidade de uma comissão examinadora, indicada pelo
Prefeito Municipal, pertencente ou não ao quadro de funcionários municipais, de reconhecida idoneidade moral
e conhecimento nas matérias a examinar.
2 – DOS CARGOS
CARGOS VAGAS REQUISITOS
JORNADA DE
TRABALHO
(SEMANAL)
SALÁRIO BASE
Ajudante Operacional
A2 - Servente Escolar
18
Ajudante Operacional
A8- Merendeira
2
Ajudante Operacional
A-7 – Guarda-noturno
5
Ensino Fundamental Incompleto, no mínimo,
até a 6ª série
40 R$ 352,00
40 R$ 352,00
40 R$ 352,00
Auxiliar de Educação
A1 - Pajem
5 Ensino Médio completo + Magistério 40 R$ 362,00
Auxiliar Administrativo
B2 – Escriturário
6
Auxiliar Administrativo
D1 – Escriturário Assistente de Chefia
13
Auxiliar de Educação
A3 - Inspetor de aluno
18
Ensino Médio Completo
40 R$ 618,00
40 R$ 472,00
40 R$ 386,00
Professor de Educação Básica I
Educação Infantil
5
Ensino Médio completo + Magistério ou Curso
Superior em Pedagogia
25 R$ 674,95
Professor de Educação Básica I
Fundamental de 1ª a 4ª série
10
Ensino Médio completo + Magistério ou Curso
Superior em Pedagogia
30 R$ 848,16
Fonoaudiólogo 2 Nível Superior em Fonoaudiologia 20h-4h dia R$ 1.196,00
Professor de Educação Básica 2
Português
17 Licenciatura Plena em Letras 30 R$ 907,01
Professor de Educação Básica 2
Inglês
7 Licenciatura Plena em Letras 30 R$ 907,01
Professor de Educação Básica 2
História
5
Est. Sociais com Licenciatura Plena ou História
com Licenciatura Plena
30 R$ 907,01
Professor de Educação Básica 2
Geografia
7
Estudos Sociais com Licenciatura Plena ou
Geografia com Licenciatura Plena
30 R$ 907,01
Professor de Educação Básica 2
Ciências
6 Licenciatura Plena em Ciências 30 R$ 907,01
Professor de Educação Básica 2
Matemática
15 Licenciatura Plena em Matemática 30 R$ 907,01
Professor de Educação Básica 2
Educação Artística
06 Licenciatura Plena em Educação Artística 30 R$ 907,01
Professor de Educação Básica 2
Educação Física
07 Licenciatura Plena em Educação Física 30 R$ 907,01
Professor de Educação Especial 5
Licenciatura Plena em Pedagogia com
Especialização em DM ou Curso Superior de
DM
30 R$ 907,01
Psicólogo 3 Nível Superior em Psicologia 20h-4h dia R$ 1.196,00
3 – DAS INSCRIÇÕES
3.1. - São condições para inscrição:
a) ser brasileiro, nato ou naturalizado, ou cidadão português a quem foi deferida a igualdade nas condições
previstas pelo Decreto Federal nº 70 436/72;
b) ter, à data de encerramento das inscrições, idade mínima de 18 (dezoito) anos;
c) ter votado nas últimas eleições ou justificado a ausência;
d) estar quite com o serviço militar, quando do sexo masculino;
e) gozar de boa saúde física e mental;
f) não registrar antecedentes criminais, achando-se no pleno exercício de seus direitos civis e políticos;
g) possuir os requisitos necessários para exercer o cargo;
h) conhecer e estar de acordo com as exigências contidas no presente Edital;
i) não ter sido exonerado anteriormente por não ter atingido as exigências do estágio probatório na Prefeitura
Municipal de Orlândia;
j) não ter sido demitido anteriormente da Prefeitura Municipal de Orlândia.
3.1.1. - A presença dos requisitos acima estabelecidos será verificada por ocasião da convocação dos
candidatos aprovados para nomeação e posse.
3.1.2. - A inscrição do candidato implicará o conhecimento e a tácita aceitação das normas e condições
estabelecidas neste Edital, em relação às quais não poderá alegar desconhecimento. O deferimento da
inscrição dar-se-á mediante o correto preenchimento da ficha de inscrição, a assinatura do candidato no
requerimento de inscrição e o pagamento da taxa de inscrição.
3.1.3. – O candidato poderá fazer mais de uma inscrição, desde que as provas sejam aplicadas em períodos
diferentes, devendo ser efetuado o pagamento para cada opção.
3.2. A inscrição deve ser feita através da Ficha de Inscrição, que será fornecida nas agências Banespa abaixo
relacionadas, nos dias úteis, no horário de expediente bancário, no período de 26/12/02 a 10/01/03.
Capital
São Paulo: Rua Dr. Rafael de Barros, 37
Interior
Batatais: Pça. Cônego Joaquim Alves, 60
Franca: Rua Mons. Rosa, 1659
Jardinópolis: Rua Cel. José Teodoro, 251
Patrocínio Paulista: Pça. Cel. Estevam Marcolino, 300
Orlândia: Av. Três, 548
Ribeirão Preto: Rua Amador Bueno, 605
São Joaquim da Barra: Rua Mal. Deodoro, 205
3.3. - No ato da inscrição, deverá ser paga a importância conforme discriminado abaixo, a título de
ressarcimento de despesas com material e serviços prestados pela Fundação VUNESP:
R$ 15,00 – Ensino Fundamental incompleto
R$ 30,00 – Ensino Médio
R$ 50,00 – Ensino Superior
3.4. - O pagamento da importância poderá ser efetuado em dinheiro ou em cheque do próprio candidato. O
pagamento em cheque somente será considerado quitado após a respectiva compensação.
3.5. - Não haverá, em hipótese alguma, devolução da importância paga, objeto da inscrição do candidato.
3.6. - Não serão aceitos pedidos de isenção de pagamento do valor da inscrição, seja qual for o motivo
alegado.
3.7. - No caso de inscrição por procuração, serão exigidas a entrega do respectivo mandato, acompanhado de
cópia autenticada do documento de identidade do candidato, e a apresentação da identidade do procurador.
Para cada candidato, deverá ser entregue uma procuração, que ficará retida. O candidato assumirá as
conseqüências de eventuais erros cometidos por seu procurador ao efetuar a inscrição.
3.8. - O candidato poderá inscrever-se via Internet no endereço www.vunesp.com.br, no mesmo período de
inscrição : de 26/12/02 a 10/01/03.
3.8.1. - A inscrição será feita mediante o preenchimento da Ficha de Inscrição e o pagamento da taxa, no valor
indicado no item 3.3. deste edital. O pagamento da taxa nas inscrições feitas pela Internet deverá ser efetuado,
no período de inscrição, em qualquer agência bancária, por meio do Boleto Bancário que o candidato imprimirá
de acordo com instruções na homepage.
3.8.2 - Para inscrever-se via Internet, o candidato deverá acessar o site www.vunesp.com.br, durante o período
de 26/12/02 a 10/01/03, localizar os “links” correlatos ao concurso público e efetuar sua inscrição conforme os
procedimentos abaixo descritos:
- efetuar o pagamento da inscrição no valor de R$ 15,00 – Ensino Fundamental incompleto, R$ 30,00 – Ensino
Médio ou R$ 50,00 – Ensino Superior, de acordo com as instruções constantes no “site”, até a data limite para
encerramento das inscrições; no valor da inscrição já estão inclusas as despesas bancárias relativas à
inscrição;
- a partir de 27/01/03,conferir no “site” da Fundação Vunesp se os dados da inscrição efetuada pela Internet
foram recebidos e a importância do valor da inscrição paga. Em caso negativo, o candidato deverá entrar em
contato com o Disque Vunesp, (0xx11) 3874-6300, para verificar o ocorrido.
3.8.3. - A Fundação Vunesp e a Prefeitura Municipal de Orlândia não se responsabilizam por solicitação de
inscrição via Internet não recebida por motivos de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação,
bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a transferência de dados.
O descumprimento das instruções para inscrição via Internet implicará a não efetivação da inscrição.
3.9. - Não será aceita inscrição por via postal, fac-símile, condicional ou fora do período estabelecido neste
Edital para as inscrições. Será cancelada a inscrição se for verificado, a qualquer tempo, o não atendimento a
todos os requisitos estabelecidos neste Edital.
3.10. - As informações prestadas na ficha de inscrição são de inteira responsabilidade do candidato, podendo a
Prefeitura Municipal de Orlândia excluir do concurso público aquele que a preencher com dados incorretos ou
rasurados, bem como aquele que prestar informações inverídicas, ainda que o fato seja constatado
posteriormente.
3.11. - O candidato que necessitar de prova especial (braile ou ampliada) ou de sala ou condição especial,
deverá requerê-las durante o período de inscrição, pessoalmente, na sede da Secretaria Municipal de
Educação, localizada na Avenida 5, nº 180, em Orlândia, ou via SEDEX dirigido à Fundação VUNESP,
localizada na Rua Dona Germaine Burchard, nº 515 - Água Branca/Perdizes - São Paulo - SP, CEP 05002-062.
O candidato que não o fizer até o término das inscrições, seja qual for o motivo alegado, não terá a prova
especial preparada.
4 – DA PROVA
4.1. - O concurso público constará de prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório, com questões de
múltipla escolha, com 04 (quatro) alternativas para o Ensino Fundamental incompleto e 05 (cinco) alternativas
para os demais cargos, que versarão sobre o programa especificado no Anexo I.
