Edital do Concurso Prefeitura de São Caetano do Sul - SP 2006

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Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul
INSCRIÇÕES:
DE 30 DE OUTUBRO A 10 DE NOVEMBRO DE 2006
As inscrições serão recebidas via Internet, através do site www.caipimes.com.br e no Posto de inscrição instalado
na Instituto Municipal de Ensino Superior de São Caetano do Sul – IMES, à Avenida Goiás, 34000 – Bairro
Barcelona – São Caetano do Sul.
O Processo Seletivo, regido pelo Edital 001/2006, destina-se a classificar candidatos objetivando o preenchimento
de vagas para os empregos existentes e a formação de cadastro reserva para os empregos especificados no
Anexo I do Edital. Antes de se candidatar, o interessado deverá:
1. Ler atentamente as instruções especiais contidas no
Edital 001/2006.
2. Verificar as exigências de escolaridade (anexo I).
3. Verificar as formas de avaliação do Processo
Seletivo.
4. Verificar o cronograma das atividades do Processo
Seletivo.
5. Estar ciente de que, ao fazer sua inscrição, estará
de acordo com o edital, em todos os seus termos.
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PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL
PROCESSO SELETIVO PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS E FORMAÇÃO DE CADASTRO RESERVA
EDITAL Nº 01/2006
A PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL - PMSCS faz saber que realizará PROCESSO SELETIVO para preenchimento de vagas existentes para os empregos públicos especificados no Anexo I e
formação de Cadastro Reserva, deste Edital que regerá a realização do certame, nos termos da legislação pertinente e das INSTRUÇÕES ESPECIAIS abaixo transcritas.
INSTRUÇÕES ESPECIAIS
I - DAS INSCRIÇÕES
1. As inscrições serão recebidas no período de 30 de outubro a 10 de novembro de 2006, via Internet
através do site www.caipimes.com.br
e no Posto de inscrição Instituto Municipal de Ensino Superior
de São Caetano do Sul - IMES sito à Av. Goiás n° 3.400, Bairro Barcelona, São Caetano do Sul,
Estado de São Paulo.
2. NO CASO DE INSCRIÇÃO PELA INTERNET
2.1. As inscrições via Internet serão recebidas no período de 30 de outubro a 10 de novembro de
2006. Às 16 horas (horário de Brasília) de 10 de novembro de 2006, a ficha de inscrição não estará
mais disponibilizada no site.
2.2. Consultar o Boletim Informativo no site www.caipimes.com.br
, preencher a ficha de inscrição e
emitir o boleto bancário com a taxa de inscrição correspondente.
2.3. O candidato deverá pagar a taxa de inscrição na rede bancária de compensação (qualquer banco)
ou via Internet, através de pagamento de ficha de compensação por código de barras, gerado no ato
da inscrição, até 10 de novembro de 2006. (atenção para o horário bancário)
2.4. O pagamento da taxa não poderá ser efetuado através das seguintes modalidades: depósito
bancário, pagamento em Casas Lotéricas, pagamento em Supermercados, ou quaisquer outras formas
que não sejam a prevista no item 2.3 (pagamento de ficha de compensação por código de barras).
2.5. O deferimento da inscrição dependerá do correto e completo preenchimento da Ficha de Inscrição
e pagamento da taxa de inscrição.
2.6. A inscrição via Internet, se confirmada, desobriga o candidato de entregar a Ficha de Inscrição no
posto de inscrição credenciado.
2.7. A pesquisa para acompanhar a situação da inscrição realizada via Internet deverá ser feita no site
www.caipimes.com.br
, na página do Processo Seletivo, após o encerramento do período de
inscrições. Caso seja detectada falta de informação, o candidato deverá entrar em contato com o
IMES, pelo telefone 11-4224-4834, de segunda a sexta-feira, das 10 horas às 16 horas.
2.8. A PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL – PMSCS e o Instituto Municipal de Ensino
Superior de São Caetano do Sul – IMES não se responsabilizarão por solicitações de inscrições, via
Internet, não recebidas por motivo de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação,
congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que
impossibilitem a transferência de dados.
3. NO CASO DE INSCRIÇÃO NO POSTO DE INSCRIÇÃO CREDENCIADO:
3.1. As inscrições serão recebidas no período de 30 de outubro a 10 de novembro de 2006, inclusive
sábado, dia 4 e domingo, dia 5 de outubro de 2006, no Posto de inscrição Instituto Municipal de
Ensino Superior de São Caetano do Sul - IMES sito à Av. Goiás n° 3.400, Bairro Barcelona, São
Caetano do Sul, Estado de São Paulo das 09:00 horas às 15:00 horas. No feriado, 2 de novembro,
não haverá atendimento no posto de inscrição.
3.2. Deverá retirar, gratuitamente, no local determinado no item 1 do Capítulo I - DAS INSCRIÇÕES,
o Boletim Informativo do Candidato e preencher, no próprio posto, com a apresentação de um
documento de identificação, a Ficha de Inscrição para pagamento da taxa, de acordo com a Tabela de
Empregos públicos (Anexo I) destas Instruções Especiais.
3.3. O Boletim Informativo do Candidato estará à disposição dos interessados no site
www.caipimes.com.br
, a partir de 30 de outubro de 2006.
3.4. Deverá preencher a Ficha de Inscrição e o boleto bancário no próprio posto, e entregar,
obrigatoriamente, aos receptores das inscrições a ficha preenchida, mantendo sob seu poder,
exclusivamente, o boleto bancário para pagamento da taxa, que poderá ser efetuado na rede bancária
de compensação (qualquer banco), ou via Internet, através de ficha de compensação por código de
barras.
3.5. O pagamento da taxa não poderá ser efetuado através das seguintes modalidades: depósito
bancário, pagamento em Casas Lotéricas, pagamento em Supermercados, ou quaisquer outras formas
que não sejam a prevista no item 3.4 (pagamento de ficha de compensação por código de barras).
4. A validação da inscrição será efetuada mediante o pagamento da taxa. O candidato que, mesmo
tendo efetuado o preenchimento da ficha no posto ou através da Internet não efetuar o pagamento da
taxa, não terá sua inscrição validada e não poderá participar do PROCESSO SELETIVO.
5. O pagamento da importância poderá ser efetuado em dinheiro ou cheque do próprio candidato. O
pagamento efetuado em cheque somente será considerado quitado após compensação. Caso haja
devolução do cheque por qualquer motivo, a inscrição será considerada sem efeito.
6. Não haverá, em nenhuma hipótese, isenção da taxa de inscrição.
7. A Taxa de inscrição não será devolvida em nenhuma hipótese.
8. Poderá inscrever-se para até 2 (duas) opções, devendo preencher uma ficha de inscrição para cada
opção escolhida e recolher o valor correspondente a cada inscrição a ser realizada.
8.1. O IMES promoverá condições para a realização de provas que atendam aos interesses dos
candidatos que se inscreverem para duas opções, em locais, horários e condições que serão
explicitadas no Edital de Convocação para as Provas e no Cartão de Convocação do Candidato.
9. Não poderá, em hipótese alguma, requerer devolução da importância paga e/ou alteração do
código referente à opção a que estiver se candidatando, mesmo que, posteriormente, seja constatado
erro por parte do candidato, ao registrar o código da opção desejada.
10. No caso de inscrição por procuração, o procurador deverá apresentar o instrumento de mandato,
o seu documento de identidade, e se responsabilizará pelo preenchimento da ficha, e pagamento da
taxa de inscrição. Será exigida uma procuração para cada candidato, no ato da inscrição, uma para
cada opção de emprego público, a qual ficará retida.
10.1. Nenhum documento ficará retido no ato da inscrição, exceto a ficha de inscrição preenchida e a
procuração, quando for o caso.
10.2. O candidato e o respectivo procurador respondem, civil e criminalmente, pelas informações
prestadas na ficha de inscrição.
11. As informações prestadas na Ficha de Inscrição são de inteira responsabilidade do candidato, ou
de seu procurador, cabendo aos executores o direito de excluir desta Seleção aquele que preenchê-la
com dados incorretos ou rasurados, bem como aquele que prestar informações inverídicas, ainda que
o fato seja constatado posteriormente, sob pena de praticar o crime previsto no artigo 299, do Código
Penal, além da responsabilidade civil pelos eventuais prejuízos que causou ou vierem a causar à
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL.
12. As fichas de inscrição deverão ser preenchidas no posto de inscrição ou via Internet, pelo próprio
candidato ou seu procurador.
13. O candidato fará sua inscrição por códigos indicativos da opção do emprego público, conforme
Tabela de Empregos Públicos (Anexo I).
14. O candidato ao se inscrever, estará declarando, sob as penas da Lei, satisfazer as seguintes
condições:
14.1. Estar de acordo com os termos destas Instruções Especiais;
14.2. Ser brasileiro nato ou naturalizado, cidadão português ou estrangeiro em situação regular no
Brasil, nos termos do artigo 1º da Lei nº 13.404 de 08/08/2002, regulamentada pelo Decreto nº
42.813 de 28/01/2003.
14.3. Estar em pleno exercício de seus direitos civis e políticos;
14.4. Estar quites com a Justiça Eleitoral.
14.5. Ter a idade mínima de 18 (dezoito) anos completos na data da Contratação.
14.6. Quando do sexo masculino, estar quite com o Serviço Militar;
14.7. Não ter sido, quando do exercício do emprego, ou função pública, demitido por justa causa ou a
bem do serviço publico.
14.8. Não ter antecedentes criminais;
14.9. Gozar de boa saúde física e mental e não ser portador de deficiência incompatível com o
exercício das funções atinentes ao emprego público a que concorre.
15. No ato da inscrição NÃO serão solicitados comprovantes dos pré-requisitos contidos no Anexo I
destas Instruções Especiais e das exigências contidas no item 14 deste capítulo. No entanto, será
automaticamente eliminado do cadastro de candidatos inscritos aquele que não os apresentar na
convocação para admissão no PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL - PMSCS, sendo
declarada nula a sua inscrição e todos os atos dela decorrentes.
16. Não serão aceitas inscrições por via postal, fac-símile, condicionais e/ou extemporâneas.
Verificando-se, a qualquer tempo, o recebimento de inscrição que não atenda a todos os requisitos
fixados, será ela tornada sem efeito.
17. A inscrição do candidato implicará o conhecimento e tácita aceitação das normas e condições
estabelecidas neste Edital, em relação às quais não poderá alegar desconhecimento. O deferimento da
inscrição dar-se-á mediante o correto preenchimento da Ficha de inscrição e o pagamento da efetiva
taxa.
II – CANDIDATOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA
1. Será assegurado aos candidatos portadores de deficiência, nos termos do que dispõe a legislação
pertinente o percentual de 5% (cinco por cento) do número de vagas para cada emprego público,
respeitando-se o critério de aproximação para o número inteiro subseqüente se o cálculo resultar em
número inteiro seguido de fração.
1.1. Aos candidatos portadores de deficiência aplicam-se, no que couber, as normas constantes do
Decreto Federal n.º 3298 de 20/12/99.
1.2. Serão consideradas pessoas portadoras de deficiência(s) aquelas que se enquadrarem nas
categorias discriminadas nos artigos 3º e 4º do Decreto Federal n.º 3298 de 20/12/99.
1.3. Não serão considerados como deficiência, os distúrbios passíveis de correção.
2. Antes de efetuar sua inscrição, o portador de deficiência(s) deverá observar a síntese das
atribuições dos empregos públicos, constante no Anexo I, destas Instruções Especiais.
3. O candidato portador de deficiência, ou aquele que necessitar de condições especiais para a
realização das provas, deverá solicitá-las, na própria ficha de inscrição disponível na Internet e no
posto de inscrição, no período de realização das inscrições.
3.1. O candidato cego ou amblíope deverá solicitar, na ficha de inscrição, a confecção de prova em
Braile ou Ampliada especificando o tipo de deficiência e a(s) opção(ões) em que se inscreveu.
3.2. Aos deficientes visuais (cegos), serão oferecidas provas no sistema Braile e suas respostas
deverão ser transcritas também em Braile. Os referidos candidatos deverão levar para esse fim, no
dia da aplicação da prova, reglete e punção. Aos deficientes visuais (amblíopes) serão oferecidas
provas ampliadas, com tamanho de letra correspondente a corpo 24.
