Edital do Concurso Prefeitura de São João da Barra - RJ 2010

Visualizaçao do Edital do Concurso

Prefeitura Municipal de São João da Barra
Concurso Público para Provimento de Vagas em Cargos de Nível Fundamental, Nível Médio e Nível Superior
Edital nº 01/2009, de 21 de dezembro de 2009
A Prefeita do Município de São João da Barra, no uso de suas atribuições, tornam pública a abertura de inscrições e
estabelece normas para a realização de Concurso Público para provimento 445 (quatrocentos e quarenta e cinco) vagas e
formação de cadastro de reserva para cargos no âmbito da Secretaria Municipal de Educação, em conformidade com Lei
147/2009, a legislação pertinente e com o disposto neste Edital.
1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1. O Concurso Público será regido por este Edital, seus Anexos, e eventuais retificações, caso existam, e sua execução
caberá à Fundação de Apoio à Pesquisa, Ensino e Assistência à Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro e ao
Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - FUNRIO.
1.2. O Anexo I - Quadro de Vagas - relaciona os cargos, remuneração, distribuição de vagas para cada cargo (total de
vagas, vagas de ampla concorrência e vagas reservadas para candidatos portadores de deficiência), pré-requisitos do
cargo e carga horária.
1.3. O Anexo II - Quadro de Provas - relaciona o tipo de prova a ser realizada pelos candidatos de cada cargo, as
disciplinas associadas à prova, a quantidade de questões por disciplina, o valor de cada questão por disciplina, o total de
pontos da disciplina, o mínimo de pontos por disciplina para aprovação e o mínimo de pontos na prova para aprovação.
1.4. O Anexo III - Conteúdos Programáticos e Bibliografia - descreve os conteúdos programáticos de cada disciplina e
informa a bibliografia utilizada.
1.5. O Anexo IV - Atribuições - descreve as atribuições de cada cargo.
1.6. Toda menção a horário neste Edital terá como referência o horário do Estado do Rio de Janeiro - RJ.
2. DOS CARGOS
2.1. Os cargos, a distribuição das vagas para cada cargo (total de vagas, vagas de ampla concorrência e vagas reservadas
para candidatos portadores de deficiência), pré-requisitos do cargo e carga horária, estão descritas no Anexo I, deste
Edital.
2.2. As atribuições dos cargos estão descritas no Anexo IV, deste Edital.
2.3. O regime de trabalho será Estatutário.
2.4. A remuneração para cada cargo está descrita no Anexo I, deste Edital.
3. DOS REQUISITOS PARA POSSE
3.1. O candidato deverá atender, cumulativamente, para contratação, aos seguintes requisitos:
a) ter sido aprovado e classificado no Concurso Público, na forma estabelecida neste Edital, seus Anexos, e em suas
retificações;
b) ter nacionalidade brasileira e, no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade entre
brasileiros e portugueses, com reconhecimento do gozo dos direitos políticos, nos termos do parágrafo do art. 12 da
Constituição da República Federativa do Brasil e na forma do disposto no art. 13 do Decreto nº 70.436, de 18 de abril de
1972;
c) ter idade mínima de 18 anos completos na data da posse;
d) estar em gozo dos direitos políticos;
e) estar quite com as obrigações militares e eleitorais;
f) possuir os pré-requisitos exigidos, conforme discriminado neste Edital;
g) ser considerado apto na inspeção médica, realizada pela Prefeitura Municipal de São João da Barra. Caso o candidato
seja considerado inapto para o exercício do cargo, por ocasião da inspeção de saúde, este não poderá tomar posse.
3.2. Todos os requisitos especificados no subitem 3.1 deste Edital, alíneas “b” a “f”, deverão ser comprovados por meio
da apresentação de documento original ou declaração, juntamente com fotocópia, sendo eliminado do Concurso aquele
que não os apresentar, assim como aquele que for considerado inapto na inspeção de médica.
4. DA PARTICIPAÇÃO DOS CANDIDATOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA
4.1. Em cumprimento ao disposto no art. 37, inciso VIII, da Constituição da República Federativa do Brasil, na Lei
7.853, de 24 de outubro de 1989, e no Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, alterado pelo Decreto 5.296 e
alterações posteriores, ficam reservados 5% (cinco por cento) do total das vagas.
4.2. O candidato portador de deficiência concorre em igualdade de condições com os demais candidatos às vagas de
ampla concorrência e, ainda, às vagas reservadas aos portadores de deficiência.
4.2.1. O candidato portador de deficiência, se classificado, além de figurar na lista de classificação correspondente às
vagas de ampla concorrência, terá seu nome publicado na lista de classificação das vagas oferecidas aos portadores de
deficiência.
4.3. Em obediência ao art. 39, inciso III, do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, haverá adaptação das provas,
conforme a deficiência do candidato.
4.4. Somente serão consideradas como pessoas portadoras de deficiência aquelas que se enquadrem nas categorias
constantes do art. 4º do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 e suas alterações.
4.5. O candidato portador de deficiência, aprovado e classificado no Concurso, será convocado para ser avaliado por uma
equipe multiprofissional.