4.1.1. – A prova objetiva será composta da seguinte forma:
Para os cargos de Ensino Fundamental incompleto:
Fase única: Prova objetiva
Linguagem – 20 questões
Raciocínio Matemático – 10 questões
Para o cargo de Auxiliar de Educação – Inspetor de Alunos – B1 (Ensino Médio completo)
Fase única: Prova objetiva
Português – 20 questões
Matemática – 10 questões
Conhecimentos Específicos – 10 questões
Para o cargo de Auxiliar Administrativo B2 – Escriturário (Ensino Médio completo)
Fase única: Prova objetiva
Português – 20 questões
Matemática – 10 questões
Informática – 10 questões
Para o cargo de Auxiliar Administrativo D1 – Escriturário Assistente de Chefia (Ensino Médio completo)
Fase única: Prova objetiva
Português – 15 questões
Matemática – 10 questões
Informática – 10 questões
Legislação – 15 questões
Para o cargo de Auxiliar de Educação - Pajem (Ensino Médio completo + Magistério)
Fase única: Prova objetiva
Português – 20 questões
Matemática – 15 questões
Conhecimentos Específicos – 15 questões
Para os cargos de Ensino Superior completo:
Psicólogo e Fonoaudiólogo:
Fase única: Prova objetiva
Português – 10 questões
Conhecimentos Específicos – 40 questões
Professor de Educação Básica I - Educação Infantil e Ensino Fundamental de 1ª à 4ª série
(Ensino Médio completo com Magistério ou Nível Superior em Pedagogia)
1a Fase: Prova objetiva
Português – 10 questões
Matemática – 10 questões
Conhecimentos Pedagógicos e legislação – 30 questões
2a Fase: Títulos
Professor de Educação Básica II
Nas seguintes disciplinas:
Português
Inglês
História
Geografia
Ciências
Educação Artística
Educação Física
Matemática
1a Fase: Prova objetiva
Conhecimentos pedagógicos e legislação – 20 questões
Conhecimentos específicos – 30 questões
2a Fase: Títulos
Professor de Educação Especial
1ª Fase : Prova objetiva
Conhecimentos Pedagógicos e legislação – 20 questões
Conhecimentos Específicos – 30 questões
2a Fase: Títulos.
5 – DA PRESTAÇÃO DAS PROVAS OBJETIVAS
5.1. - A prova objetiva será realizada na cidade de Orlândia e a aplicação está prevista para os dias 1 e 2 de
fevereiro de 2003.
5.2. - A confirmação da data e as informações sobre horário e locais para realização da prova serão divulgadas,
oportunamente, através de Edital de Convocação publicado na imprensa local e de Cartões de Convocação
que serão encaminhados aos candidatos via correio, pela Fundação VUNESP.
5.2.1. - A comunicação feita por intermédio do correio não tem caráter oficial, sendo meramente informativa. O
candidato deverá acompanhar, pela imprensa local, publicação do Edital de Convocação para realização da
prova ou procurar pela lista que será afixada na Prefeitura Municipal de Orlândia e Secretaria Municipal de
Orlândia.
5.2.2. - Os eventuais erros de digitação de nome, número de documento de identidade, sexo, data de
nascimento, endereço e telefone deverão ser corrigidos no dia da prova objetiva, em formulário específico.
5.3. - Ao candidato só será permitida a realização da prova na data, no local e horário constantes no Edital de
Convocação e no Cartão de Convocação.
5.3.1. - Somente será admitido para realizar a prova o candidato que estiver munido de documento original de
identidade.
5.3.1.1. - Serão considerados documentos de identidade as carteiras ou cédulas de identidade expedidas pelas
Secretarias de Segurança, pelas Forças Armadas, pela Polícia Militar ou pelo Ministério das Relações
Exteriores, Cédula de Identidade para Estrangeiros (no prazo de validade), as emitidas pelos Conselhos
Regionais ou Autarquias Corporativas e a Carteira de Trabalho e Previdência Social, Cédula de Identidade
fornecida por Órgãos ou Conselhos de Classe que, por Lei Federal, tenham validade como documento de
identidade.
5.3.1.2. - Não serão aceitos, por serem documentos destinados a outros fins, Boletim de Ocorrência,
Protocolos, Certidão de Nascimento, Título Eleitoral, Carteira Nacional de Habilitação (emitida anteriormente à
Lei 9.503/97), Carteira de Estudante, Crachás, Identidade Funcional de natureza pública ou privada.
5.3.1.3. - Os documentos deverão estar em perfeitas condições, de forma a permitir a identificação do
candidato com clareza.
5.3.2. - Não será admitido no local de prova o candidato que se apresentar após o horário determinado.
5.3.2.1. - Não haverá segunda chamada, seja qual for o motivo alegado para justificar o atraso ou a ausência
do candidato.
5.3.3. - O candidato deverá comparecer ao local designado para a realização da prova objetiva munido de
caneta de tinta azul ou preta, lápis preto nº 02, borracha macia e comprovante de inscrição, bem como do
documento original de identidade, conforme disposto no item 5.3.1.1.
5.3.3.1. - Durante a prova objetiva não serão permitidas consultas bibliográficas de qualquer espécie, nem a
utilização de máquina calculadora, relógios com calculadora ou qualquer outro equipamento eletrônico.
5.3.3.2. - No ato da realização da prova objetiva, serão fornecidos o Caderno de Questões e a Folha Definitiva
de Respostas. O candidato não poderá retirar-se da sala de prova levando qualquer um desses materiais, sem
autorização e acompanhamento do fiscal.
5.3.3.3. - O candidato lerá as questões no Caderno de Questões e marcará suas respostas na Folha Definitiva
de Respostas.
5.3.3.4. – Ao terminar seu preenchimento, entregará ao fiscal a Folha Definitiva de Respostas.
5.3.3.5. - Não serão computadas questões não respondidas nem questões que contenham mais de uma
resposta (mesmo que uma delas esteja correta), emenda ou rasura, ainda que legível. Não deverá ser feita
nenhuma marca fora do campo reservado às respostas ou à assinatura, pois qualquer marca poderá ser lida
pelas leitoras óticas, prejudicando o desempenho do candidato.
5.3.3.6. - O Caderno de Questões da prova objetiva será devolvido ao candidato na forma a ser divulgada no
momento da prova.
5.3.4. - Será excluído do concurso o candidato que, além das demais hipóteses previstas neste Edital:
a) apresentar-se após o horário estabelecido para a realização da prova;
b) apresentar-se para a prova em outro local que não seja o previsto no Edital de Convocação e no Cartão de
Convocação;
c) não comparecer à prova, seja qual for o motivo alegado;
d) não apresentar um dos documentos de identidade exigidos nos termos deste Edital, para a realização da
prova;
e) ausentar-se da sala de prova sem o acompanhamento de um fiscal;
f) ausentar-se do local de prova antes de decorrido o prazo mínimo a ser indicado oportunamente;
g) for surpreendido em comunicação com outras pessoas ou utilizando-se de calculadoras, livros, notas ou
impressos não permitidos;
h) estiver portando ou fazendo uso de qualquer tipo de equipamento eletrônico de comunicação (pagers,
celulares, etc.);
i) lançar mão de meios ilícitos para a execução da prova;
j) não devolver integralmente o material solicitado;
k) perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos.
6 – DA PROVA DE TÍTULOS
6.1 Concorrerão à Prova de Títulos apenas os candidatos aos empregos de Professor de Educação Básica I e
II, desde que habilitados nas provas objetivas, ou seja, que obtiverem nota final nas provas objetivas igual ou
superior a 50 (cinqüenta) pontos.
6.2 A relação nominal de convocação para a apresentação de títulos dar-se-á em ordem alfabética, por carta
através da Secretaria Municipal de Educação.
6.3 Serão considerados Títulos para PEB I (Educação Infantil e Ensino Fundamental de 1ª à 4ª série) e para
PEB II (Português, Inglês, História, Geografia, Ciências, Matemática, Educação Física e Educação Artística).
Títulos Valor Unitário de
Pontos
Nota Máxima de
Pontos no Item
6.3.1 Diploma de Graduação em Pedagogia 01 (um) 1,0 (um)
6.3.2 Certificado de curso de Especialização Pós-Graduação “Latu Sensu”, com carga
horária de, no mínimo, 360 horas.
1,5 (um e meio) 2,0 (dois)
6.3.3 Certificado ou Diploma de curso de Mestrado “Stricto Sensu” 2,0 (dois) 3,0 (três)
6.3.4 Certificado ou Diploma de curso de Doutorado “Stricto Sensu” 3,0 (três) 3,0 (três)
6.3.5 Certificado de Curso de Capacitação Pedagógica, com carga horária de, no mínimo,
30 horas, com validade nos últimos 3 (três) anos (2000, 2001 e 2002), reconhecido
pelo MEC, SSE ou SME.
0,05 (cinco
centésimos)
1,0 (um)
6.3.6 Nota máxima em títulos 10 (dez)
Obs: O diploma de Graduação em Pedagogia será pontuado somente se não constituir requisito para o
exercício do cargo.
6.4 Serão considerados Títulos para PEB II (Professor de Educação Especial):
Títulos Valor Unitário de
Pontos
Nota Máxima de
Pontos no Item
6.4.1 Certificado de curso de Especialização Pós-Graduação “Latu Sensu”, com carga
horária, de no mínimo, 360 horas.