3.3. O candidato que não solicitar a prova especial no prazo mencionado não terá a prova preparada,
seja qual for o motivo alegado, estando impossibilitado de realizar a prova.
4. O candidato inscrito como portador de deficiência deverá, até o último dia do período das
inscrições, protocolar pessoalmente ou enviar via Sedex, ao Instituto Municipal de Ensino Superior de
São Caetano do Sul - IMES (Coordenadoria de Apoio a Instituições Públicas), sito à Av. Goiás, n
o
3400, Bairro Barcelona, São Caetano do Sul, SP CEP 09550-051, Laudo Médico atestando a espécie e
o grau ou nível da deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação
Internacional de Doença – CID, bem como a provável causa da deficiência, inclusive para assegurar
previsão de adaptação da sua prova, conforme estabelecido no Decreto Federal n.º 3298 de
20/12/99. O candidato deficiente que não apresentar o Laudo Médico, conforme especificado acima,
não poderá dispor da vaga a ele destinada, permanecendo na listagem geral de aprovados com a sua
classificação original.
5. As pessoas portadoras de deficiência, resguardadas as condições especiais previstas no Decreto
Federal 3298/99, particularmente em seu artigo de n.º 40, participarão da Seleção em igualdade de
condições com os demais candidatos, no que se refere ao conteúdo das provas, à avaliação e aos
critérios de aprovação, ao horário e ao local de aplicação das provas, assim como às etapas da 2ª
Fase.
6. A relação dos candidatos inscritos como pessoas portadoras de deficiência será publicada
separadamente da lista geral dos inscritos, da qual também fará parte integrante. A divulgação dos
resultados finais da Seleção será através de publicação em duas listas, contendo a primeira, os
resultados de todos os candidatos, inclusive a dos portadores de deficiência, e a segunda somente os
resultados destes últimos.
6.1. Não havendo candidatos aprovados, para o atendimento previsto neste item, as vagas reservadas
a deficientes serão preenchidas por candidatos não portadores de deficiência, na estrita observância
da ordem classificatória.
7. Todos os candidatos inscritos como deficientes que forem classificados serão convocados para
Exame Médico Específico para a avaliação da deficiência declarada.
8. Serão excluídos da listagem de deficientes os candidatos:
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8.1. que não comparecerem ao Exame Médico Específico no local, data e horário estabelecido no
Edital de Convocação.
8.2. cujo parecer médico oficial seja contrário à condição de portador de deficiência.
9. O candidato portador de deficiência que não realizar as inscrições conforme instruções constantes
neste Capítulo, não poderá impetrar recurso em favor de sua situação.
10. Após a contratação do candidato, a deficiência existente não poderá ser argüida para justificar a
readaptação funcional ou a concessão de aposentadoria, salvo se dela advierem complicações que
venham a produzir incapacidade ocupacional parcial ou total.
III - DAS FORMAS DE AVALIAÇÃO DOS CANDIDATOS
1. A avaliação será realizada de acordo com o que dispõem:
1.1. O Anexo I deste Edital, na coluna Formas de Avaliação;
1.2.O Anexo II – Conteúdos Programáticos, constante deste Edital.
2. As provas objetivas serão avaliadas na escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos, sendo eliminatórias
e classificatórias.
3. Primeira Fase:
3.1. As provas objetivas constarão de questões de múltipla escolha, com quatro alternativas, e
versarão sobre assuntos dos Conteúdos Programáticos (Anexo II) constantes nestas Instruções
Especiais.
3.2. As Provas Objetivas serão estatisticamente avaliadas de acordo com o desempenho do grupo de
cada opção a ela submetida. Considera-se grupo o total de candidatos inscritos em cada opção,
presentes à prova.
3.3. Na avaliação das respectivas provas será utilizado o escore padronizado com média igual a 50
(cinqüenta) e desvio padrão igual a 10 (dez).
3.4. A nota da prova de cada candidato resultará da diferença entre o escore bruto e a média do
grupo da opção, dividida pelo desvio padrão da distribuição, multiplicada por 10 (dez) e acrescida de
50 (cinqüenta).
3.5. O escore bruto corresponde ao número de acertos que o candidato obtém na prova.
3.6. A padronização das notas de cada prova tem por finalidade avaliar o desempenho do candidato
em relação aos demais em cada opção.
3.7. Na avaliação da prova, o programa de computação eletrônica:
· conta o total de acertos de cada candidato na prova;
· calcula a média e o desvio padrão, dos acertos de todos os candidatos de cada opção presentes à
prova;
· transforma o total de acertos de cada candidato em nota padronizada, para isso, calcula a diferença
entre o total de acertos da prova e a média de acertos do grupo, divide pelo desvio padrão, multiplica
o resultado por 10 (dez) e soma 50 (cinqüenta)
_
EP = (A –X)
x 10 + 50
s
Onde:
A = total de acertos multiplicado pelo valor da questão
_
X = média do grupo
s = desvio padrão
EP = escore padronizado
3.8. Para os empregos que exigirem fase única (Prova Objetiva): os candidatos serão,
preliminarmente, listados pela ordem decrescente da nota obtida na prova. Obtida a lista por ordem
decrescente de notas, aplicar-se-á o critério de Nota de Corte com o objetivo de se obter, quando
possível, um número de candidatos classificados, de acordo com o que estabelece a Tabela 1,
obedecidos os critérios de desempate. Os demais serão eliminados do PROCESSO SELETIVO,
obedecido o critério de nota de corte.
3.8.1. A nota final, neste caso, será a nota obtida na prova objetiva.
4. Segunda Fase
4.1.Para os empregos que exigirem duas fases de avaliação (Prova Objetiva e Prova Prática ou
Avaliação de Potencialidade): os candidatos serão, preliminarmente, listados pela ordem decrescente
da nota obtida na prova. Obtida a lista por ordem decrescente de notas, aplicar-se-á o critério de Nota
de Corte com o objetivo de se obter, quando possível, um número de candidatos habilitados para a
realização da segunda fase, de acordo com o que estabelece a Tabela 1.
4.2. Havendo empate na última colocação na Primeira Fase, todos os candidatos que obtiverem a
nota de empate serão habilitados para realização da Segunda Fase, quando for o caso. Os demais
serão eliminados do PROCESSO SELETIVO, obedecido o critério de nota de corte.
4.3. A publicação da lista de candidatos habilitados para a realização da segunda fase aos empregos
públicos será feita em ordem alfabética de nomes.
4.4. Não serão divulgados resultados parciais
4.5. As convocações ocorrerão, por ordem alfabética, através do Edital de divulgação dos resultados
da 1
a
Fase a ser publicado no Diário do Grande ABC e disponibilizado para consulta via Internet no site
do IMES www.caipimes.com.br
. A convocação dos candidatos habilitados para a realização da
segunda fase, quando for o caso, será realizada exclusivamente pela publicação no Diário do Grande
ABC e pela internet.
4.6. As Provas Práticas e a Avaliação de Potencialidades serão avaliadas na escala de 0 (zero) a 100
(cem) pontos, podendo ocorrer a eliminação de candidatos nas seguintes situações:
4.6.1. Não atendimento por parte do candidato das condições previstas no Edital de Convocação.
4.6.2. Não comparecimento do candidato.
4.6.3. Obtiver nota zero.
4.7. De acordo com a especificidade dos empregos públicos serão realizadas as avaliações
especificadas e descritas a seguir.
4.7.1. Prova Prática de Habilidades Específicas: A Prova Prática para os empregos relacionados no
Anexo I será realizada com o objetivo do candidato demonstrar habilidades práticas sobre o manuseio
de equipamentos e materiais e sobre a execução de atividades próprias do emprego para o qual se
candidatou, utilizando-se do instrumental, dos equipamentos e materiais que lhe serão
disponibilizados.
4.7.2. Avaliação de Potencialidade: A avaliação será realizada por Banca Examinadora do IMES. À
Banca Examinadora, caberá a avaliação quanto aos aspectos psicológicos identificados na etapa de
avaliação de potencialidade, correlacionando-os às características necessárias ao emprego, por
métodos, técnicas e instrumentos de Avaliação Psicológica, através da análise quantitativa e
qualitativa de aspectos psicológicos apresentados pelos candidatos, tendo como parâmetro a
especificidade das atribuições do emprego. Serão avaliados os seguintes aspectos psicológicos: nível
intelectual, aptidões específicas, habilidade no relacionamento interpessoal, capacidade de
comunicação, controle emocional, iniciativa, capacidade de análise, capacidade de planejamento e
organização e capacidade de liderança. A Avaliação de Potencialidade será realizada através de
técnicas de dinâmica de grupo.
TABELA 1
COD DENOMINAÇÃO DA FUNÇÃO Nº DE VAGAS
CADASTRO
RESERVA
CANDIDATOS CONVOCADOS
PARA A SEGUNDA FASE (*)
NÚMERO FINAL
DE CANDIDATOS
CLASSIFICADOS (**)
1. AUXILIAR DA PRIMEIRA INFÂNCIA 263 137 500 400
2. INSPETOR DE ALUNOS 27 23 100 50
3. MERENDEIRA 20 20 50 40
4. PORTEIRO 5 5 30 20
5. PROFESSOR I ENSINO FUNDAMENTAL 57 43 150 100
6. PROFESSOR II ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS 7 13 Fase Única 20
7. PROFESSOR II BIOLOGIA 10 10 Fase Única 20
8. PROFESSOR II CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS 8 12 Fase Única 20
9. PROFESSOR II CONTABILIDADE 2 8 Fase Única 10
10. PROFESSOR II EDUCAÇÃO ARTÍSTICA 11 9 Fase Única 20
11. PROFESSOR II EDUCAÇÃO FÍSICA 7 13 Fase Única 20
12. PROFESSOR II – ESPANHOL 1 9 Fase Única 10
13. PROFESSOR II ESTATÍSTICA 1 9 Fase Única 10
14. PROFESSOR II FILOSOFIA 4 6 Fase Única 10
15. PROFESSOR II FÍSICA 8 12 Fase Única 20
16. PROFESSOR II GEOGRAFIA 16 14 Fase Única 30
17. PROFESSOR II HISTÓRIA 22 18 Fase Única 40
18. PROFESSOR II INFORMÁTICA 9 11 Fase Única 20
19. PROFESSOR II – INGLÊS 15 15 Fase Única 30
20. PROFESSOR II – ITALIANO 1 9 Fase Única 10
21. PROFESSOR II MATEMÁTICA 28 22 Fase Única 40
22. PROFESSOR II PORTUGUÊS 29 21 Fase Única 40
23. PROFESSOR II PSICOLOGIA 1 9 Fase Única 10
24. PROFESSOR II PUBLICIDADE 3 7 Fase Única 10
25. PROFESSOR II QUÍMICA 8 12 Fase Única 20
26. PROFESSOR II SOCIOLOGIA 4 16 Fase Única 20
27. PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL 16 24 60 40
28. SERVENTE PROVEDOR 17 23 Fase Única 40
29. VIGIA 8 12 30 20
(*) Havendo empate na última colocação nas Provas Objetivas, todos os candidatos que obtiverem a nota de empate comporão a lista de habilitados para a realização da 2
a
Fase.
(**) Para preenchimento das vagas divulgadas no Anexo I, bem como, daquelas vagas que forem autorizadas no prazo de validade da Seleção (cadastro reserva).
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IV – DOS PROCEDIMENTOS
1. As provas objetivas (Primeira Fase) serão realizadas no Instituto Municipal de Ensino Superior de
São Caetano do Sul – IMES (Campus I e/ou Campus II), em datas e horários a serem comunicados
oportunamente por meio de publicação dos Editais de convocação publicados no Diário do Grande ABC
e Cartões de Convocação que serão encaminhados pelo Correio, exclusivamente para a realização das
provas objetivas.
1.1. O envio dos Cartões tem caráter auxiliar na informação do candidato, não sendo aceita a
alegação de não recebimento como justificativa de ausência ou de comparecimento em data, local ou
horários incorretos, uma vez que a comunicação oficial dar-se-á através dos Editais publicados no
Diário do Grande ABC.