1,5 (um e meio) 2,0 (dois)
6.4.2 Certificado ou Diploma de curso de Mestrado “Stricto Sensu” 2,0 (dois) 3,0 (três)
6.4.3 Certificado ou Diploma de curso de Doutorado “Stricto Sensu” 3,0 (três) 3,0 (três)
6.4.4 Certificado de Curso de Capacitação Pedagógica, com carga horária de, no mínimo,
30 horas, com validade nos últimos 3 (três) anos (2000, 2001 e 2002), reconhecido
pelo MEC, SSE ou SME.
0,05 (cinco
centésimos)
1,0 (um)
6.4.5 Nota máxima em títulos 9 (nove)
6.5 Caberá à Secretaria Municipal de Educação de Orlândia, a juntada dos Títulos e, à VUNESP – FUNDAÇÃO
PARA O VESTIBULAR DA UNESP , verificar a contagem de pontos nos Títulos dos candidatos habilitados na
prova objetiva.
7 – DO JULGAMENTO DA PROVA OBJETIVA
7.1. - A prova objetiva será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos e terá caráter eliminatório e
classificatório.
7.2. - Na avaliação da prova será utilizado o escore bruto. O escore bruto corresponde ao número de acertos
que o candidato obtém na prova.
7.3. - Será considerado habilitado o candidato que obtiver nota igual ou superior a 50 (cinqüenta) pontos na
prova.
7.4. Não haverá, em hipótese alguma, vista de prova.
7.5. - O candidato não habilitado será excluído do Concurso Público.
8 - DA CLASSIFICAÇÃO
8.1. - A nota final do candidato habilitado para os cargos de Auxiliar Administrativo D1 – Escriturário Assistente
de Chefia, Auxiliar Administrativo B2 -Escriturário, Ajudante Operacional A-2 (servente escolar), Ajudante
Operacional A-8 (merendeira), Auxiliar de Educação Pajem A-1, Auxiliar de Educação A-3 (Inspetor de alunos),
Ajudante Operacional A-7 (Guarda-noturno), Psicólogo, Fonoaudiólogo será igual ao total de pontos obtidos na
prova objetiva.
8.1.1. A nota final do candidato habilitado para os cargos de Professor de Educação Básica I (Educação Infantil
e Ensino Fundamental de 1ª à 4ª série), Professor de Educação Básica II e Professor de Educação Especial,
será igual ao total de pontos obtidos na prova objetiva, acrescidos da pontuação obtida na Prova de Títulos.
8.2. - Os candidatos habilitados serão classificados por ordem decrescente do valor da nota final, em duas
listas, uma geral e outra específica (portadores de deficiência física).
8.2.1. - A Lista Especial dos aprovados (portadores de deficiência física - item anterior) será publicada na
imprensa, em ordem alfabética, sendo concedido o prazo de 05 (cinco) dias, a partir da data da publicação,
para que os interessados retirem o formulário para perícia médica no local indicado.
8.2.2. - A perícia médica será realizada pela Secretaria de Saúde do Município, por comissão especialmente
designada pelo Secretário da Saúde, bem como por um especialista na área de deficiência de cada candidato,
para verificação da compatibilidade da deficiência com o exercício das atribuições do cargo, devendo o laudo
ser proferido no prazo de 05 (cinco) dias contados do respectivo exame.
8.2.3. - Quando a perícia concluir pela inaptidão do candidato, constituir-se-á, no prazo de 05 (cinco) dias, outra
junta médica, para nova inspeção, da qual poderá participar profissional indicado pelo interessado.
8.2.4. - A indicação do profissional pelo interessado deverá ser feita no prazo de 05 (cinco) dias, contados da
ciência do laudo referido no item anterior deste Capítulo.
8.2.5. - A junta médica deverá apresentar conclusão no prazo de 05 (cinco) dias, contados da realização do
exame.
8.2.6. - Não caberá qualquer recurso da decisão proferida pela junta médica, nos termos da Lei Complementar
Estadual nº 683/92.
8.3. - Em caso de igualdade na Classificação Definitiva terá preferência, sucessivamente, o candidato que:
a) tiver maior número de filhos menores de 18 (dezoito) anos;
b) tiver maior idade;
c) for casado.
9 - DOS RECURSOS
9.1. Será admitido recurso quanto ao gabarito, ao resultado das provas e ao resultado final, no prazo de 2 (dois)
dias úteis contados a partir das respectivas publicações no Jornal Oficial do Município. No caso de recurso em
pendência à época da realização da prova, o candidato participará condicionalmente do Concurso.
9.2 - Admitir-se-á um único recurso por candidato, para cada evento referido no item acima.
9.3 - Os recursos deverão ser entregues pessoalmente ou através de procurador legalmente constituído na
Secretaria Municipal de Educação de Orlândia. Os candidatos deverão entregar dois conjuntos de recursos
(original e uma cópia), com as seguintes especificações:
- nome;
- número de inscrição;
- cargo.
Para cada questão deverá constar o número da questão, a alternativa assinalada pelo candidato e o gabarito
divulgado pela Vunesp, em folha individual, com argumentação lógica e consistente.
Os recursos deverão estar digitados ou datilografados. Não serão aceitos recursos interpostos por via postal,
fac-simile (fax), telex, Internet, telegrama ou outro meio especificado neste Edital.
Os recursos interpostos em desacordo com as especificações contidas neste capítulo não serão avaliados.
O(s) ponto(s) relativo(s) à(s) questão(es) eventualmente anulada(s) será(ão) atribuído(s) a todo(s) candidato(s)
presente(s) à prova.
No caso de provimento de recurso interposto dentro das especificações, poderá ocorrer, eventualmente,
alteração da classificação inicial obtida pelo candidato para uma classificação superior ou inferior ou ainda
poderá ocorrer a desclassificação do candidato que não obtiver nota mínima exigida para aprovação.
9.4 - Os recursos interpostos fora do prazo não serão aceitos. Será considerada, para tanto, a data do
respectivo protocolo.
10 - DA HOMOLOGAÇÃO
10.1. - Caberá ao Prefeito Municipal de Orlândia a homologação deste CONCURSO PÚBLICO.
11 - DA NOMEAÇÃO
11.1. - A nomeação para o cargo obedecerá à ordem de classificação final dos candidatos habilitados, de
acordo com as necessidades da Prefeitura Municipal de Orlândia, através, unicamente, de publicação junto à
Imprensa Oficial do Município.
11.2. - Os nomeados deverão submeter-se a exames de capacidade física e mental e os que não lograrem
aprovação serão eliminados.
11.3. - Os candidatos nomeados que não comparecerem ao exame de capacidade física e mental serão
considerados desistentes, exaurindo, assim, o direito à sua posse.
12 - DAS VAGAS E SUA ACEITAÇÃO
12.1. - Os candidatos nomeados e aprovados no exame de capacidade física e mental serão convocados, pela
Imprensa Oficial do Município, para procederem à aceitação das vagas oferecidas, seguida rigorosamente a
ordem de classificação final.
12.2. - O dia, local e horário da sessão de aceitação de vagas será publicado pela Imprensa Oficial do
Município, com o mínimo de 02 (dois) dias de antecedência.
12.3. - O candidato convocado que não comparecer à sessão, ou dela desistir, perderá o direito à aceitação,
ficando este a critério da necessidade da Prefeitura Municipal de Orlândia.
13 - DA POSSE
13.1. - Por ocasião da posse, serão exigidos dos candidatos nomeados:
a) 02 fotos 3X4 recentes;
b) documento de habilitação específica para o exercício do cargo, através da apresentação do
Diploma/Certificado, com a conclusão obtida até a data de encerramento das inscrições;
c) declaração de próprio punho de acúmulo ou não de cargo/função pública;
d) declaração de ausência de remuneração ou proventos de aposentadoria provenientes de poder público, em
observância ao disposto no artigo 37, inciso XVI e § 10 do mesmo artigo da Constituição Federal, com redação
dada pelas Emendas Constitucionais nos 19 e 20;
e) Carteira de Identidade (cópia reprográfica);
f) Cadastro de Pessoa Física (cópia reprográfica);
g) Carteira de Trabalho e Previdência Social;
h) PIS/PASEP (cópia reprográfica);
i) Título de Eleitor (cópia reprográfica) e comprovante de haver votado na última eleição;
j) Certidão de Nascimento (cópia reprográfica);
l) Certificado de Reservista (cópia reprográfica);
m) Atestado de Saúde Ocupacional, de caráter eliminatório, expedido por ambulatório médico credenciado pela
Prefeitura Municipal de Orlândia;
n) Certidão Negativa de Antecedentes Criminais expedida pelo órgão competente da área de seu domicílio;
o) Certidão de Casamento, se for casado - (cópia reprográfica);
p) Certidão de Nascimento dos filhos (cópia reprográfica);
q) Carteira de Vacina de filhos menores de 14 anos;
r) ser brasileiro ou cidadão português a quem foi deferida a igualdade, nas condições previstas pelo Decreto
Federal no 70.436, de 18 de abril de 1972, até a data da aplicação das provas.
Obs.: para nomeação não serão aceitos protocolos nem fotocópias ou cópias reprográficas não autenticadas
dos documentos.
13.2. - O candidato que, nomeado, deixar de tomar posse ou de entrar em exercício, nos termos da Lei nº
3.774, de 28 de setembro de 1992, perderá os direitos decorrentes de sua nomeação.