1.2. O candidato que não receber o Cartão de Convocação até o 4º.
º
(quarto) dia que antecede à
realização das provas, poderá obter as informações através do site do IMES:
http://www.caipimes.com.br, ou dirigir-se ao PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL -
PMSCS, para verificar em painel localizado na portaria da sua sede, no Paço Municipal, Bairro
Cerâmica, São Caetano do Sul e no Instituto Municipal de Ensino Superior de São Caetano do Sul, na
Avenida Goiás 3.400, Bairro Barcelona, São Caetano do Sul, as listas afixadas, contendo o local e
horário definidos para a realização de sua prova.
1.3. Eventualmente, se, por qualquer que seja o motivo, o nome do candidato não constar da lista dos
candidatos inscritos, deverá acessar o site www.caipimes.com.br
, ou entrar em contato com o
Instituto Municipal de Ensino Superior de São Caetano do Sul, pelo telefone 11-4224-4834, de
segunda a sexta-feira, das 10 horas ás 16 horas, para verificar o ocorrido.
1.3.1. Ocorrendo o caso constante deste item, poderá o candidato participar do Processo Seletivo e
realizar a prova, se apresentar o respectivo comprovante de pagamento, efetuado nos moldes
previstos neste Edital, devendo, preencher, no dia da prova, formulário específico.
1.3.2. A inclusão de que trata este item será realizada de forma condicional, sujeita a posterior
verificação quanto à regularidade da referida inscrição.
2. A convocação para a realização da prova prática e da avaliação de potencialidade será
exclusivamente por edital a ser publicado no Diário do Grande ABC, pela sua afixação no
Paço Municipal da Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul, no Pátio do Imes e via
internet.
3. Os eventuais erros de digitação, verificados no cartão informativo enviado ao candidato, quanto a
nome, número do CPF, sexo, data de nascimento, endereço, a ser ou não portador de deficiência etc.
deverão ser corrigidos somente no dia das respectivas provas.
3.1. Não será admitida troca de Opção de Emprego público.
4. Não serão admitidas solicitações, anteriores ou posteriores, de aplicação de provas em local, dia e
horário fora dos pré-estabelecidos.
5. Somente será admitido à sala de provas o candidato que estiver munido de Cédula Oficial de
Identidade ou Carteira expedida por Órgão ou Conselho de Classe ou de Carteira de Trabalho e
Previdência Social ou de Certificado de Reservista ou CNH com foto. Como o documento não ficará
retido, será exigido a apresentação do original, não sendo aceitas cópias, ainda que autenticadas. O
documento deve estar em perfeito estado de conservação, de forma a permitir, com clareza, a
identificação do candidato.
6. Os candidatos deverão comparecer ao local da prova pelo menos 30 (trinta) minutos antes da hora
marcada, munidos de cartão de identificação (comprovante de inscrição) e de um dos documentos
citados no item anterior, caneta esferográfica azul ou preta, lápis preto n° 2 e borracha. O Edital de
Convocação para realização das provas explicitará os horários de suas respectivas realizações, assim
como os horários de fechamento dos portões dos locais onde se realizarão.
7. Os candidatos só poderão se ausentar do recinto de provas após 30 (trinta) minutos do início das
mesmas.
8. Será vedado ao candidato se ausentar do recinto de provas. Em casos especiais, o candidato será
acompanhado pelo fiscal.
8.1. A candidata que tiver necessidade de amamentar, deverá levar um (a) acompanhante que ficará
em sala reservada e que será responsável pela guarda da criança. Não haverá compensação do tempo
de amamentação ao tempo de prova da candidata.
8.2. Não haverá prorrogação do tempo previsto para a aplicação da prova em virtude de afastamento,
por qualquer motivo, de candidato do recinto de prova.
9. Não haverá segunda chamada, seja qual for o motivo alegado para justificar o atraso ou a ausência
do candidato.
10. Nas provas de questões objetivas o candidato deverá assinalar suas respostas, na Folha de
Respostas Definitiva, com caneta esferográfica de tinta preta ou azul, assinando-a.
10.1 Não serão computadas questões não assinaladas ou assinaladas em desacordo da orientação, a
lápis ou que contenham mais de uma resposta, emenda ou rasura, ainda que legível.
11. Será excluído do PROCESSO SELETIVO o candidato que:
11.1. Apresentar-se após o horário estabelecido ou em local diferente do designado;
11.2. Não comparecer às provas seja qual for o motivo alegado;
11.3. Não apresentar o documento de identidade exigido;
11.4. Ausentar-se da sala de prova sem o acompanhamento do fiscal ou antes de decorridos 30
(trinta) minutos do início das provas;
11.5. For surpreendido em comunicação com outras pessoas ou utilizando-se de livros, notas,
impressos não permitidos, calculadora, telefone celular ou qualquer outro equipamento ou
instrumento eletrônico;
11.6. Lançar mão de meios ilícitos para a execução das provas;
11.7. Não devolver integralmente o material recebido, exceto a Folha de Respostas Intermediária.
11.8. Perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos;
11.9. Agir com descortesia em relação aos examinadores e seus auxiliares ou autoridades presentes.
11.10. Fizer anotação de informações relativas às suas respostas em qualquer material que não o
fornecido pelo Instituto Municipal de Ensino Superior de São Caetano do Sul
12. O candidato ao terminar a prova entregará ao fiscal, seu caderno de questões, recebendo, neste
ato, a Folha de Respostas Definitiva para transposição das respostas.
12.1. A Folha de Respostas Intermediária ficará em poder do candidato para posterior conferência do
gabarito.
13. Em hipótese alguma haverá segunda chamada, vista, revisão de provas ou de resultados, em
quaisquer das formas de avaliação, nas diferentes fases do PROCESSO SELETIVO, seja qual for o
motivo alegado.
13.1 Qualquer dúvida relacionada à questão da prova poderá ser registrada em impresso próprio
(Folha de Ocorrência), fornecido pela autoridade competente da sala, no decorrer ou término da
prova.
14. Por razões de ordem técnica, de segurança e de direitos autorais adquiridos, o IMES não fornecerá
exemplares dos cadernos de questões aos candidatos ou a Instituições de Direito Público ou Privado,
mesmo após o encerramento do PROCESSO SELETIVO.
15. Todos os candidatos poderão, a critério do IMES, ser submetidos ao processo de identificação
digital.
V – DA DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS, DA HABILITAÇÃO E DA CLASSIFICAÇÃO
1. Os resultados da primeira fase serão publicados por ordem alfabética para fins de convocação para
realização da segunda fase.
1.1. Não haverá publicação de resultados parciais.
2. A classificação será única para cada emprego codificado.
3. Os candidatos serão classificados em ordem decrescente de nota final, em lista de classificação
para cada opção.
4. Os candidatos inscritos como portadores de deficiência classificados, serão listados na relação geral
e em lista específica.
5. Na hipótese de igualdade de nota final, constituem-se, sucessivamente, critérios de desempate:
5.1. maior idade
5.2. maior número de filhos
5.3. maior nota na Prova Objetiva.
VI - DOS RECURSOS
1. Será admitido recurso quanto à realização das provas, ao gabarito das Provas Objetivas e ao
resultado do Processo Seletivo.
2. Os recursos deverão ser interpostos nos seguintes prazos:
2.1. 1 (um) dia útil da realização das provas;
2.2. 2 (dois) dias úteis da divulgação dos gabaritos;
2.3. 2 (dois) dias úteis da publicação dos resultados parciais ou finais;
2.4. 2 (dois) dias úteis da classificação final.
3. Somente serão apreciados os recursos interpostos dentro do prazo.
4. Todos os recursos serão protocolados junto ao INSTITUTO MUNICIPAL DE ENSINO SUPERIOR DE
SÃO CAETANO DO SUL – IMES, localizado na Avenida Goiás 3.400, Bairro Barcelona, São Caetano do
Sul – SP, Coordenadoria de Apoio a Instituições Públicas – CAIP, no horário das 10 às 16 horas.
5. O recurso interposto fora do respectivo prazo não será aceito, sendo considerada, para tanto, a
data de sua protocolização no IMES.
6. A Banca Examinadora do IMES, constitui última instância para recurso, sendo soberana em suas
decisões, razão pela qual não caberão recursos adicionais.
7. O(s) ponto(s) relativo(s) à(s) questão(ões) eventualmente anulada(s) será(ão) atribuído(s) a todos
os candidatos que responderam tal(is) questão(ões).
8. A decisão do recurso será dada a conhecer, coletivamente, e apenas quanto aos pedidos que forem
deferidos.
9. Não serão aceitos recursos interpostos por e-mail, fac-símile, telex, telegrama ou outro meio que
não seja o especificado nestas Instruções Especiais.
VII - CRONOGRAMA PREVISTO
Observação: as Provas Objetivas poderão ser realizadas nas datas de 26 de novembro e/ ou 17 de
dezembro. Portanto, até que seja publicado o Edital de Convocação para realização das Provas
Objetivas, os candidatos deverão reservar essas datas para sua realização.
Atividade / Procedimento Período / Datas Sugeridas
Período de Realização das Inscrições 30 de outubro a
10 de novembro de 2006
Data Provável para realização das Provas Objetivas 26 de novembro de 2006 e/ou
17 de dezembro de 2006
Divulgação dos gabaritos, dos resultados das provas
objetivas e convocação para realização das provas práticas
Até 9 de dezembro de 2006
Data provável para realização da Avaliação de Potencialidade
e Provas Práticas e/ou Provas Objetivas
17 de dezembro de 2006
Data Provável para Publicação dos Resultados Finais Até 23 de dezembro de 2006
VIII – DA COMPROVAÇÃO DOS PRÉ-REQUISITOS
1. Após a homologação do resultado do PROCESSO SELETIVO, a PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO
CAETANO DO SUL - PMSCS convocará apenas os candidatos aprovados, de acordo com a sua
necessidade e de acordo com a lista de classificação, para comprovação dos pré-requisitos, quando o
candidato deverá apresentar o original e xerox dos seguintes documentos:
Carteira de Trabalho e Previdência Social;
Certificado de conclusão de escolaridade prevista no Anexo I (conforme exigência do emprego);
Comprovação de inscrição em entidade de classe, quando necessária;
Cédula de Identidade;
O Edital de convocação do candidato estabelecerá prazo para a apresentação da documentação.
2. A PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL - PMSCS, no momento da comprovação dos
pré-requisitos, coletará a assinatura do candidato e procederá a autenticação digital no Cartão de
Autenticação Digital, se necessário.
IX – DO EXAME MÉDICO PRÉ-ADMISSIONAL
1. Concluídas as etapas anteriores, os candidatos deverão ser submetidos ao Exame Médico Pré-
Admissional, que será realizado com base nas funções inerentes ao emprego público ao qual concorre,
considerando-se as condições de saúde desejáveis ao exercício das mesmas, incluindo-se entre eles,
os portadores de deficiência.
2. Os candidatos realizarão Exame Médico Pré-Admissional após comprovação dos pré-requisitos.
3. Apenas serão encaminhados para admissão os candidatos aprovados no Exame Médico Pré-
Admissional.
4. O Exame Médico Pré-Admissional será realizado pela PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO
DO SUL - PMSCS ou entidades credenciadas pela mesma, se necessário.
5. O Exame Médico Pré-Admissional deverá ser realizado em prazo a ser estabelecido no ato de sua
convocação, não se admitindo prorrogação para apresentação de seus resultados.
X – DA CONTRATAÇÃO
1. A aprovação no Processo Seletivo não implica em obrigatória contratação, cabendo à PREFEITURA
MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL - PMSCS o direito de aproveitar os candidatos, observada a
ordem de classificação final, obedecendo o limite de vagas existente, das que vierem a vagar, e das
5
que forem criadas posteriormente, durante o prazo de validade deste Processo Seletivo, a exclusivo
critério e necessidade da PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL - PMSCS.
2. O candidato, por ocasião da sua admissão no Quadro de Pessoal da PREFEITURA MUNICIPAL DE
SÃO CAETANO DO SUL - PMSCS, declarará sua condição relativa à não acumulação de empregos
públicos.
3. Por ocasião da CONVOCAÇÃO PARA ADMISSÃO DO EMPREGO PÚBLICO, o candidato deverá
apresentar os seguintes documentos:
02 (duas) fotos 3 x 4 recente (coloridas e sem data);
Certidão de Casamento, se casado;
Certidão de Nascimento;
dula de Identidade (original e xerox);
Cadastro de Pessoas Físicas - CPF (original e xerox);
Título de Eleitor;
Comprovante de votação ou justificativa (última eleição);
Certificado Militar (sexo masculino);
Certidão de Nascimento dos filhos com até 21 anos de idade ou até 24 anos, se universitário;
Caderneta de Vacinação atualizada dos filhos menores de 5 anos;
Extrato de participação no PIS ou PASEP;
Comprovante de residência (conta de luz ou conta de telefone - original e xerox);
pia do Registro do Órgão de Classe.
Declaração Negativa de Antecedentes Criminais
3.1. Não serão aceitos protocolos dos documentos exigidos.
3.2. A não apresentação de qualquer dos documentos acima implicará na impossibilidade de
contratação.
4. O candidato que não comparecer em qualquer uma das fases será excluído automaticamente do
PROCESSO SELETIVO.
5. A aprovação no Processo Seletivo e a classificação definitiva geram para o candidato apenas à
expectativa de direito à contratação, reservando-se a Administração da PMSCS o direito de proceder
às convocações dos candidatos aprovados para as contratações, em número que atenda ao interesse
e às necessidades do serviço, de acordo com a disponibilidade financeira e durante o prazo de
validade do Processo Seletivo, obedecida a ordem de classificação dos candidatos.
6. Os candidatos classificados para o preenchimento das vagas existentes serão convocados através
de telegrama e publicação no Diário do Grande ABC.
XI - VALIDADE DO PROCESSO SELETIVO
1. O PROCESSO SELETIVO será válido por um prazo de 01 (um) ano, a contar da publicação do Edital
de Homologação da mesma no Diário do Grande ABC., podendo ser prorrogado, por igual período, a
critério da PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL - PMSCS.
XII - DISPOSIÇÕES FINAIS
1. Na hipótese de alteração de denominação de emprego decorrente de Lei Municipal ou de Plano de
Cargos e Salários, o candidato classificado poderá ser convocado se as atribuições do novo emprego
forem compatíveis.
2. A inscrição do candidato implicará o conhecimento e a tácita aceitação das condições do PROCESSO
SELETIVO, estabelecidas nestas Instruções Especiais, das quais não poderá alegar desconhecimento.
3. A inexatidão das declarações, irregularidades de documentos ou outras irregularidades constatadas
no decorrer do processo, ou posteriormente, eliminará o candidato do PROCESSO SELETIVO,
anulando-se todos os atos decorrentes da sua inscrição.
4. O candidato que não comparecer em qualquer uma das fases será excluído
automaticamente do Processo Seletivo.
5. Todas as convocações e avisos referentes a provas e resultados, bem como homologação e
prorrogação do PROCESSO SELETIVO, serão publicados no Diário do Grande ABC e na Internet.
6. O candidato aprovado deverá manter junto à PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL -
PMSCS, durante a validade deste PROCESSO SELETIVO, seu endereço atualizado, visando eventuais
convocações. Não lhe caberá qualquer reclamação caso não seja possível convocá-lo por falta dessa
atualização. Quando houver mudança de telefone ou endereço, o candidato deverá encaminhar carta
constando o nome do PROCESSO SELETIVO, o nome do candidato, o emprego público a que está
concorrendo, a referida alteração e assinatura e protocolar junto à PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO
CAETANO DO SUL - PMSCS, no Paço Municipal, Bairro Cerâmica, São Caetano do Sul.
7. Não será fornecido ao candidato qualquer documento comprobatório de classificação no PROCESSO
SELETIVO, valendo para esse fim, a homologação publicada no Diário do Grande ABC.
8. Caberá ao Prefeito Municipal de São Caetano do Sul, após a conclusão de todas as provas e
ultrapassado o último prazo para interposição de eventuais recursos, homologar os resultados deste
PROCESSO SELETIVO.
9. Todas as convocações para preenchimento de vagas serão publicadas no Diário do Grande ABC e os
candidatos serão informados através de telegrama, de acordo com a ordem de classificação final.
10. Os itens destas Instruções Especiais poderão sofrer eventuais alterações, atualizações ou
acréscimos, enquanto não consumada a providência ou evento que lhes disser respeito, ou até a data
da convocação dos candidatos para a prova correspondente, circunstância que será mencionada em
aviso a ser publicado no Diário do Grande ABC.
11. Os casos omissos serão resolvidos conjuntamente pelo IMES e pela COMISSÃO DE PROCESSO
SELETIVO no que tange à realização deste PROCESSO SELETIVO.
12. Decorridos 120 (cento e vinte) dias da homologação do PROCESSO SELETIVO, e não se
caracterizando óbice administrativo ou legal, é facultado a incineração das provas e demais registros
escritos, mantendo-se, entretanto, pelo período de validade do PROCESSO SELETIVO, os registros
eletrônicos a ele referentes
13. É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar todas as publicações e avisos referentes à
este PROCESSO SELETIVO, publicados no Diário do Grande ABC e na Internet nos sites
www.caipimes.com.br
.
14. Os candidatos poderão ser submetidos, em todas as fases do PROCESSO SELETIVO, ao processo
de identificação digital, a critério do IMES.
15. O IMES e a PMSCS, eximem-se das despesas com viagens e estada dos candidatos para prestar
as provas do PROCESSO SELETIVO 01/2006.
São Caetano do Sul, 26 de outubro de 2006
SILMARA REGINA CUEL COIMBRA
PRESIDENTE DA COMISSÃO DE CONCURSO
ANEXO I – Tabela de Empregos Públicos
COD DENOMINAÇÃO DA FUNÇÃO VAGAS
CADASTRO
RESERVA
PRÉ – REQUISITOS
CARGA
HORÁRIA
VENCIMENTOS
TAXAS DE
INSCRIÇÃO
FORMA DE
AVALIAÇÃO (Tipo
de Prova)
1. AUXILIAR DA PRIMEIRA INFÂNCIA 263 137 Ensino Fundamental Completo 33 hs Semanais R$ 850,00 R$ 25,00 CB/CE/AP
2. INSPETOR DE ALUNOS 27 23 Ensino Fundamental Completo 44 hs Semanais R$ 850,00 R$ 25,00 CB/CE/AP
3. MERENDEIRA 20 20 Ensino Fundamental Incompleto (1ª a 4ª série) 36 hs Semanais R$ 850,00 R$ 25,00 CB/PS/PP
4. PORTEIRO 5 5 Ensino Fundamental Incompleto (1ª a 4ª série) 44 hs Semanais R$ 850,00 R$ 25,00 CB/PS/AP
5. PROFESSOR I ENSINO FUNDAMENTAL 57 43
Ensino Médio com habilitação 1ª a 4ª séries do Ensino
Fundamental ou Licenciatura Plena em Pedagogia com
habilitação 1ª a 4ª séries do Ensino Fundamental
Variável R$ 5,83 h/a R$ 25,00 CE/AP
6. PROFESSOR II ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS 7 13 Nível Universitário/ Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
7. PROFESSOR II BIOLOGIA 10 10 vel Universitário/ Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
8. PROFESSOR II CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS 8 12 Nível Universitário/ Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
9. PROFESSOR II CONTABILIDADE 2 8 vel Universitário/ Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
10. PROFESSOR II EDUCAÇÃO ARTÍSTICA 11 9 Nível Universitário/ Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
11. PROFESSOR II EDUCAÇÃO FÍSICA 7 13 vel Universitário/ Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
12. PROFESSOR II ESPANHOL 1 9 Nível Universitário / Licenciatura Plena em Espanhol Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
13. PROFESSOR II ESTATÍSTICA 1 9 Nível Universitário/ Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
14. PROFESSOR II FILOSOFIA 4 6 Nível Universitário/ Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
15. PROFESSOR II FÍSICA 8 12 vel Universitário/ Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
16. PROFESSOR II GEOGRAFIA 16 14 vel Universitário / Licenciatura Plena em Geografia Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
17. PROFESSOR II HISTÓRIA 22 18 Nível Universitário / Licenciatura Plena em História Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
18. PROFESSOR II INFORMÁTICA 9 11 Nível Universitário / Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
19. PROFESSOR II INGLÊS 15 15 Nível Universitário / Licenciatura Plena em Inglês Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
20. PROFESSOR II ITALIANO 1 9 vel Universitário / Licenciatura Plena em Italiano Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
21. PROFESSOR II MATEMÁTICA 28 22 Nível Universitário / Licenciatura Plena em Matemática Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
22. PROFESSOR II PORTUGUÊS 29 21 Nível Universitário / Licenciatura Plena em Português Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
23. PROFESSOR II PSICOLOGIA 1 9 Nível Universitário/ Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
24. PROFESSOR II PUBLICIDADE 3 7 Nível Universitário/ Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
25. PROFESSOR II QUÍMICA 8 12 vel Universitário/ Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
26. PROFESSOR II SOCIOLOGIA 4 16 vel Universitário/ Licenciatura Plena na Área Variável R$ 6,42 h/a R$ 30,00 CE
27. PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL 16 24
Ensino Médio com Habilitação Específica para o
Magistério ou Licenciatura Plena em Pedagogia, com
Habilitação para Educação Infantil
Variável R$ 5,83 h/a R$ 25,00 CE/AP
28. SERVENTE PROVEDOR 17 23 Ensino Fundamental Incompleto (1ª a 4ª série) 44 hs Semanais R$ 850,00 R$ 25,00 CB/PS/PP
29. VIGIA 8 12 Ensino Fundamental Incompleto (1ª a 4ª série) 44 hs Semanais R$ 850,00 R$ 25,00 CB/PS/AP
Obs: Os vencimentos já incluem todos os benefícios concedidos pela Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul
AP – Avaliação de Potencialidade (Dinâmica de Grupo) CB – Prova de Conhecimentos Básicos (Português e Matemática) CE – Prova de Conhecimentos Específicos PP – Prova Prática PS – Prova Situacional
6
ANEXO II - CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
01 – AUXILIAR DA PRIMEIRA INFÂNCIA
CB: PORTUGUÊS: Interpretação de texto. Ortografia oficial, pontuação, divisão silábica, acentuação. Gênero
(masculino/feminino), número (singular/plural), grau dos substantivos e adjetivos, concordância entre
adjetivos e substantivos. Sinônimos e antônimos. Verbos (conjugação), concordância verbal. MATEMÁTICA: As
quatro operações fundamentais com números inteiros e fracionários. Medidas de comprimento, superfície,
volume e massa. Medidas de tempo. Sistema monetário nacional (dinheiro). Resoluções de situações
problemas.
CE: Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - AP: Avaliação de Potencialidade (Dinâmica de Grupo)
02 – INSPETOR DE ALUNOS
CB: PORTUGUÊS: Interpretação de texto. Ortografia oficial, pontuação, divisão silábica, acentuação. Gênero
(masculino/feminino), número (singular/plural), grau dos substantivos e adjetivos, concordância entre
adjetivos e substantivos. Sinônimos e antônimos. Verbos (conjugação), concordância verbal. MATEMÁTICA: As
quatro operações fundamentais com números inteiros e fracionários. Medidas de comprimento, superfície,
volume e massa. Medidas de tempo. Sistema monetário nacional (dinheiro). Resoluções de situações
problemas.
CE: Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - AP: Avaliação de Potencialidade (Dinâmica de Grupo)
03 – MERENDEIRA
CB: PORTUGUÊS: Interpretação de texto. Ortografia oficial, pontuação, divisão silábica, acentuação. Gênero
(masculino/feminino), número (singular/plural), grau dos substantivos e adjetivos, concordância entre
adjetivos e substantivos. Sinônimos e antônimos. Verbos (conjugação), concordância verbal. MATEMÁTICA: As
quatro operações fundamentais com números inteiros e fracionários. Medidas de comprimento, superfície,
volume e massa. Medidas de tempo. Sistema monetário nacional (dinheiro). Resoluções de situações
problemas.
PS: Questões que simulam a rotina do trabalho diário. - PP: Prova Prática de Merendeira
04 – PORTEIRO
CB: PORTUGUÊS: Interpretação de texto. Ortografia oficial, pontuação, divisão silábica, acentuação. Gênero
(masculino/feminino), número (singular/plural), grau dos substantivos e adjetivos, concordância entre
adjetivos e substantivos. Sinônimos e antônimos. Verbos (conjugação), concordância verbal. MATEMÁTICA: As
quatro operações fundamentais com números inteiros e fracionários. Medidas de comprimento, superfície,
volume e massa. Medidas de tempo. Sistema monetário nacional (dinheiro). Resoluções de situações
problemas.