13.3. - Os candidatos nomeados serão regidos pelo Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Orlândia
(Lei Complementar nº 50, de 28 de maio de 1.996).
14 - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
14.1. - A inscrição do candidato implicará o conhecimento das presentes instruções e a aceitação tácita das
condições do concurso, tais como se acham estabelecidas neste Edital e nas normas legais pertinentes, das
quais não poderá alegar desconhecimento.
14.2. - A inexatidão das afirmativas ou irregularidades nos documentos, mesmo que verificadas a qualquer
tempo, em especial por ocasião da posse, acarretarão a nulidade da inscrição, com todas as suas
decorrências, sem prejuízo das demais medidas de ordem administrativa, civil ou criminal.
14.3. - O prazo de validade do concurso será de 02 (dois) anos, contados a partir da data da homologação de
seus resultados, prorrogável a critério da Administração, de acordo com o Artigo 37, inciso II, da Constituição
Federal.
14.4. - A aprovação e a classificação definitiva geram, para o candidato, apenas a expectativa de direito à
nomeação. A Prefeitura Municipal de Orlândia reserva-se o direito de proceder às convocações dos candidatos
aprovados para as nomeações em número que atenda ao interesse e às necessidades do serviço, de acordo
com a disponibilidade orçamentária e os cargos vagos existentes, durante o período de validade do concurso.
14.5. - O candidato deverá manter atualizado seu endereço desde a inscrição até a publicação da classificação
definitiva, junto à Fundação VUNESP.
14.6. - Os itens deste Edital poderão sofrer eventuais alterações, atualizações ou acréscimos, enquanto não
consumada a providência ou evento que lhes disserem respeito, ou até a data da convocação dos candidatos
para a prova correspondente, circunstância que será mencionada em edital ou aviso a ser publicado na
Imprensa Oficial do Município.
14.7. - O não atendimento, pelo candidato, das condições estabelecidas neste Edital, implicará sua eliminação
do concurso, a qualquer tempo.
14.8. - É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar os Editais, Comunicados e demais publicações
referentes a este concurso através da Imprensa Oficial do Município.
14.9. - Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Examinadora do Concurso.
Prefeitura Municipal de Orlândia, 17 de Dezembro de 2002.
OSWALDO RIBEIRO JUNQUEIRA NETO
Prefeito Municipal de Orlândia
ANEXO I - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
ENSINO FUNDAMENTAL INCOMPLETO:
Linguagem e Raciocínio Matemático.
CONTEÚDO COMUM A TODOS OS CARGOS DE ENSINO MÉDIO:
Português: Interpretação de texto. Ortografia. Acentuação. Pontuação. Emprego das classes de palavras:
substantivo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição, conjunção - classificação e sentido que
imprime às relações entre as orações. Colocação pronominal. Concordância verbal e nominal. Regência verbal
e nominal. Crase. Sinônimos e antônimos. Sentido próprio e figurado das palavras.
Matemática: Operações com números naturais, inteiros e racionais (forma fracionária e decimal). Grandezas
(comprimento, massa, tempo, área e capacidade) e respectivas unidades de medida. Razão e proporção:
porcentagem, grandezas diretamente e inversamente proporcionais (regra de três simples), juros simples.
Equação do 1o grau. Resolução de situações–problema.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
Auxiliar de Educação A3 – Inspetor de Alunos.
Controle da movimentação dos alunos. Observação de sua conduta: manutenção da ordem e da observância
das normas da escola. Atendimento de alunos em caso de necessidade. Lei Federal no 8.069, de 13.07.90 –
Estatuto da Criança e do Adolescente: arts. 1o a 6o ; 13; 15 a 18; 53 a 59; 131 a 135.
Auxiliar Administrativo - Escriturário
Informática: noções básicas: Windows, Excel e Word.
Auxiliar Administrativo - Escriturário Assistente de Chefia
Informática – Noções básicas: Windows, Excel, Word.
Legislação – Lei Municipal no 2.598, de 09/12/92 .
Estatuto dos Servidores Públicos Municipais: arts. 1o a 9o ; 12 a 23; 32,33, 38 a 40, 42, 48, 60 a 64, 74, 75, 82,
86, 89, 91, 94, 96 a 99, 102, 137, 182, 183, 185 a 187, 193, 194 a 196, 201, 202, 206 a 210.
Lei Municipal no 3098, de 05.04.2000 – Estatuto do Magistério Público Municipal: arts. 1o a 9o - § 1o e 2o, 10 –
caput, 11 – caput, 12 (com a redação alterada pela Lei Municipal no 3.213, de 05.02.2002), 41, 42, 44 e 64.
Auxiliar de Educação A1 - Pajem
Conhecimentos Específicos
Educação infantil – conceito e objetivos. A criança – desenvolvimento biopsicossocial. Conteúdos referentes a
crianças de zero a 3 anos. Orientações metodológicas. Creche e planejamento: organização do tempo e do
espaço; rotina diária. Cuidados com a criança: alimentação, higiene, saúde e segurança. Atividades lúdicas.
Legislação.
Bibliografia:
Oliveira, Zilma de M. Ramos de (org) et al., Educação Infantil: muitos olhares. 3a ed. São Paulo: Cortez, 1996.
Referencial Curricular Nacional para a educação infantil – Ministério da Educação e Desporto, Secretaria de
Educação Fundamental – Brasília: MEC/SEF, 1998 – vol. 1, 2 e 3.
Série Idéias: no 02. A pré-escola e a criança, hoje. Fundação para o desenvolvimento da educação – 2a ed.
São Paulo: FDE, 1994 – p. 13 a 51.
Legislação
Constituição Federal/88 – artigos 6o;7o – XXV; 24; 203; 208; 227 - § 1o – I e II , § 2o.
Lei Federal no 8.069, de 13/07/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente – arts. 1o a 9o, 11 a
18; 53 a 59; 129 a 135.
Lei Federal no 9.424, de 20 de dezembro de 1996 – LDB – arts. 1o a 8o; 11; 18; 22; 29 a 31.
Lei Orgânica do Município de Orlândia– (área de Educação)
CONTEÚDO COMUM AOS CARGOS DE PEB I – EDUCAÇÃO INFANTIL E PEB II DE 1A A 4A SÉRIE
Português: Interpretação de texto. Ortografia. Acentuação. Pontuação. Emprego das classes de palavras:
substantivo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição, conjunção - classificação e sentido que
imprime às relações entre as orações. Colocação pronominal. Concordância verbal e nominal. Regência verbal
e nominal. Crase. Sinônimos e antônimos. Sentido próprio e figurado das palavras.
Matemática: Operações no conjunto dos números inteiros e racionais: adição, subtração, multiplicação e
divisão. Múltiplos e divisores de um número inteiro. Máximo divisor comum (MDC) e mínimo múltiplo comum
(MMC) de um número natural. Proporcionalidade: razão, proporção, regra de três simples. Geometria: sólidos
geométricos, polígonos e ângulos. Sistemas de medidas decimais: medidas de comprimento (perímetro), de
superfície, de capacidade, de volume e de massa; medidas de tempo. Equação de 1o Grau. Porcentagem e
juros simples. Resolução de problemas.
Para o cargo de PEB I – Educação Infantil
Conhecimentos Específicos:
Concepção de Educação Infantil e infância. Desenvolvimento infantil. Concepções de ensino e aprendizagem
na educação infantil. Currículo e Educação Infantil: a) currículo e projeto político-pedagógico; b)o espaço físico,
a linguagem, o conhecimento e o lúdico na pedagogia da Educação Infantil; c)planejamento e avaliação; d)
visão interdisciplinar e transversal do conhecimento. Articulações entre a educação infantil e o ensino
fundamental: a) fundamentos técnico-pedagógicos das diferentes áreas do conhecimento, b) concepção de
alfabetização, leitura e escrita. Tendências teóricas e metodológicas na educação infantil. Legislação – área de
Educação.
Bibliografia:
Antunes, C.A construção do afeto: como estimular as múltiplas inteligências de seus filhos. São Paulo:
Augustus.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação fundamental. ReferencialCurricular
Nacional para a educação infantil. Brasília, 1998.
Castorina, J.A. et al., Piaget –Vigotsky: novas contribuições para o debate. São Paulo: Ática, 1988.
Coll , César S., Aprendizagem escolar e construção do conhecimento. São Paulo: Ática.
FARIA, A.L.G., PALHARES, M.S. (org.) - Educação infantil pós-LDB: rumos e desafios. Campinas, Ed. Autores
Associados.
KAMII, Constance., A criança e o número. Campinas, .Papirus, 1985.
KISHIMOTO, Tizuko., Jogo. Brinquedo e brincadeira na educação. 2a ed. São Paulo: Cortez, 1997.
LUCKESI, C., Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez, 1992, cap. 2 a 5, 7 a 9.
NICOLAU, Marieta L. M. - A educação pré-escolar: fundamentos e didática. São Paulo. Ática – cap. 1 a 7 e 11.
_______., A Educação artística da criança. Plástica e Música. São Paulo: Ática, 1995.
OLIVEIRA, Z.M.T. ,Educação infantil: muitos olhares. São Paulo: Cortez Editora.
_______. , A criança e seu desenvolvimento: perspectivas para se discutir a educação infantil. São Paulo:
Cortez Editora.
ROSSETTI-FERREIRA, M.C. et al. (org.), Os fazeres na educação infantil. São Paulo: Cortez.