PS: Questões que simulam a rotina do trabalho diário. - AP: Avaliação de Potencialidade (Dinâmica de Grupo)
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO – PARTE COMUM PARA TODOS OS PROFESSORES (I e II)
Fundamentos e diretrizes do ensino fundamental, da educação de jovens e adultos e da educação especial.
Escola inclusiva com espaço de acolhimento, de aprendizagem e de socialização. Pedagogias diferenciadas:
progressão continuada, correção de fluxo, flexibilidade do currículo e da trajetória escolar. A construção
coletiva da proposta pedagógica da escola: expressão das demandas sociais, das características multiculturais
e das expectativas dos alunos e dos pais, no trabalho coletivo como fator de aperfeiçoamento da prática
docente e da gestão escolar. A prática do convívio solidário, o desenvolvimento de valores de uma vida cidadã
e o posicionamento frente a questões associadas à indisciplina e à violência e o trabalho com os diferentes;
pluralidade cultural; igualdade étnico-racial. O papel do professor na integração escola/família. O uso de
metodologias voltadas para práticas inovadoras. O processo de avaliação do desempenho escolar como
instrumento de acompanhamento do trabalho do professor e dos avanços da aprendizagem do aluno. A
relação professor-aluno: construção de valores éticos e desenvolvimento de atitudes cooperativas solidárias e
responsáveis.
LEITURA DE APOIO
ALMEIDA, Fernando José de. Educação e Informática: os computadores na escola. São Paulo: Cortez;
Campinas: Autores Associados, 1988. (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo, 19).
AQUINO, Júlio Groppa (org.). Diferenças e Preconceito na escola. São Paulo: Summus,1998.
COOL, Cesar Salvador. Psicologia do Ensino. Porto Alegre: Arte Med, 2000
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
GUIMARÃES, Célia Silva. Psicologia e Construtivismo. Ed. Ártica, 1998
HOFFMAN, Jussara. Avaliação: mito e desafio. Porto Alegre: Mediação, 1998.
HOFFMAN, J. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001
KLEIMAN, Angela B., (Org). Os Significados do letramento. Campinas: Mercado das Letras, 1995.
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2002.
PARO, Vítor. Reprovação escolar: renúncia à educação. São Paulo: Xamã, 2001.
PERRENOUD, Philippe. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artmed, 1999.
LEGISLAÇÃO
BRASIL. Constituição Federal. Título VII. Capítulo III: Da Educação, da Cultura e do Desporto, de 05 de
outubro de 1988. Disponível em: <http://www.brasil.gov.br/utilidade.htm.>
BRASIL Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Disponível em: <http://www.brasil.gov.br/utilidade.htm.>
BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá
outras providências. Disponível em: <http://www.brasil.gov.br/utilidade.htm.>
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial
Curricular Nacional para a Educação Infantil. Volume 1- Introdução. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais: Primeiro e Segundo Ciclos do ensino fundamental: Introdução aos parâmetros curriculares
nacionais. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. Capítulos: Princípios e fundamentos dos Parâmetros Curriculares
Nacionais – páginas 33 a 55; Objetivos – páginas 67 a 71; Conteúdos – páginas 73 a 79; Orientações
Didáticas – páginas 93 A 105; Objetivos Gerais do Ensino Fundamental – páginas 107 a 108.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais.
Brasília: MEC/SEF, 1998. Capítulos: A contribuição das diferentes áreas do conhecimento (páginas 57 a 63); A
abordagem de questões sociais urgentes: os Temas Transversais (páginas 65 a 69); A constituição de uma
referência curricular (páginas 71 a 81); Escola, adolescência e juventude (4ª parte, páginas 103 a 131);
Tecnologias da comunicação e informação (5ª parte, páginas 135 a 157).
BRASIL. Ministério da Educação. Plano Nacional de Educação. Disponível em:
http://www.mec.gov.br/legis/default.shtm.; http://portal.mec.gov.br/cne;
http:www.sr5.ufrj/documentos/pned.doc
Parecer CNE/CEB n.º 11/2000 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos.
Deliberação CEE n.º 05/00 e Indicação CEE n.º 12/99 - Fixa normas para a educação especial.
05 – PROFESSOR I – ENSINO FUNDAMENTAL
CE: A instituição e o projeto educativo. Reflexões sobre prática pedagógica: a organização do espaço e do
tempo: o ambiente alfabetizador; os conteúdos e as seqüências didáticas. A construção social da criança: o
desenvolvimento da identidade e da autonomia; os jogos e as brincadeiras no desenvolvimento da imaginação
e da criatividade. A linguagem oral e escrita na educação infantil: idéias e práticas correntes. Idéias e práticas
correntes na educação infantil: o movimento, a música, as artes visuais, a natureza e a sociedade. Presença
da matemática no cotidiano da educação infantil: idéias e práticas correntes. Reflexões sobre a prática
pedagógica nas diversas áreas de ensino. Princípios da concepção construtivista e suas implicações na prática
do ensino. Alfabetização e letramento: diferenças conceituais; psicogênese da língua escrita; a mediação do
professor no processo de construção da escrita. Prática de linguagem oral, leitura e produção de texto.
Conceito de texto. O que e como corrigir. Concepções sobre a avaliação do desempenho do aluno. A
matemática no cotidiano e nas práticas escolares.
LEITURA DE APOIO
ABRAMOVICH, Fanny. Literatura infantil: gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione, 1991.
BRASIL. Ministério de Educação. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais, 1
a
. a 4
a
. série. Brasília: A Secretaria, 2001.
BRASIL. Ministério de Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial
Curricular Nacional para a Educação Infantilvolume 3. Brasília: MEC/SEF, 1998.
FERREIRO, Emília. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo: Cortez, 2001. (Coleção Questões da Nossa
Época)
GARCIA, Regina Leite (org.). Novos olhares sobre a alfabetização. São Paulo: Cortez, 2001.
KAMII, Constance & HOUSMAN, Leslie Baker. Crianças pequenas reinventam a Aritmética: Implicações da
teoria de Piaget. Porto Alegre: Artmed, 2002.
SOARES, Magda. Letramento: Um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
TEBEROSKY, Ana e CARDOSO, Beatriz Reflexões sobre o ensino da leitura e da escrita. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2000.
AP: Avaliação de Potencialidade (Dinâmica de Grupo)
06 - PROFESSOR II ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
CE: Os Primórdios da Administração. As Funções do Administrador. O Planejamento. Políticas Empresariais.
Tomada de Decisão. Estruturas organizacionais. Desenvolvimento Organizacional. Autoridade e
Responsabilidade. Departamentalização. Amplitude de Supervisão. Comissões. Assessoria. Centralização e
Descentralização. Liderança. Comunicação. Motivação. Controle. Administração por objetivos. Teorias
Modernas de Gestão. Conceitos e funções de O. S. M. Profissionais da área de O. S. M. Reestruturação e
transformação organizacional. Atividades e processos administrativos. Organogramas e formalização de
estruturas. Uso de tecnologia de informação nos processos. Fluxos em geral de processos e atividades.
Descrições de processos de trabalho. Gestão de projetos de transição e mudança. Arranjo físico do local de
trabalho.
Administração e suas perspectivas. Administração científica: Clássica. Relações humanas. Neoclássica.
Burocracia. Comportamental (behaviorismo). Estruturalista. Sistemas. Desenvolvimento organizacional.
Administração participativa. Administração japonesa. Administração da qualidade. Benchmarking. Learning
organizations. Administração empreendedora. Empowerment. Administração virtual. Reengenharia.
Downsizing. Balanced scorecard. Terceirização. Governança corporativa. Gestão da mudança. Administração
Estratégica: Teoria Geral de Sistemas como base para a Administração Estratégica. A Administração
Estratégica e a Globalização. Tipos de Organização. A atuação do Administrador no processo de Administração
Estratégica: O Administrador como gerenciador de mudanças. Competências do Administrador.
Conhecimentos, Habilidades e Atitudes essenciais ao Administrador. Missão do Administrador no processo de
Administração Estratégica. O Administrador e a Organização. O Processo de Administração Estratégica: As
etapas do processo de Administração Estratégica. Análise do sistema global. Estabelecimento da Diretriz
Organizacional. Formulação da Estratégia. Definição da amplitude das mudanças. Implementação e
Monitoração Estratégica.
LEITURA DE APOIO
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração – 6ª edição. Rio de Janeiro: Campus,
2000.
COHEN, A. R. MBA - Curso prático de administração. 6ª ed. RJ: Ed. Campus, 1999.
FERREIRA, Ademir Antonio. Gestão empresarial: de Taylor aos nossos dias. São Paulo: Thomson, 2002.
PRADO, Jonas Reginaldo. Iniciação à Administração. São Paulo: Editora Global, 2003.
ROBBINS, Stephen P. Administração - mudanças e perspectivas. 1ª ed. SP: Ed. Saraiva, 2000.
07 - PROFESSOR II BIOLOGIA
CE: Ecologia. Ecossistemas. Citologia. Histologia. Anatomia dos seres vivos. Genética. Evolução. Bioquímica
geral. Microbiologia. Biotecnologia
LEITURA DE APOIO
ODUM, E. P. Ecologia. 1988. trad. Christopher J. Tribe. Editora Guanabara. Rio de Janeiro.
STORER, T. I. et al. Zoologia Geral, 6 ed., Ed Nacional, São Paulo, 1991.
AMABIS, J.M. e MARTHO, G. Conceitos de Biologia. v. 1,2 e 3. Ed. Moderna, São Paulo.2003.
LOPES, SÔNIA. Bio 1.; Bio 2 e Bio 3. São Paulo, Ed. Saraiva, 2002.
GARTNER, L.P. & HIATT, J.L. Tratado de Histologia. Guanabara-Koogan, 2 ed., Rio de Janeiro, 2003.
BRANCO, S.M. Ecossistêmica. 2 ed. Ed. Edgard Blücher, São Paulo. 1999.
CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular
, Ed. Guanabara Koogan, 1991.
LINDSEY, K. e JONES, M. G. K. Biotecnologia Vegetal e Agrícola
, Editorial Acribia S.A., Zaragoza (Espanha),
1989.
OLIVEIRA, F. Engenharia Genética: O sétimo Dia da Criação, Ed. Moderna, 1995.
LEHNINGER, A. L. Principios de Bioquímica. 2ª Edição: Sarvier, São Paulo, 1995.
BORZANI, W.; SCHIMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia industrial: fundamentos. São
Paulo: Edgard Blücher v. 1. 2001. 288 p.
BIER, O. Bacteriologia e Imunologia. 30 ed. Rio de janeiro: Melhoramentos, 1994. 945 p.
08 – PROFESSOR II – CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS
CE: Terra e Universo: histórico das origens; transformações geológicas; origem da vida; condições ideais para
a manutenção da vida; ritmos biológicos e períodos astronômicos. Biodiversidade: formas de organização da
vida; relações ecológicas; organização dos seres vivos nos ecossistemas brasileiros; principais características
adaptativas dos seres vivos; formas de reprodução dos seres vivos; diversidade genética; evolução dos seres
vivos. Transformações de Matéria e Energia: transformações químicas e energéticas no cotidiano social; ciclos
da matéria e transferências e energia; propriedades da matéria e sua relação com diferentes usos dos
materiais. Sustentabilidade e Sociedade Atual: A relação do homem com o meio ambiente em uma perspectiva
social e seus aspectos positivos e negativos. Saúde em uma perspectiva interdisciplinar: a saúde preventiva e
curativa; saúde individual e coletiva; mudanças de hábito e comportamento; prevenção ao uso indevido de
drogas; orientação sexual como intervenção pedagógica; métodos contraceptivos prevenção às doenças
sexualmente transmissíveis, Hepatite e Aids.
LEITURA DE APOIO
AMABIS, J. M., MARTHO, G. R. Conceitos de Biologia (Volumes 1, 2 e 3). São Paulo: Moderna, 2001.
AMARO, Cibele de Moraes. Papel da educação na ação preventiva ao abuso de drogas e as DST/AIDS. São
Paulo: FDE - Diretoria de Projetos Especiais/ Diretoria Técnica, 1996. (Série Idéias, nº. 29).
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação Fundamental. Programa
Parâmetros em Ação - meio ambiente na escola: guia do formador. Brasília: MEC/SEF, 2001. P. 116-119;
121-137 e 180-187.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais - Ciências - 5ª a 8ª séries: ensino fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais 3º e 4 º ciclos: apresentação dos Temas Transversais. Brasília: MEC/SEF, 1998 –
temas: Saúde e Orientação Sexual.
TELLES, Marcelo de Queiroz (e outros). Vivências Integradas com o meio ambiente. São Paulo: Sá Editora,
2002.
09 – PROFESSOR II – CONTABILIDADE
CE: Contabilidade Geral: Princípios, Convenções, Técnicas e Fatos Contábeis – Procedimentos contábeis
básicos, segundo o método das partidas dobradas – Patrimônio Líquido e suas variações – Operações com
Mercadorias (RCM, CMV e Inventário) - Lançamentos contábeis sobre operações bancárias – Ajustes e
levantamento de demonstrações contábeis e financeiras (Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do
Exercício) – Origens e Aplicações de Recursos – O Ativo Imobilizado e os problemas de Amortização,
Depreciação e Exaustão. * Noções básicas de Contabilidade Pública ( Receita, Despesa e Orçamento).
LEITURA DE APOIO
IUDÍCIBUS, Sérgio de, Marion, José Carlos, Introdução à Teoria de Contabilidade – São Paulo: Editora Atlas
S/A, 2000.
RIBEIRO, Osni Moura, Contabilidade Geral Fácil – São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
CABRAL, Carla Joyce, José Carlos. Contabilidade Básica p/ Concursos – São Paulo: Editora Atlas S/A, 1999.
7
IUDÍCIBUS, Sérgio de e outros, Equipe de Professores da FEA da USP, Contabilidade Introdutória – São
Paulo: Editora Atlas S/A, 1990.
MACHADO Jr.,J.Teixeira, Reis, Heraldo da Costa, A Lei 4.320/64 Comentada – Rio de Janeiro: Elaboração:
IBAM – 26ª Edição – Impressão: Collossus Editora Gráfica Ltda, 1995.
10 – PROFESSOR II – EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
CE: Reflexões sobre a arte, seus significados e possíveis definições. As obras de arte e os contextos em que
foram produzidas. A história do ensino da arte no Brasil e os novos pressupostos. O ensino da arte e formação
do professor. O processo de ensino-aprendizagem em arte. As artes visuais e os Parâmetros Curriculares
Nacionais.
LEITURA DE APOIO
FERRAZ, Maria Heloisa, FUSARI, Maria S. de Rezende. Metodologia do Ensino de Artes. São Paulo: Ed.
Cortez, data ? (Coleção Magistério – série Formação do Professor)
BARBOSA, Ana Mae. ‘A imagem do Ensino da Arte”. Ed. Perspectiva -2000
BUORO, Ana Amélia Bueno. “O olhar em construção”. Ed. Cortez -2001
IAVELBERG, Rosa. Para gostar de aprender arte: sala de aula e formação de professores. Porto Alegre:
Artmed, 2003.
11 – PROFESSOR II – EDUCAÇÃO FÍSICA
CE: Jogos Cooperativos - Uma pedagogia para o esporte: Origem, evolução, primeiros movimentos, história
no mundo e no Brasil, conceito, características, visão e princípios sócio educativos da cooperação. Pedagogia
do esporte, o pedagogo do esporte, consciência da cooperação no esporte, ensinagem cooperativa do esporte,
categorias dos jogos cooperativos. A educação física no projeto político pedagógico: Contexto do componente
curricular, a educação física enquanto linguagem, o processo ensino aprendizagem na EF. O esporte na escola:
A sociabilização do jogo e do desporto, aprendizagem social no ensino dos desportos nas escolas, jogo ou
esporte, metodologia do ensino dos jogos esportivos. Princípios da atividade física: Individualidade biológica,
da sobrecarga crescente, da especificidade, continuidade, reversibilidade. Conteúdos de orientação didático
pedagógica: Habilidades motoras e desenvolvimento. Atividade e aptidão física. Saúde e qualidade de vida. O
desenvolvimento dos conteúdos.
LEITURA DE APOIO
BRASIL. Ministério de Educação e Cultura. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais. Educação Física - Ensino de 5ª a 8ª série. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BROTTO, Fábio Otuzi. Jogos Cooperativos: o jogo e o esporte como um exercício de convivência. Santos:
Projeto Cooperação, 2001.
FREIRE, João Batista. Educação de corpo inteiro: Teoria e prática da Educação Física. São Paulo: Scipione,
1999.
MATTOS, Mauro Gomes de; NEIRA, Marcos Garcia. Educação Física na adolescência: construindo o
conhecimento na escola. São Paulo: Phorte Editora, 2000.
12 – PROFESSOR II - ESPANHOL
CE: El Alfabeto. Las Palabras. Los Substantivos. Los Artículos. Los Pronombres. Los Adjetivos. Los Verbos. Los
Verbos Auxiliares. Los Verbos Regulares. Los Verbos Irregulares. Los Verbos de Irregularidad Propia. Los
Verbos Defectivos. Los Advérbios. Las Preposiciones. Las Conjunciones. La Interjeccíon. Comprensión de texto.
LEITURA DE APOIO
HERMOSO, Alfredo Gonzalez, DUEÑAS, Carlos Romero. Curso de Puesta a Punto em español. Edelsa Grupo
Didascalia S.A. Madrid, 1998.
ARAGONÉS, Luis, PALENCIA, Ramón. Gramática de Uso Del Espanhol. Grupo SM Impressores. Madrid, 2005
CALATRAVa, Santiago R M. Gramática Española. Sagra DC Luzzatto. Porto Alegre, 1996
13 – PROFESSOR II – ESTATÍSTICA
CE: Conceitos estatísticos. Análise exploratória de dados. Distribuição de freqüências. Representações gráficas.
Medidas: moda, mediana, média, quartil, decil, percentil, variância, desvio padrão. Variáveis aleatórias.
Variáveis aleatórias discretas. Probabilidades. Modelos probabilísticos para variáveis aleatórias discretas.
Coeficiente de correlação de Pearson. Índices econômicos.
LEITURA DE APOIO
MORETIN, P. A. & BUSSAB, W. O. Estatística básica. São Paulo: Saraiva, 5ª ed, 2004.
KASMIER, Leonard J. Estatística aplicada à economia e administração. São Paulo: Makron Books, 3ª ed. 2001.
VIEIRA, Sônia. Elementos de Estatística. São Paulo: Atlas, 3ª ed, 1999.
14 - PROFESSOR II - FILOSOFIA
CE: Conhecimento dos modos discursivos específicos da Filosofia. Compreensão das configurações do
pensamento, da sua constituição histórica e do seu funcionamento interno para a elaboração de referencial
teórico – apreensão e construção de conceitos, argumentação e problematização. Senso comum e pensamento
racional. Senso Comum e Senso Crítico. Educação para a inteligibilidade e para a autonomia intelectual.
Articulação entre as teorias filosóficas e o tratamento de temas e problemas científico-tecnológicos, éticos-
políticos, sócio-culturais e vivenciais. Estudo da cultura tecnológica e suas implicações. Ética nos negócios.
LEITURA DE APOIO
ARANHA, M. L. A. e MARTINS, M. H. P. Temas de Filosofia. São Paulo, Moderna, 2002.
CHAUÏ, M. Convite à Filosofia. São Paulo, Ática, 2000.
15 - PROFESSOR II – FÍSICA
CE: Cinemática Escalar e Vetorial. Leis de Newton. Hidrostática. Termologia. Óptica. Ondulatória. Eletrostática.
Eletrodinâmica. Eletromagnetismo. Física Moderna
LEITURA DE APOIO
BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Regina Azenha; BONJORNO, Valter & RAMOS, Clinton Márcio. FÍSICA
História e Cotidiano, 1ª Edição, São Paulo, Editora FTD S.A., 2004.
GASPAR, Alberto. Física Série Brasil, Volume Único, 1ª Edição, São Paulo, Editora Ática, 2004.
LUZ, Antônio Máximo Ribeiro da & ÁLVARES, Beatriz Alvarenga. FÍSICA Volume Único, 1ª Edição, São Paulo,
Editora Scipione, 2000.
RAMALHO JÚNIOR, Francisco; FERRARO, Nicolau Gilberto & SOARES, Paulo Antônio de Toledo. Os
Fundamentos da Física, vols. 1, 2 e 3, 7ª Edição, São Paulo, Editora Moderna, 1999.
16 – PROFESSOR II – GEOGRAFIA
CE: Fundamentos teóricos do pensamento geográfico e sua história. A geografia da natureza: gênese e
dinâmica. O espaço geográfico e as mudanças nas relações de trabalho e de produção. Os impactos
ambientais, o uso e a conservação do solo, da água e da cobertura vegetal e as alterações climáticas. A
sociedade técnico-cientifico-informacional: agricultura e a indústria: inovações tecnológicas, fluxos de capital e
de informações. O surgimento e o desenvolvimento das metrópoles nacionais e regionais: deslocamentos da
população pelo território brasileiro. A geopolítica e as alterações territoriais: implicações dos conflitos políticos,
étnico-religiosos na nova organização econômica mundial, representações cartográficas. Globalização: as
transformações políticas, sócio-econômicas e culturais provocadas pela nova ordem mundial e pela revolução
tecnológica. Meio ambiente: agricultura e a indústria e as conseqüências dos impactos ambientais provocados
pelas inovações tecnológicas e novos conceitos econômicos mundiais. Desenvolvimento sustentável.
LEITURA DE APOIO
CARLOS, Ana Fani Alessandri. A geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999.
CARLOS, Ana Fani Alessandri. Novos caminhos da geografia. São Paulo: Contexto, 1999.
SANTOS, Milton. A natureza do espaço. Técnica e tempo. Razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2002.
ALMEIDA, Rosângela Doin. Do desenho ao mapa. São Paulo: Contexto, 2001.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: Geografia. Ensino de 5ª a 8ª série. Brasília: MEC/SEF, 1998.
17 – PROFESSOR II – HISTÓRIA
CE: Trabalho e Sociedade: Organização temporal e espacial das relações sociais de produção destacando o
trabalho na modernização. O trabalho no capitalismo, terceirização, o trabalho informal, diferentes tipos de
exploração, alienação e os movimentos de resistência. Idéias e práticas revolucionárias: Tecnologias industrial
e dos meios de comunicação. Sociais movimentos feministas e de jovens; ascensão do proletariado: as lutas
étnicas. Políticas e ideológicas: grupos e correntes de contestação. Poder e Violência: Regimes autoritários do
mundo contemporâneo e poder dos grupos organizados. Movimentos de resistências e reivindicatórios. Nação
e Nacionalidade: O princípio das nacionalidades e a formação do Estado Nacional Brasileiro. Culturas e
identidades. Disputas étnicas no Brasil, Europa e África.
Cidadania: O estado e a participação política do cidadão. Cidadania e liberdade: escravidão na antiguidade e
nos tempos modernos, servidão, movimentos em prol da igualdade étnica. Cidadania e nos tempos modernos,
servidão, movimentos em prol da igualdade étnica. Cidadania e manifestações culturais. Movimentos de
preservação da memória nacional e dos grupos sociais.
LEITURA DE APOIO
BITTENCOURT, Circe Maria F. (org.) “O saber histórico na sala de aula”. São Paulo: Contexto, 1997.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: História (5ª a 8ª série). Brasília: MEC/SEF, 1998.
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1994.
HERNANDES, Leila L. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2002.
HOBSBAWM, Eric. A Era dos extremos. O breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América: A questão do outro. São Paulo: Martins Fontes, 1983.
18 - PROFESSOR II - INFORMÁTICA
CE: Evolução dos computadores. Descrição dos principais componentes de hardware. Desenvolvimento de
algoritmos. Conceitos da linguagem de programação C. Conceitos de lógica aplicada à computação. Unidades
básicas do computador. Processamento das informações. Formas de representação dos algoritmos. Tipos de
dados e informações. Operadores. Variáveis. Constantes. Arquitetura física e processual da memória. Tomada
de decisões. Desenvolvimento de plano diretor de informática. Técnicas e comandos de Linguagem Laços.