SOARES, M, Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica.
WEIZ, T., O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática.
Para o cargo de PEB I - Ensino Fundamental – 1a a 4a série
Conhecimentos Pedagógicos:
1. Concepções de Educação e Escola.
2. Função social da escola e compromisso social do educador.
3. Ética no trabalho docente.
4. Tendências educacionais na sala de aula: correntes teóricas e alternativas metodológicas.
5. A construção do conhecimento: papel do educador, do educando e da sociedade.
6. Visão interdisciplinar e transversal do conhecimento.
7. Projeto político-pedagógico: fundamentos para a orientação, planejamento e implementação de ações
voltadas ao desenvolvimento humano pleno, tomando como foco o processo ensino-aprendizagem.
8. Currículo em ação: planejamento, seleção e organização dos conteúdos.
9. Avaliação.
10. Organização da escola centrada no processo de desenvolvimento do educando.
11. Educação inclusiva.
12. Gestão participativa na escola.
Legislação
Constituição Federal/88 – artigos 205 a 214 e artigo 60 das disposições Constitucionais transitórias. Emenda
14/96.
Lei Federal no 9394, de 20/12/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Lei Federal no 8069, de 13/07/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras
providências. Livro I: Título I; Título II – arts. 7o a 24 e 53 a 69; Título III – arts.70 a 80. Livro II: Título I; Título II;
Título III; Título V – arts 131 a 140.
Lei Orgânica do Município – (área de Educação)
Lei Federal no 8069 de 13/07/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras
providências. Livro I: Título I; Título II – arts. 7o a 24 e 53 a 69; Título III – arts. 70 a 80. Livro II: Título I; Título II;
Título III; Título V – arts 131 a 140.
Lei Federal no 9424, de 24 de dezembro de 1996 – Dispõe sobre o Fundo de manutenção e desenvolvimento
do Ensino Fundamental e de Valorização do magistério.
Bibliografia
ANTUNES, Celso. A construção do afeto: como estimular as múltiplas inteligências de seus filhos. São Paulo:
Augustus.
_________ , Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender. Porto Alegre. Artmed Editora, 2002.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.
(1ª a 4ª série).
CASTORINA, J.A. et al., Piaget - Vigostsky: novas contribuições para o debate. São Paulo: Ática.
COLL, César., O construtivismo na sala de aula. São Paulo. Editora Ática, 1999.
GARDNER, H.,- Estruturas da mente: a teoria das inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artes Médicas.
KAMII, Constance. , Aritmética: Novas perspectivas. Implicações da Teoria de Piaget. Campinas: Papirus,
1996.
KAUFFMAN, A.M.; Castelo M; Teruggi, L; Molinari, C., Alfabetização de crianças: construção e intercâmbio:
experiências pedagógicas na educação infantil e no ensino fundamental. Porto Alegre, Artes Médicas, 1998.
HOFFMAN, Jussara, Avaliação mediadora – uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto
Alegre. Mediação, 1998.
LIBÂNEO, J. C. , Didática. São Paulo: Cortez Editora (Série Formação Geral).
LUCKESI, C., Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez. – cap. 2 a 5, 7 a 9.
PERRENOUD, Philippe, Dez competências para ensinar. Porto Alegre, Artes Médicas, Sul 2000, cap. 2 a 6.
PIMENTA, Selma, G.A., A construção do projeto pedagógico na escola de 1o Grau. Idéias no 8, 1990, p. 17 a
24.
RIOS, Teresinha Azeredo, Compreender e ensinar: por uma docência de melhor qualidade. São Paulo, Cortez,
2001.
SASSAKI, Romeu Kazumi, Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro. Editora WVA,
1997.
SOARES, M;,- Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
WEIZ, T. , O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática.
WHITAKER, F.F. , Planejamento - Sim e Não. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2002.
Para o cargo de PEB II 5a a 8a série
Conhecimentos Pedagógicos:
1. Concepções de Educação e Escola.
2. Função social da escola e compromisso social do educador.
3. Ética no trabalho docente.
4. Tendências educacionais na sala de aula: correntes teóricas e alternativas metodológicas.
5. A construção do conhecimento: papel do educador, do educando e da sociedade.
6. Visão interdisciplinar e transversal do conhecimento.
7. Projeto político-pedagógico: fundamentos para a orientação, planejamento e implementação de ações
voltadas ao desenvolvimento humano pleno, tomando como foco o processo ensino-aprendizagem.
8. Currículo em ação: planejamento, seleção e organização dos conteúdos.
9. Avaliação.
10. Organização da escola centrada no processo de desenvolvimento do educando
11. Educação inclusiva.
12. Gestão participativa na escola.
Legislação
Constituição Federal/88 – artigos 205 a 214 e artigo 60 das Disposições Constitucionais Transitórias. Emenda
14/96.
Lei Federal no 9.394, de 20/12/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Lei Federal no 8.069, de 13/07/90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras
providências. Livro I: Título I; Título II – arts. 7o a 24 e 53 a 59. Livro II: Título I; Título II; Título III;
Lei Orgânica do Município – (área de Educação)
Lei Federal no 9.424, de 24 de dezembro de 1996 – Dispõe sobre o Fundo de manutenção e desenvolvimento
do Ensino Fundamental e de Valorização do magistério.
DISCIPLINA : CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS
Conhecimentos Específicos:
1. O conhecimento científico:
1.1.evolução histórica.
2. Ensino de Ciências:
2.1. Evolução e contextualização na sociedade brasileira;
2.2. O ensino de Ciências e as questões sociais: ambiente, saúde, orientação sexual, ética e pluralidade
cultural.
3. Relação entre os seres vivos e o ambiente:
3.1. O homem e a sua ação sobre o ambiente;
3.2. Princípios básicos que regem as funções vitais dos seres vivos;
3.3. Relação entre estruturas e funções dos sistemas e suas adaptações ao meio;
3.4. Caracterização dos grandes grupos animais e vegetais.
4. O corpo humano como um todo em equilíbrio:
4.1. Saúde e Orientação Sexual;
4.2. Desequilíbrios: endemias, drogas, desnutrição.
5. Continuidade das espécies:
5.1. Evolução;
5.2. Reprodução;
5.3. Hereditariedade.
6. Fundamentos teóricos da Química:
6.1. Conceitos, leis, relações e princípios básicos;
6.2. Interações e transformações químicas.
7. Fundamentos teóricos da Física:
7.1. Conceitos, leis, relações e princípios básicos.
Bibliografia:
BAROLLI, Elisabeth; GONÇALVES FILHO, Aurélio. Nós e o Universo, 2a ed. São Paulo: Scipione, 1991.
BRANCO, Samuel Murgel. O meio ambiente em debate. 26a ed. São Paulo: Moderna, 1997. (Coleção
Polêmica)
BELTRAN, Nelson Orlando e CISCATO, Carlos A. M. Química. 2a ed. São Paulo: Cortez, 1991.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998.
Volume: Ciências Naturais.
CANTO, Eduardo Leite do. Minerais, Minérios, Metais, 2a ed. São Paulo: Moderna, 1996.
CARVALHO, Anna M. P. de; GIL- PÉREZ, Daniel. Formação de professores de ciências: tendências e
inovações. 2a ed.São Paulo: Cortez, 1995.
CAVINATTO, Vilma Maria. Saneamento básico: fonte de saúde e bem estar. 7a ed. São Paulo: Moderna, 1992
(Coleção Desafios).
FERRARO, Nicolau Gilberto. Eletricidade: História e aplicações. 5a ed. São Paulo: Moderna, 1991.
GRUPO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO QUÍMICA (GEPEQ). Interações e transformações. 4a ed. São Paulo.
GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA (GREF). v.1. Mecânica. 4a. ed.; v. 2. Física Térmica,
3a ed.; v.3. Eletromagnetismo. 2a ed. São Paulo, EDUSP, 1995.
HARA, Massao. A água e os seres vivos. 3a ed. São Paulo: Scipione, 1991.
HENNING, Georg J. Metodologia do Ensino de Ciências. 2a ed. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1994.
RODRIGUES, Rosicler Martins. Vida e Saúde. 3a ed. São Paulo: Moderna, 1993.
SILVA, Jr., César da; SASSON, Sezar. Biologia. 4a ed. São Paulo: Saraiva, v.1, 2 e 3, 1995.
DISCIPLINA: GEOGRAFIA
Conhecimentos Específicos
1. Evolução do pensamento geográfico
2. Natureza e sociedade
a) Os sistemas naturais
b) As ações humanas sobre a natureza
3. O espaço geográfico mundial e brasileiro
a. O processo de industrialização
b. O processo de urbanização
c. O espaço agrário
d. O papel do Estado na organização do espaço
e. A dinâmica demográfica
f. Globalização e geopolítica
4. O ensino de Geografia
a. Princípios metodológicos
b. O uso de representações cartográficas
Bibliografia:
ALMEIDA, Rosângela Doin de. Do desenho ao mapa. São Paulo: Contexto, 2001
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998 –
Vol. Geografia (3º e 4º ciclos)
_______, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998
– Vol. Temas Transversais (3º e 4º ciclos)
CARLOS, Ana Fani Alessandri (org.). Novos Caminhos da Geografia. São Paulo: Contexto, 1999.
_______, Ana Fani Alessandri (org.). A geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999.
CONTI, José Bueno. Clima e meio ambiente. São Paulo: Atual. 1998.