Desenvolvimento de algoritmo e codificação. Estruturas de controle. Arquivos. Sub-rotinas e procedimentos.
Programação modular. Programação orientada a objetos. Lógica matemática. Características da Linguagem C.
Tipos de dados, operadores e expressões. Fluxo de controle; Funções. Matrizes e ponteiros. Entrada e Saída.
Bases da Programação Estruturada.
LEITURA DE APOIO
CARBONI, I. Lógica de programação. São Paulo: Thomson, 2003.
DEITEL, H. M. & DEITEL, P. J. C++ Como programar. São Paulo: Bookman, 3ª edição, 2001.
MANZANO, J. A. N. G.; Lógica estruturada para a programação de computadores. Érica, 2002.
MIZRAHI, Victorine V.; Treinamento em Linguagem C++ curso completo (módulo I). SP: Makron Books,
1994.
19 – PROFESSOR II – INGLÊS
CE: The present contents are a reference to assess the candidate specific knowledge about English language
and about the learning process and teaching practices for the curriculum development. Learning a Foreign
Language: Language as discourse – The candidate should show command of the target language on three
different types of knowledge: Contextual knowledge (knowledge of the interlocutors, place, time and objective
of communicative event. For instance, when looking at advertisements and deciding the public to whorn it was
intended, the media where it will be shown, the aim to be reached, etc). Textual knowledge ( different textual
organizations of the communicative event, for instance: description, explanation and argumentation).
Systemic/linguistic knowledge (knowledge of the linguistic aspect of the communicative event-verb
tense/aspect. Connectors, word choice, etc). Social uses of language on: Professional environment (genres
used in professional environments, such as giving instructions, explaining contet, writing journal articles,
lecturing. Knowledge of the type of text organization that these genres demand). Students´ possible needs
(some of the genres that students may need: press genres (news), publicity (advertisements), manuals,
curriculum vitae, e-mails, songs, poetry, literature, etc). Language – History and Culture: Themes related to
international issues (for example, economy, politics, people, places, culture, environment, health, science and
technology). Historical and cultural background of English speaking countries, such as England, Ireland, the
United States, Australia, South Africa, India. Remarkable writers: William Shakespeare, Emily Bronte,
Charlotte Bronte, Charles Dickens, Ernst Hemingway, Edgar Allan Poe, Oscar Wilde, T. S. Eliot, James Joyce,
Virginia Woolf. Language Teaching: Education for citizenship (including aspects pertaining to temas
transversals, the process of teaching and learning foreign language (including interaction in the foreign
language classroom), the reflective teacher, the role of the English language in the curriculum.
LEITURA DE APOIO
ALMEIDA FILHO, J.C. O professor de Língua Estrangeira em formação. Campinas-SP: Pontes, 1999.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais. Língua Estrangeira. Brasília: MEC/SEF, 1998.
CELANI A. As línguas estrangeiras e a ideologia subjacente à organização dos currículos da escola pública.
CLARITAS, nº 1, São Paulo, EDUC, 1995.
GRIGOLETTO M.; CARMAGNANI, A.M. (org.). Inglês como língua estrangeira: Identidade, práticas e
textualidade. São Paulo: Humanitas, 2001.
KRASHEN S.; TERRELL, T. The Natural Approach, UK, The Alemany Press/Pergamon Press, 1983.
NUMAN, D.; LAMB, C. The Self-Directed Teacher: Managing the Learning Process, NY, Cambridge University
Press, 1996.
CORACIN, M. J. (org.). O jogo discursivo na sala de aula de leitura: Língua materna e língua estrangeira.
Campinas: Pontes, 1995.
QUIRK, R., LEECH G., SVRARTVIK J. A Grammar of Contemporary English. London: Longman, 1979.
RICHARDS J. C.; LOCHART C. Reflective Teaching in Second Language Classroom. Cambridge: Cambridge
University Press, 1994.
WIDDOWSON, H.G. O ensino de línguas para a comunicação. Campinas: Pontes, 1991.
20 – PROFESSOR II - ITALIANO
Conhecimentos e domínios lingüísticos: Compreensão e interpretação de textos autênticos (periodísticos,
publicitários, cartas); Morfologia do nome (determinantes, substantivos, adjetivos e pronomes): Morfologia do
verbo (presente, passado, futuro, voz ativa, voz passiva, irregularidades verbais e perífrases verbais).
Advérbios. Preposições e conjunções.
LEITURA DE APOIO
BAGIANTI, Maria Rosa/Rita Casocavallo: L'italiano in tasca. Grammatica italiana per stranieri. Perugia:
Guerra Edizioni 1992.
GALEFFI,E.M./Porru,M. Impariamo l'italiano
KATERINOV, K.: La lingua italiana per stranieri. Perugia. Ed. Guerra, 1985.
SENSINI, Marcello et al.: La grammatica della lingua italiana. Milano: A. Mondadori 1990.
ZINGARELLI, Nicola. Lo Zingarelli minore. Vocabolario della lingua italiana. Zanichelli, 2001.
21 - PROFESSOR II - MATEMÁTICA
CE: Didática da Matemática: a prática da sala de aula; resolução de problemas do cotidiano; integração entre
números, geometria e medidas. Aritmética: Noções de lógica; os campos numéricos (naturais, inteiros,
racionais, irracionais, reais); operações básicas, contagem e princípio multiplicativos. Espaço e Forma:
geometria plana e espacial. Tratamento de Dados: fundamentos de estatística; análises e interpretação de
informações expressas em gráficos e tabela. Matemática e os temas transversais: o ensino da matemática
dentro atual panorama sócio-cultural e econômico e sua aplicação através dos temas transversais. Matemática
Financeira: Fundamentos da matemática: o uso da matemática no cotidiano.
LEITURA DE APOIO
BORIN, Júlia. Jogos e resolução de problemas. (Série CAEM - Volume 6). São Paulo: Caem/USP, 1995.
BOYER, Carl. História da matemática. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1999.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais: Matemática (5a a 8a séries) /. Brasília: MEC/ SEF, 1998.
CARRAHER, Terezinha Nunes (org.). Aprender pensando. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
CARVALHO, Dione Lucchesi. Metodologia do Ensino da Matemática. São Paulo: Cortez, 1990.
DANTE, Luiz Roberto. Didática da resolução de problemas de Matemática. São Paulo: Cortez, 1989.
SHILOV, G. E. Construindo gráficos. São Paulo: Atual, 1998.
MACHADO, Nilson José. Matemática e a língua materna: Análise de uma impregnação mútua. São Paulo:
Cortez, 2002.
MACHADO, Nilson José. Matemática e Educação: alegorias, tecnologias e temas afins. São Paulo: Cortez,
2002.
8
22 – PROFESSOR II - PORTUGUÊS
CE: Linguagem, interlocução e dialogismo: língua e linguagem. Diferenças entre padrões do oral do escrito;
norma culta. O preconceito lingüístico. Discurso e texto: texto e elementos constitutivos do contexto de
produção Gêneros do discurso: estrutura, seqüência discursivas; marcas lingüísticas. Práticas de leitura e
produção de texto: O texto comunidade de sentido: mecanismos de coesão e fatores de coerência. Texto
eleitor: procedimentos de leitura. Tipos de atividades de escrita ( transcrição, reprodução, paráfrase, resumo,
decalque, criação); procedimentos de refacção do texto (substituição, acréscimo, eliminação, permutação). A
leitura do mundo virtual; a palavra (re) escrita e (re) lida na internet. A formação de leitores e produtores de
texto. Análise e reflexão sobre o uso da língua: o papel da gramática. Processos sintáticos: coordenação
e subordinação; Tipos de frase. Recursos Estilísticos; Verbos: tempos e aspectos; Concordância Verbal e
Nominal; Regência Verbal e Nominal; Emprego dos pronomes, adjuntos adnominais e adverbiais; Crase;
Pontuação. Concordância verbal e nominal. Pontuação. Estudos lingüísticos, semânticos e morfossintáticos da
Língua Portuguesa.
LEITURA DE APOIO
CUNHA, C. F. Gramática da língua portuguesa. RJ. FANABRE, 1979.
GARCIA, O. M. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro, FGV, 2000
NETO, P. C. e INFANTE, U. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Scipione, 2002.
SEREFINI, M. T. Como escrever textos. São Paulo: Globo, 1997.
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
BOSI, A. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1997.
BRASIL. Ministério de Educação e Cultura. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
de Língua Portuguesa – 3º e 4º ciclos. Brasília: MEC / SEF, 1998.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais - Ensino Médio. Brasília:
MEC/ SENTEC, 2002.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias.
PCN + Ensino Médio: Orientações curriculares complementares aos Parâmetros. Ministério da
Educação, Secretaria da Educação Média e Tecnológica. Brasília: MEC; SENTEC, 2002.
CÂMARA JR., J. M. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 2002.
CUNHA, C. e CINTRA, I. Nova gramática do português. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 2000.
FIORIN, J.L. e SAVIOLI, F. P. Para entender o texto. São Paulo: Ática, 1991.
FREIRE, Fernanda M. P.; ALMEIDA, Rubens Q. de; AMARAL, Sergio F. do & SILVA, Ezequiel, T. da (org.). A
leitura nos oceanos da internet. São Paulo: Cortez, 2003.
ILARI, R. Introdução à semântica: brincando com a gramática. São Paulo: Contexto, 2001.
KLEIMAN, A. B., (Org). Oficina de leitura. Campinas: Pontes; Unicamp, 1993.
LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 1993.
MAINGUENEAU, D. Elementos de lingüística para o texto literário. São Paulo: Martins Fontes,1996.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2001.
MESERANI, S. O intertexto escolar: sobre leitura, aula e redação. São Paulo: Cortez, 1995.
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 1998.
23 – PROFESSOR II – PSICOLOGIA
CE: Psicologia como ciência. Comportamento humano. Teorias Psicológicas. Cognição. Recursos Humanos.
Recrutamento, Seleção, Testes Psicológicos e Treinamento de Pessoal. Conceitos e princípios de
Psicologia,especialmente daqueles aplicados à análise e compreensão da comunicação social. Visão científica
do comportamento social e das relações de trabalho e consumo. O comportamento do receptor na
comunicação de massa. A influência da comunicação e dos meios de comunicação de massa na sociedade.
Comunicação de massa e persuasão. Psicologia das Relações Humanas em empresas.
LEITURA DE APOIO
BOCH, AMB et al. Psicologias: uma introdução ao estudo da Psicologia. 13ª. São Paulo: Saraiva, 1999.
RODRIGUES, A. Psicologia social. Petrópolis: Vozes, 1994.
24 – PROFESSOR II – PUBLICIDADE
CE: Planejamento em comunicação: técnicas e processos. Comunicação organizacional e empresarial.
Objetivos de comunicação. Assessoria de imprensa. Relações públicas. Comunicação ascendente e
descendente. Projeto de comunicação. Técnicas de entrevista, reportagem e redação. O texto institucional.
Introdução ao Planejamento Visual e Gráfico; O surgimento das letras e tipos; A escolha do tipo ideal para
composição; Laboratório; A reprodução gráfica; A distribuição de massas e linhas/agrupamentos; A
composição – combinação de elementos; Laboratório; O uso do branco nas artes gráficas/Luz e cor; A
identidade visual; Teoria da informação; Laboratório; Comunicação e Programação visual; Mídias comparadas:
jornais e revistas brasileiras; Laboratório; Editoração eletrônica: equipamentos e programas; A diagramação
contemporânea; A digitalização de fotos e o tratamento de imagens; A prática da editoração eletrônica; A
produção gráfica de um informativo; Definição de edição; Finalidade e competências de um bom editor;
Técnicas de edição; Noções de coesão e coerência textual; Coesão e coerência nos processos de edição de
texto. Falhas de edição; A edição dos meios de comunicação de massa (jornal, revista, rádio, TV, Internet);
Planejamento editorial;Política editorial: definição de critérios; Hierarquização de notícias; Critérios de seleção
de notícias. O trabalho de equipe: pauteiros, repórteres, editores; Criação de pautas. A edição final. Equilíbrio
texto/imagem. A responsabilidade do editor; Editores de destaque. Técnicas e características de cada
modalidade de redação e sua aplicação na comunicação publicitária. Linguagem e persuasão. Técnicas de
argumentação. Recursos estilísticos. Técnicas de redação para televisão, cinema, rádio, revista, jornal.