DREW, David. Processos interativos Homem-meio ambiente. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil, 1998.
MORAES, Antonio Carlos R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1981.
ROSA, Antonio Vitor. Agricultura e meio ambiente. São Paulo: Atual, 1998.
ROSS, Jurandyir L. Sanches. (org.) Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp. 1995.
SANTOS, Milton. Por uma economia política da cidade. São Paulo: Hucitec, 1994.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2001.
DISCIPLINA: HISTÓRIA
Conhecimentos Específicos
1. Ensino de História
1.1. Saber histórico escolar
1.2. Seleção e organização de conteúdos históricos
1.3. Metodologias do ensino de História
1.4. Trabalho com documentos e diferentes linguagens no ensino de História
2. Conhecimento histórico contemporâneo
2.1. Saber histórico e historiografia
2.2. História e temporalidade
3. História do Brasil e a construção de identidades
3.1. Historiografia brasileira e a História do Brasil
3.2. História nacional, regional e local
3.3. História brasileira: da ocupação indígena ao mundo contemporâneo
4. História da América e suas identidades
4.1. Lutas sociais e identidades: sociais, culturais e nacionais
5. História do mundo Ocidental
5.1. Legados culturais da Antigüidade Clássica
5.2. Convívios e confrontos entre povos e culturas na Europa medieval
5.3. História africana e suas relações com a Europa e a América
5.4. Lutas sociais, cidadania e cultura no mundo capitalista
Bibliografia:
ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo: Brasiliense, 1998.
__________, Perry. Passagens da Antigüidade ao Feudalismo. São Paulo: Brasiliense, 1998.
BITTENCOURT, Circe (org.). O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1998.
BRASIL. SECRETARIA DE ENSINO FUNDAMENTAL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Vol. História.
Brasília: MEC/SEF, 1998.
FERRO, Marc. História das colonizações – Das conquistas às independências – século XIII a XX. São Paulo:
Companhia das Letras, 1996.
FREITAS, Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva. São Paulo: Contexto, 1998.
HOBSBAWM, Eric. A era das revoluções – 1789 - 1748. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
___________, Eric. Era dos extremos – O breve século XX – 1914 - 1991. São Paulo: Companhia das Letras,
1995.
MOTA, Carlos Guilherme. A experiência brasileira. A grande transação. São Paulo: SENAC, 2000.
_____, Carlos Guilherme. A experiência brasileira. Formação: histórias. São Paulo: SENAC, 2000.
PALLARES-BURKE, Maria Lúcia Garcia. As muitas faces da história – Nove entrevistas. São Paulo: Editora
UNESP, 2000.
PRADO, Maria Ligia Coelho. América Latina no século XIX – Tramas, telas e textos. São Paulo: Edusp; Bauru:
Edusc, 1999.
SILVA, Aracy Lopes da & GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (org.). A temática indígena na escola. Novos
subsídios para professores de 1º e 2º graus. Brasília: MEC, MARI, UNESCO, 1995.
SIMAM, Lana Mara de Castro & Fonseca, Thais Nívia de Lima e (orgs.). Inaugurando a História e construindo a
nação. Discursos e imagens no ensino de História. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
DISCIPLINA: - INGLÊS
Conhecimentos Específicos:
1. English Language
2. Language as communication;
2.1. Language system
a. phonology
b. morphology
c. syntax
3. Teacher Development and Teaching Practice
3.1. Objectives in Teaching English as a Foreign Language
3.2. Methods, approaches, techniques and resources
3.3. The four skills:
a. reading
b. speaking
c. listening
d. writing
4. Evaluating, selecting and producing materials
Bibliografia:
Almeida Filho J.C., O Professor de Língua Estrangeira em Formação, Campinas-SP, Pontes Editores, 1999.
Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Volume: Língua Estrangeira.
Brasília: MEC/SEF, 1998.
Celani A., “As Línguas Estrangeiras e a Ideologia Subjacente à Organização dos Currículos da Escola Pública”,
CLARITAS, nº 1, São Paulo, EDUC, 1995.
Grigoletto M., Carmagnani, A.M. (org.), Inglês Como Língua Estrangeira: Identidade, Práticas e Textualidade,
São Paulo, Humanitas, 2001.
Krashen S, Terrell T., The Natural Approach, UK, The Alemany Press/Pergamon Press, 1983.
Numan, D., Lamb, C., The Self-Directed Teacher – Managing the Learning Process, NY, Cambridge University
Press, 1996.
Coracini MJ. (org.). O Jogo Discursivo na Sala de Aula de leitura. Língua materna e Língua estrangeira,
Campinas, Pontos, 1995.
Quirk R., Leech G., Svrartvik J., A Grammar of Contemporary English, London, Longman, 1979.
Richards JC., Lochart C., Reflective Teaching in Second Language Classroom, Cambridge: Cambridge
University Press. 1994.
Widdowson, HG. O Ensino de Línguas para a Comunicação, Campinas, Pontes, 1991.
DISCIPLINA: MATEMÁTICA
Conhecimentos Específicos
I. Números e operações:
1. Resolução de situações-problema, compreendendo diferentes significados das operações, envolvendo
números naturais, inteiros, racionais e irracionais.
2. Obtenção de expressões equivalentes a uma expressão algébrica por meio de fatorações e simplificações.
3. Tradução de situações-problema por equações ou inequações do 1º e 2º graus, discutindo o significado das
raízes encontradas em confronto com a situação proposta.
4. Uso de funções para descrever a interdependência de duas grandezas em situações concretas.
5. Identificação de gráficos que representam funções reais, analisando suas propriedades (crescimento e
decrescimento, zeros, etc).
6. Resolução de situações-problema envolvendo funções polinomiais do 1º e do 2º graus.
7. Resolução de situações-problema que envolvem porcentagem e juros.
II. Espaço e forma
1. Interpretação, a partir de situações-problema (leitura de plantas, croquis, mapas), da posição de pontos e de
seus deslocamentos no plano, pelo estudo das representações em um sistema de coordenadas cartesianas.
2. Classificação de figuras tridimensionais e bidimensionais, segundo critérios diversos, como: corpos redondos
e poliedros; poliedros regulares e não-regulares; prismas, pirâmides e outros poliedros; círculos, polígonos e
outras figuras; número de lados dos polígonos; eixos de simetria de um polígono; paralelismo de lados,
medidas de ângulos e de lados.
3. Análise em prismas e pirâmides da posição relativa de duas arestas (paralelas, perpendiculares, reversas) e
de duas faces (concorrentes, paralelas, perpendiculares).
4. Identificação de ângulos congruentes, complementares e suplementares em feixes de retas paralelas
cortadas por retas transversais.
5. Determinação da soma dos ângulos internos de um polígono convexo qualquer.
6. Resolução de situações envolvendo congruência e/ou semelhança de triângulos.
7. Aplicação do teorema de Tales e do teorema de Pitágoras.
III. Medidas
1. Resolução de situações-problema envolvendo grandezas (capacidade, tempo, massa, temperatura) e as
respectivas unidades de medida, fazendo conversões adequadas para efetuar cálculos e expressar resultados.
2. Cálculo da área de superfícies planas.
3. Cálculo da área da superfície total de alguns sólidos geométricos (prismas e cilindros).
4. Cálculo do volume de alguns prismas retos e composições destes.
5. Estabelecimento da relação entre a medida da diagonal e a medida do lado de um quadrado e a relação
entre as medidas do perímetro e do diâmetro de um círculo.
IV. Tratamento da informação
1. Leitura e interpretação de dados expressos em gráficos de colunas, de setores, histogramas e polígonos de
freqüência.
2. Obtenção das medidas de tendência central de uma pesquisa (média, moda e mediana), compreendendo
seus significados para fazer inferências.
3. Construção do espaço amostral, utilizando o princípio multiplicativo e a indicação da probabilidade de um
evento por meio de uma razão.
V. Objetivos e seleção de conteúdos da Matemática no Ensino Fundamental.
VI. Aprender e ensinar Matemática no Ensino Fundamental
1. O professor e o saber matemático.
2. O aluno e o saber matemático.
3. As relações professor-aluno e aluno-aluno.
VII. A resolução de problemas e o ensino-aprendizagem de Matemática.
VIII. Avaliação em Matemática.
IX. Meios para ensinar e aprender Matemática no Ensino Fundamental
1. Possibilidades da história da Matemática
2. Jogos nas aulas de Matemática
3. O uso das calculadoras
Bibliografia
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998.
Volume: Matemática.
BUSSAB, Wilson, O. e Moretin, Pedro. Estatística Básica. Editora Atual.
CÂNDIDO, Suzana Laino. Formas num mundo de formas. São Paulo, Moderna, 1997.
D’AMBROSIO, U. Da realidade à ação: reflexões sobre Educação e Matemática. Unicamp, Campinas, 1986.
IEZZI, Gelson e outros. Coleção Fundamentos da Matemática Elementar. São Paulo. Atual: 1997. Volumes: 1,
5, 9 e 10.
Centro de aperfeiçoamento do Ensino de Matemática CAEM. Jogos e resolução de Problemas. Uma estratégia
para o ensino da Matemática. São Paulo: IME/USP., v6, 1996.
LOPES, A. J. Explorando o uso da calculadora no ensino de Matemática para jovens e adultos - in
Alfabetização e Cidadania nº6 RAAB, 1998.
PARRA, Cecília & SAIZ, Irma. A didática da Matemática, reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1995.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Proposta
Curricular para o ensino da Matemática: 1º grau. São Paulo: SE/CENP.
__________ Experiências Matemáticas. São Paulo, 5ª a 8ª séries. VITAE/CENP, 1994.
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA
Conhecimentos Específicos:
1. Aprendizagem da língua materna:
1.1. estrutura, uso e funções
1.2. ensino e aprendizagem da gramática normativa
2. Linguagem
2.1. uso, funções, análise
2.2. língua oral e escrita
2.3. variações lingüísticas
2.4. norma padrão
3. O texto
3.1. tipologia textual
3.2. intertextualidade
3.3. coesão e coerência textuais
3.4. o texto e a prática de análise lingüística
4. Leitura e produção de textos
5. Literatura brasileira.
Bibliografia:
Brasil, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF. Volume Língua
Portuguesa, 1998.
Carneiro, Agostinho. Redação em construção. São Paulo: Moderna, 2001.
Carone, F. de B. Morfossintaxe, 7ª ed. São Paulo: Ática, 1998.
Chalhub, Samira. Funções da Linguagem. São Paulo: Ática, 1989.
Chiappini, L. Aprender e ensinar com textos didáticos e paradidáticos. São Paulo: Cortez, 1997.
Fiorin, J.L. e Savioli, F.P. Lições de textos. 3ª ed. São Paulo: Ática, 1996.
Geraldi, João Wanderley. O texto em sala de aula. São Paulo: Ática, 1997.
Kaufman, A.M. e Rodrigues, M.E. Escola. Leitura e produção de textos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
Kleiman. A. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 1993.
______. Leitura e intertextualidade. São Paulo: Artes Médicas, 1999.
Koch, I.G.V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1997.
Koch, I. L. Travaglia, Luis Carlos. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1989.
Marcushi, Luiz Antonio. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In Dionísio, A.P. et al. Gêneros textuais e
ensino.
Moisés, Massaud. Literatura brasileira: das origens aos nossos dias. São Paulo: Cultrix, 1995.
Rocha Lima, Carlos Henrique. Gramática Normativa da Língua Portuguesa, 26ª ed. Rio de Janeiro: José
Olympio Editora, 1985.
Soares, M.B. Linguagem e escrita: uma perspectiva social, 15ª ed. São Paulo: Ática, 1997.
Val, M. da G.C. Redações e textualidade. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes.
Vanoye, Francis. Usos da linguagem. 11ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
Conhecimentos Específicos
1. Artes Cênicas
1.1. História das artes cênicas
1.2. Teoria e prática
1.3. Teatro e jogo
2. Artes Plásticas
2.1. História geral das artes.
2.2. História e ensino da artes no Brasil.
2.3. Teoria da arte: arte como produção, conhecimento e expressão; a obra de arte e sua recepção.
2.4. Artes visuais: elementos de visualidade e suas relações; comunicação na contemporaneidade.
3. Música
3.1. Aspectos históricos da música ocidental.
3.2. Elementos estruturais da linguagem musical.
3.3. Tendências educacionais quanto ao ensino da música, na sala de aula.
3.4. Visão interdisciplinar do conhecimento musical.
4. Dança
4.1. História da dança.
4.2. Papel da dança na educação.
4.3. Estrutura e funcionamento do corpo para a dança.
4.4. Proposta triangular – fazer, apreciar, contextualizar.
4.5. As danças como manifestações culturais.
Bibliografia:
Amaral, Ana Maria. Teatro de formas animadas. São Paulo: EDUSP, 2ª ed., 1993.
Barbosa, A.M. A imagem no ensino da arte. São Paulo: Perspectiva, 1991.
_______, John Devery e o ensino da arte no Brasil. São Paulo: Cortez, 2001.
Bernet, Roy. Uma breve história da música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1986.
Boal, Augusto. Jogos para atores e não-atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2ª ed. 1999.
Brasil, Ministério da Educação e do Desporto/Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais. Volume: Arte. Brasília: MEC/SEF, 1998.
Cafezeiro, Edwaldo e Gadelha, Carmen. História do teatro brasileiro: de Anchieta a Nelson Rodrigues. Ed.
U.F.R.J/FUNARTE, 1996.
Canton, Kátia. E o príncipe dançou... o conto de fadas, da tradição oral à dança contemporânea. São Paulo:
Ática, 1994.
Dondis, D.A. A sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 2000. 3ª ed.
Gombrich, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro, Ed. LTC, 16ª ed, 1999.
Jeandot, Nicole. Explorando o universo da música. São Paulo: Ed. Scipione, 1990.
Koudela, Ingrid D. Jogos teatrais. São Paulo: Perspectiva, 4ª ed., 2001.
Laban, Rudolf. Dança educativa moderna. São Paulo: Ícone, 1990.
Lacerda, Osvaldo. Teoria elementar da música. São Paulo: Ricord Brasileira, 12ª ed.
Marques, Isabel. Ensino de dança hoje – textos e contextos. São Paulo: Cortez, 1999.
Pareyson, L. Os problemas da estética. São Paulo: Martins Fontes, 3ª ed. 2000.
Shafer, R. Murray. O ouvido pensante. São Paulo: Fundação Edit. da UNESP, 1991.
DISCIPLINA: - EDUCAÇÃO FÍSICA
Conhecimentos Específicos
1. Dimensões históricas da Educação Física
2. Dimensões filosóficas, antropológicas e sociais aplicadas à Educação e ao Esporte
2.1. Lazer e as interfaces com a Educação Física.
2.2. Esporte, mídia e os desdobramentos na Educação Física.
2.3. As questões de gênero e o sexismo aplicados à Educação Física.
2.4. Corpo, sociedade e a construção da cultura corporal de movimento.
3. Dimensões biológicas aplicadas à Educação Física e ao Esporte
3.1. As mudanças fisiológicas resultantes da atividade física.
3.2. Nutrição e atividade física.
3.3. Socorros de urgência aplicados à Educação Física.
4. A Educação Física no currículo da Educação Básica: significados e possibilidades
4.1. As diferentes tendências pedagógicas da Educação Física na escola.
4.2. Educação Física escolar e cidadania.
4.3. Os objetivos, conteúdos, metodologia e avaliação na Educação Física escolar.
5. Esporte e jogos na escola: competição, cooperação e transformação didático – pedagógica
6. Crescimento e desenvolvimento motor
Bibliografia:
BETTI, M. Educação Física e sociedade. São Paulo: Movimento, 1991.
BETTI, M. Educação Física, Esporte e Cidadania: Revista Brasileira de. Ciências do Esporte, nº 20, v.203,
1999.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Vol. Educação Física.
Brasília: MEC/SEF, 1998.
CASTELLANI FILHO, L. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1988.
DAÓLIO, J. Da cultura do corpo. Campinas: Papirus, 1995.
FEGEL, M.J. Primeiros Socorros no Esporte. 1ª ed. São Paulo, Manole. 2002.
FREIRE, J.B. Educação de corpo inteiro. São Paulo: Scipione, 1989.
KUNZ.E. Transformação didático-pedagógica do esporte. Ijuí: Ed. Unijuí, 1994.
McARDLE, W.D.; KATCH, F.I.; KATCH, V.L. Fisiologia do Exercício. Energia, nutrição e desenvolvimento
humano. 4ª ed. Rio de Janeiro, Guanabara-Koogan. 1998.
MARCELLINO, N.C. Pedagogía da animação. Campinas: Papirus, 1990.
SOARES, C. et al. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992.
TANI,G.; MANOEL,E.J.; KOKOBUN,E; e PROENÇA,J.E. Educação Física escolar: Fundamentos de uma
abordagem desenvolvimentista. São Paulo: Edusp/EPU, 1988.
PROFESSOR DE EDUCAÇÃO ESPECIAL
Conhecimentos Específicos:
Política Nacional de Educação Especial
Princípios e fundamentos da Educação Especial
Currículo em Educação Especial
O ensino na Educação Especial: especificidades
Educação Especial: orientação metodológica
Bibliografia:
Amaral, L.A. Pensar a Diferença: deficiência. Brasília: Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa
Portadora de Deficiência , 1994.
Brasil. Secretaria de Educação Especial. A integração do aluno com deficiência na rede de ensino: Novos
conceitos, novas emoções (vol 2). Brasília: MEC/SEESP, 1998.
Brasil. Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações curriculares/Secretaria de Educação
Fundamental/Secretaria de Educação Especial. Estratégias para a educação de alunos com necessidades
especiais. Brasília: MEC/SEF/SEESC, 1999.
Cardoso, M.C. Abordagem ecológica em educação especial: fundamentos básicos para o currículo. Brasília.:
Corde, 1997.
Carvalho, Keila Miriam M. de et.al. Visão subnormal: orientações ao professor do ensino regular. Campinas:
Unicamp, 1992.
Mazzota, J.M. Fundamentos da Educação Especial. São Paulo: Livraria Pioneira, 1982.
Pessoti, I.P. Deficiência mental – da superstição à ciência. São Paulo: T.A. Queiroz Editora Ltda. Edusp, 1984.
FONOAUDIÓLOGO
Conhecimentos Específicos:
Conhecimento em Anatomia e Fisiologia (pertencentes à prática fonoaudiológica).
Patologia dos Órgãos da Fala e da Audição.
Patologia do Sistema Nervoso Central:
Patologia do SNC e suas implicações na comunicação: Encefalotopias não progressivas, Encefalopatia Crônica
Infantil Fixa (Paralisia Cerebral), Disartrias, Dispraxias, Apraxias, Dislexia.