Conceitos de mídia. Cobertura e freqüência. Estratégias e táticas de mídia. Briefing de mídia.
LEITURA DE APOIO
LUPETTI, M. Planejamento de comunicação. São Paulo: Futura, 2000.
NEVES, R. C. Comunicação empresarial integrada. São Paulo: Mauad, 2000.
BAER, L. Produção Gráfica. São Paulo: Senac, 1999.
COLLARO, A. C. Projeto Gráfico – Teoria e Prática da Diagramação. São Paulo: Summus, 2000.
BARBAN, A. M. A essência do planejamento de mídia. São Paulo: Nobel, 2001.
MARTINS, J. S. Redação publicitária – teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2001.
25 – PROFESSOR II – QUÍMICA
CE: TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS: Reconhecimento, caracterização e interpretação de transformações
químicas que ocorrem no dia-a-dia, na natureza e no sistema produtivo; segurança no manuseio e
armazenagem de substâncias: riscos, prevenção de acidentes e organização de laboratório. MODELOS
INTERPRETATIVOS SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA MATÉRIA E SUAS TRANSFORMAÇÕES: Das idéias de Dalton
ao modelo mecânico-quântico; ligação química; relações entre propriedades e estruturas das substâncias.
PROCESSOS NUCLEARES: Energia nuclear e radioatividade - história, características e aplicações; impactos
ambientais. ASPECTOS TERMODINÂMICOS DAS TRANSFOMAÇÕES: Energia, entalpia, entropia e as Leis da
Termodinâmica; Energia nas transformações químicas e nas mudanças de estado; Energia livre,
espontaneidade, não-espontaneidade e reversibilidade das transformações, Equilíbrio químico. ASPECTOS
CINÉTICOS DAS TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS: Rapidez das transformações químicas - fatores que influem;
aspectos quantitativos; mecanismos de reação. TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS E ENERGIA ELÉTRICA:
Processos químicos envolvidos na produção e consumo de energia elétrica. A ÁGUA NO PLANETA TERRA
(HIDROSFERA): Propriedades da água e das soluções aquosas; Soluções aquosas e vida - critérios de
qualidade; tratamento da água, hidrólise, interação ácido-base; As águas naturais como fontes de matérias-
primas para o sistema produtivo; Poluição das águas. A ATMOSFERA DO PLANETA TERRA: Propriedades dos
gases; Atmosfera e sistema produtivo: obtenção de materiais a partir dos gases atmosféricos; Ação
atmosférica sobre diferentes materiais; Poluição do ar. A LITOSFERA DO PLANETA TERRA: Propriedades dos
sólidos; A litosfera como fonte de matérias-primas e energia para o sistema produtivo; perturbações da
litosfera. A BIOSFERA DO PLANETA TERRA: Propriedades e funções dos compostos de carbono; Biosfera e
sistema produtivo; Ciclos biogeoquímicos; Perturbações da biosfera.CIÊNCIA E CULTURA:Conhecimento
científico e tecnológico, parte integrante da cultura contemporânea; ciência como construção histórica e social,
processos de produção dos conhecimentos científicos e tecnológicos; ética e cidadania.
LEITURA DE APOIO
BRADY, James E. e HUMISTON, Gerard E. Química Geral. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. v.1 e v.2.
BRASIL. Secretaria da Educação Média e Tecnológica. PCN + Ensino médio - orientações educacionais
complementares aos parâmetros curriculares nacionais.
Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002.
BRASIL. Secretaria da Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio.
Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. p.200-273.
GEPEQ-Grupo de Pesquisa em Educação Química do Instituto de Química da USP. Interações e
transformações I. 6.ed. São Paulo: Editora da USP, 2000. Livros do aluno e do professor.
GEPEQ-Grupo de Pesquisa em Educação Química do Instituto de Química da USP. Interações e
transformações II. 3.ed. São Paulo: Editora da USP, 2001. Livros do aluno e do professor.
GEPEQ-Grupo de Pesquisa em Educação Química do Instituto de Química da USP. Interações e
transformações III. 2.ed. São Paulo: Editora da USP, 2000. Livros do aluno e do professor.
GOLDFARB, Ana Maria Alonso. Da alquimia à química. São Paulo: Landy, 2001.
LEE, J.D. Química Inorgânica "não tão"concisa. São Paulo: Edgard Blücher, 1996.
MAAR, Juergen Heinrich. Pequena história da química. Florianópolis: Papa-Livro, 1999.
MACÊDO, Jorge Antônio Barros. Águas e águas. São Paulo: Varela, 2001.
MENDHAN,J et al. VOGEL - Análise química quantitativa. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
MORTIMER, Eduardo Fleury. Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências. BH: Ed. UFMG, 2000.
OKUNO, Emico. Radiação: efeitos, riscos, benefícios. São Paulo: Harbra, 1998.
OLIVEIRA, Renato José. O mito da substância. In: Química Nova na Escola. n.1 Mai 1995. p. 8-11.
PITOMBO, Luiz Roberto de Moraes e LISBOA, Julio Cezar Foschini. Sobrevivência Humana - um caminho para
o desenvolvimento do conteúdo químico no ensino médio. In: Química Nova na Escola. n.14. Nov 2001. p.31-
35.
SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Coordenação de Estudos e Normas Pedagógicas. Organização e
segurança no laboratório de química no ensino médio: orientações gerais para professores de química. 2.ed.
SP: SE/CENP, 2001.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas.
Escola nas férias: aprendendo sempre. São Paulo: SE/CENP, 2002. p.25-30 e p.75-110.
SHREVE, R. Norris e BRINK Jr, Joseph A. Indústrias de processos químicos. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Dois, 1977.
SOLOMONS, T .W. Graham e FRYHLE, Craig. Química orgânica. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. v.1.
SOLOMONS, T .W. Graham e FRYHLE, Craig. Química orgânica. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. v.2.
VOGEL, Arthur Israel. Química analítica qualitativa. 5.ed. São Paulo: Mestre Jou, 1981.
26 – PROFESSOR II - SOCIOLOGIA
CE: O desenvolvimento do pensamento filosófico e metodológico através da História. O desenvolvimento das
Ciências na Sociedade – Ética e Consciência. Os métodos lógicos da análise científica. A sociedade capitalista e
o desenvolvimento científico e tecnológico; o papel do Estado na produção científica. Os problemas sociais e a
utilização da ciência para resolvê-los. Diferenças e interseções da Filosofia com a História, a Economia e a
Sociologia quando se trata de analisar o poder do conhecimento científico. Sociologia Geral e Sociologia da
Comunicação. Teoria e ideologia no mundo Globalizado. Público, elite e massa: a dimensão política, a social e
a cultural. Mercosul e ALCA. Desenvolvimento Sustentável. Crescimento e desequilíbrio regional. Cultura e
Sociedade, Cultura e Globalização. Introdução às Ciências Sociais. Seu significado. Origem e objetivo. A
economia como ciência. Relações entre a Economia e as outras Ciências Sociais. As Ciências Sociais aplicadas
à Economia. Objetivo da organização. A Teoria Clássica. Da Teoria de Relações Humanas aos Estruturalistas.
Controle e Liderança de Organização. A organização e ambiente social. Na direção de uma teoria de
organização. Organização e sociedade. O economista e a globalização.O que é Sociologia. Ciência e Sociologia.
Sociologia e demais Ciências Sociais. Sistema social. Organização e controle social. Status e Papel. Cultura e
organizações. O processo social e controle. Relações sociais e classes sociais. Representatividade e
negociação. Paradigmas do profissional moderno para o séc. XXI. Comunicação de Massa. Cultura Popular e
Cultura Erudita. Mídia. Novos modelos de organização. Estados Nacionais e Internacionais. Transnacionalização
das empresas, o sistema internacional e a globalização. Novos mecanismos de comunicação.
LEITURA DE APOIO
BOSI, A. Cultura Brasileira – Temas e Situações. São Paulo, Ática, 1992
COHN, G. Sociologia da Comunicação: teoria e ideologia. São Paulo, Pioneira, 1998.
GUARESCHI, P. Comunicação e Poder. 12ª. Petrópolis: Vozes, 1999.
IANNI, O. A sociedade global. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995.
VILA NOVA, Sebastião. Introdução à sociologia. SP. Atlas, 1998.
27 – PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL
Visão histórica da educação infantil. Organização do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil.
Concepções de ensino e aprendizagem. Concepção de educação infantil, de infância e de criança. O Professor
de educação infantil – Perfil. Desenvolvimento infantil – físico, afetivo, cognitivo e social. Relação entre o
cuidar e o educar. A construção do social da criança. O construtivismo – Piaget e os estágios do
desenvolvimento cognitivo. A construção do raciocínio matemático. Pensamento e linguagem – alfabetização,
leitura e escrita – letramento. A instituição e o projeto educativo. Orientações didáticas para conteúdos (para
crianças de zero a três anos e para crianças de quatro a seis anos). Recurso de aprendizagem: imitação, faz
de conta, oposição, linguagem e apropriação da imagem corporal. Construção das diferentes linguagens pelas
crianças: movimento, música, artes visuais, linguagem oral e escrita, natureza e ambiente e matemática. As
interações criança-criança, a importância do brincar. A parceria da família. O jogo como recurso privilegiado.
Avaliação do processo educativo na educação infantil. As fases na infância – atividades apropriadas para casa
faixa etária. O trabalho com crianças com necessidades educativas especiais: inclusão
Constituição Federal 1988 e Emenda 14. - Lei Federal 9394/96 LDBEN - Lei Federal 8069/90 ECA
BRASIL, MEC, Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília, 1998. Vol. 1,2 e 3.
BARROS, Célia S. G. – Psicologia e Construtivismo – SP. Ática
FERREIRO, Emilia. - Reflexões sobre alfabetização – SP. Cortez Ed.
FREIRE, Madalena – A Paixão de Conhecer o Mundo – SP. Paz e Terra
HOFFMANN, Jussara – A Avaliação na Pré-Escola – Porto Alegre. Mediação
KRAMER, Sonia (coord.) – Com a pré-escola nas mãos – SP. Ática
KAMIL, Constance – A criança e o número – Campinas. Papirus
_______________ - Reinventando a Aritmética – Campinas. Papirus
OLIVEIRA, Zilda M.R. de – Educação Infantil: muitos olhares SP. Cortez Editora
_______________ - A criança e seu desenvolvimento – SP. Cortez Editora
________________ - Creches: brincar, Faz de conta E Cia – Petrópolis, Vozes.
ROSSETTI – FERREIRA, M.C. (org) – Os fazeres na Educação Infantil – SP. Cortez Editora
SASSAKI, R.K. – Inclusão – Construindo uma sociedade para todos – RJ. WVA Editora
28 – SERVENTE PROVEDOR
CB: PORTUGUÊS: Interpretação de texto. Ortografia oficial, pontuação, divisão silábica, acentuação. Gênero
(masculino/feminino), número (singular/plural), grau dos substantivos e adjetivos, concordância entre
adjetivos e substantivos. Sinônimos e antônimos. Verbos (conjugação), concordância verbal. MATEMÁTICA: As
quatro operações fundamentais com números inteiros e fracionários. Medidas de comprimento, superfície,
volume e massa. Medidas de tempo. Sistema monetário nacional (dinheiro). Resoluções de situações
problemas.
PS: Questões que simulam a rotina do trabalho diário.
PP: Prova Prática de varrição e limpeza
29 - VIGIA
CB: PORTUGUÊS: Interpretação de texto. Ortografia oficial, pontuação, divisão silábica, acentuação. Gênero
(masculino/feminino), número (singular/plural), grau dos substantivos e adjetivos, concordância entre
adjetivos e substantivos. Sinônimos e antônimos. Verbos (conjugação), concordância verbal. MATEMÁTICA: As
quatro operações fundamentais com números inteiros e fracionários. Medidas de comprimento, superfície,
volume e massa. Medidas de tempo. Sistema monetário nacional (dinheiro). Resoluções de situações
problemas.
PS: Questões que simulam a rotina do trabalho diário.
AP: Avaliação de Potencialidade (Dinâmica de Grupo).