Deficiência Mental
Distúrbio Psiquiátrico.
Lingüística Fonética e fonologia
Desenvolvimento Humano: Físico e motor, perceptual e cognitivo.
Desenvolvimento do Individuo Excepcional:
Conceitos Básicos.
Aspectos psico-sociais dos indivíduos considerados excepcionais.
Classificação das excepcionalidades: mental, visual, auditiva e física.
Audiologia:
Avaliação audiológica completa.
Linguagem Oral:
Desenvolvimento da Linguagem Oral: Contribuições das principais teorias psicolingüísticas: Comportamental
(Skiner); Construtivista (Piaget); Inatista (Chomsky) e sócio-interacionista (Vigotsky).
Etapas de aquisição da linguagem: fonético-fonológica; Sintática, Semântica, Pragmática.
Linguagem Escrita:
Desenvolvimento da linguagem escrita: Contribuições das principais teorias psicolingüísticas: Comportamental
(Skiner); Construtivista (Piaget); Inatista (Chomsky) e sócio-interacionista (Vigotsky).
Etapas de aquisição da linguagem escrita.
Teorias, Técnicas, Avaliação e Tratamento dos Distúrbios da Comunicação
Fonoaudiologia em Instituição Educacional:
Fonoaudiologia educacional: Objetivos conceitos e papéis.
A instituição e a equipe multi e interdisciplinar.
Bibliografia:
BOONE, D. & PLANTE, E, Comunicação Humana e seus Distúrbios. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994
Código de ética do Fonoaudiólogo
GOLDFELD, M. (org.) Fundamentos em Fonoaudiologia: Linguagem. Rio de Janeiro: Guanabara/Koogan, 1998
Cap. 2p. 15-21
FERREIRA,L.P. (org.)O fonoaudiólogo e a escola. São Paulo: Summus, 1991
FERREIRA,L.P. (org.) Temas de Fonoaudiologia. São Paulo: Loyola, 1990
FROTA, SILVANA Fundamentos em Audiologia. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1998
HAGE, S.R. V. Avaliando a Linguagem na Ausência da Oralidade: estudos psicolingüísticos. Bauru, SP: Edusc,
1997. 126p. il.; 21 cm. – (Cadernos de Divulgação Cultural, 61) Cap.3 p. 89-106.
LAGROTTA M.G.M. & CÉSAR, C.P.H.A R. A fonoaudiologia nas Instituições. São Paulo Lovise, 1997
LOPES FILHO OC. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo, ROCA, 1997
MARCHESAN, I & ZORZI, J & GOMES, (org.). Tópicos em Fonoaudiologia, I, II, III, IV São Paulo, Lovise, 1997
MARCHESAN, I. Fundamentos em Fonoaudiologia: Aspectos Clínicos da motricidade oral. São Paulo, 1998.
108p., Guanabara / Koogan
MARCHESAN, I.Q.(org.) Tópicos de Fonoaudiologia V. São Paulo: Lovise, 1998
RUSSO,I.C.P; SANTOS, T.M.M.S. – Audiologia Infantil. S.P. Cortez, l994 . ISBN 85-249- 0177-2
SANTOS, T.M. & RUSSO, I.C.P. A Prática da Audiologia Clínica. São Paulo, Cortez, 1994.
ZORZI, J.L. Aquisição da Linguagem Infantil. Desenvolvimento, Alterações, Terapia. São Paulo: Pancast, 1993
ZORZI, J.L. Linguagem e o Desenvolvimento Cognitivo. São Paulo: Pancast, 1994
PSICÓLOGO
Conhecimentos Específicos:
Psicologia do desenvolvimento: conceituação, evolução e metodologia. Principais teorias da psicologia do
desenvolvimento. Desenvolvimento da linguagem e desenvolvimento psicomotor. Percepção. Motivação e
comportamento agressivo. Avaliação psicopedagógica. Aprendizagem da leitura e escrita, dificuldades de
aprendizagem e compreensão do fracasso escolar. Psicologia escolar e o contexto atual. Exclusão, inclusão e
intervenção psicológica em escolas públicas
Bibliografia:
Biaggio, Ângela M. Brasil – Psicologia do desenvolvimento, 9a Edição revista e atualizada, Petrópolis, Editora
Vozes, 1988.
Oliveira, Gislene de Campos, - Psicomotricidade: educação e reeducação num enfoque psicopedagógico,
Petrópolis, Editora Vozes, 2000.
Machado, Adriana Marcondes; Souza, Marilene de Proença Rebello de, (orgs) - Psicologia escolar: em busca
de novos rumos, 2a edição – Coleção Psicologia e Educação, organizada por Lino de Macedo, São Paulo,
Casa do Psicólogo, 1997.
ANEXO II – DESCRIÇÃO SUMÁRIA DOS CARGOS
ENSINO FUNDAMENTAL INCOMPLETO
AJUDANTE OPERACIONAL
A-2 (SERVENTE ESCOLAR)
São atribuições do Ajudante Operacional A-2 (servente escolar):
a) executar serviços de limpeza interna e externa da Escola, especialmente salas de aula, biblioteca,
laboratório, bem como móveis e utensílios;
b) prestar serviços de mensageiro;
c) efetuar distribuição de refeições e trabalhos de limpeza relativos à merenda escolar, na ausência do
profissional destinado a esse fim;
d) executar outras tarefas, relacionadas com a sua área de atuação, que forem determinadas pela Direção da
Escola.
AJUDANTE OPERACIONAL
A-8 (MERENDEIRA)
São atribuições do Ajudante Operacional A-8 (merendeira):
a) zelar pela limpeza e higiene da cozinha, bem como por seus utensílios;
b) preparar e distribuir o café e a merenda escolar;
c) executar outras tarefas em sua área de atuação, que forem determinadas pela Direção da Escola.
AJUDANTE OPERACIONAL
A-7 (GUARDA-NOTURNO)
São atribuições do Ajudante Operacional A-7 (guarda-noturno)
a) zelar pelo prédio da Escola, tanto interna como externamente;
b) executar outras tarefas, relacionadas com a sua área de atuação, que forem determinadas pela Direção da
Escola.
ENSINO MÉDIO COMPLETO
AUXILIAR DE EDUCAÇÃO -
A-3 (INSPETOR DE ALUNOS)
São atribuições do Auxiliar de Educação A-3 (inspetor de alunos):
a) controlar a movimentação dos alunos no recinto da Escola, orientando-os quanto às normas de
comportamento;
b) informar a Direção de Escola sobre a conduta dos alunos e comunicar as ocorrências;
c) colaborar na divulgação de avisos e instruções;
d) atender aos professores, em sala de aula, nas solicitações de material, nos problemas disciplinares ou de
assistência aos alunos;
e) providenciar encaminhamento a atendimento de alunos no caso de enfermidade ou acidente;
f) executar outras tarefas, relacionadas com a sua área de atuação, que lhe forem atribuídas pelo Diretor de
Escola.
AUXILIAR DE EDUCAÇÃO
A-1 (PAJEM)
São atribuições do Auxiliar de Educação A-1 - Pajem:
a) zelar pela Educação e cuidados coletivos da criança de 0 a 6 anos;
b) planejar atividades e propor uma boa organização do tempo e do espaço, possibilitando que as crianças se
sintam seguras e interfiram nas situações sociais;
c) manter em dia diário de rotina e relatórios mensais do seu trabalho;
d) planejar atividades conjuntamente com os professores a fim de auxiliá-los naquilo que necessitarem.
AUXILIAR ADMINISTRATIVO
B2 -ESCRITURÁRIO
São atribuições do Auxiliar Administrativo B2 - Escriturário:
a) organizar e manter atualizados, prontuários de documentos de alunos, procedendo aos registros e
escrituração relativos à vida escolar, especialmente no que se refere à matrícula, freqüência e histórico escolar;
b) manter o protocolo e o arquivo escolar;
c) atender os alunos e pessoas que venham a tratar de assuntos escolares na secretaria;
d) executar outras tarefas relacionadas com a sua área de atuação que lhe sejam atribuídas pelo Secretário ou
Diretor de Escola.
AUXILIAR ADMINISTRATIVO
D1 – ESCRITURÁRIO ASSISTENTE DE CHEFIA
São atribuições do Auxiliar Administrativo D1 – Escriturário Assistente de Chefia, todas as atividades
relacionadas aos serviços de secretaria. Compete a ele:
a) organizar os serviços de secretaria e arquivo;
b) observar e fazer cumprir as leis vigentes, os despachos e as determinações do Diretor de Escola;
c) elaborar relatórios e instruir processos;
d) manter em dia a correspondência da escola;
e) manter sob a guarda e rigorosamente em dia, todos os livros, pastas e fichas adotadas, quanto à
escrituração;
f) distribuir e coordenar os trabalhos afetos aos Escriturários de Escola, Serventes e Inspetores de aluno;
g) vedar a entrada de pessoas estranhas ao serviço;
h) assegurar a verificação da identidade do aluno e da vida escolar do mesmo;
i) zelar pela elaboração correta de históricos escolares, certificados de conclusão e demais documentos de
escrituração escolar, assinando–os juntamente com o Diretor de Escola.
Prefeitura Municipal de Orlândia, 17 de dezembro de 2002
OSWALDO RIBEIRO JUNQUEIRA NETO
Prefeito Municipal