4.5.1. O candidato deverá comparecer à avaliação, munido de documento de identidade original com foto e laudo médico
ou atestado original indicando a espécie, o grau ou o nível de deficiência, com expressa referência ao código
correspondente da Classificação Internacional de Doenças (CID), a provável causa da deficiência, bem como ao
enquadramento previsto no art. 4º do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 e suas alterações.
4.5.2. A equipe multiprofissional emitirá parecer conclusivo, observando as informações prestadas pelo candidato no ato
da inscrição, a natureza das atividades para o cargo, a viabilidade das condições de acessibilidade e o ambiente de
trabalho, a possibilidade de utilização, pelo candidato, de equipamentos ou outros meios que habitualmente utilize, e a
Classificação Internacional de Doenças (CID) apresentadas.
4.5.3. As deficiências dos candidatos, admitida a correção por equipamentos, adaptações, meios ou recursos especiais,
devem permitir o desempenho adequado das atribuições especificadas para o cargo.
4.5.4. A decisão final da equipe multiprofissional será soberana e definitiva administrativamente.
4.6. O candidato que não for considerado portador de deficiência com direito a concorrer às vagas reservadas aos
portadores de deficiência pela equipe multiprofissional ou que não comparecer no dia, hora e local marcado para
realização da avaliação pela equipe multiprofissional, perderá o direito à vaga reservada aos candidatos portadores de
deficiência que iria ocupar, sendo eliminado desta relação específica, permanecendo na relação de candidatos de ampla
concorrência classificados no Concurso.
4.7. As vagas reservadas a portadores de deficiência que não forem providas por falta de candidatos, por reprovação no
Concurso, por contra-indicação na perícia médica ou por outro motivo, serão preenchidas pelos demais aprovados,
observada a ordem de classificação.
4.8. Após a posse, a deficiência não poderá ser argüida para justificar a concessão de aposentadoria, ou remoção por
motivo de saúde do empregado, salvo as hipóteses excepcionais de agravamento imprevisível da deficiência, que
impossibilitem a permanência do empregado em atividade.
5. DAS ETAPAS DO CONCURSO PÚBLICO
5.1. O Concurso Público será composto de:
a) Prova Objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, para os candidatos a todos os cargos;
b) Avaliação de Títulos, de caráter classificatório, para os candidatos aos cargos de Professor I e Professor II..
6. DAS INSCRIÇÕES
6.1. As inscrições serão efetuadas exclusivamente nas formas descritas neste Edital.
6.2. Antes de efetuar a inscrição, o candidato deverá tomar conhecimento do disposto neste Edital e em seus Anexos e
certificar-se de que preenche todos os requisitos exigidos. Estas informações estarão disponíveis na página do concurso
no endereço eletrônico www.funrio.org.br ou no Manual do Candidato.
6.3. As inscrições serão realizadas exclusivamente no Posto de Inscrição, localizado no CIEP Municipalizado Gladys
Teixeira - Rua Barão de Barcelos, 295 - Centro de São João da Barra, no período de 23 de dezembro de 2009 a 06 de
janeiro de 2010, de segunda à sexta-feira, no horário das 9 horas às 17 horas, onde serão disponibilizados computadores
e pessoal treinado para a realização de inscrições de candidatos.
6.4. O valor da taxa de inscrição será de R$ 35,00 (trinta e cinco reais) para os cargo de Inspetor de Alunos e Auxiliar de
Creche, R$ 45,00 (quarenta e cinco reais) para o cargo de Professor II, R$ 55,00 (cinquenta e cinco reais) para os cargos
de Professor I e Pedagogo, R$ 65,00 (sessenta e cinco reais) para os cargos de Bibliotecário, Assistente Social,
Nutricionista, Orientador Educacional, Psicólogo, Fisioterapeuta, Musicoterapeuta, Psicopedagogo, Contador e
Supervisor de Ensino.
6.4.1. O valor da taxa de inscrição não será devolvido em hipótese alguma.
6.5. Ao preencher o Requerimento de Inscrição, o candidato deverá, obrigatoriamente, sendo vedadas alterações
posteriores, indicar o cargo de atuação para o qual deseja concorrer à vaga com base no Anexo I deste Edital.
6.6. Após encaminhar seu pedido de inscrição, será impresso o boleto bancário para o pagamento, até a data do
vencimento, em qualquer agência da rede bancária, estabelecimentos credenciados pelo sistema financeiro ou internet
banking. O boleto bancário a ser utilizado para efetuar o pagamento da taxa de inscrição deve ser aquele associado ao
Requerimento de Inscrição enviado.
6.6.1. O pagamento da taxa de inscrição deverá ser efetuado obrigatoriamente por intermédio do boleto bancário
6.6.2. O boleto bancário emitido no último dia do período de inscrições poderá ser pago até o segundo dia subseqüente
ao do término das inscrições.
6.6.3. O boleto deverá ser impresso até o último dia de inscrição
6.6.4. Não serão efetivadas as inscrições cujo pagamento da taxa de inscrição seja feito por meio de depósito, docs
(operação bancária), transferência ou similar.
6.6.5. No caso do pagamento da taxa de inscrição ser efetuado com cheque bancário que, porventura, venha a ser
devolvido, por qualquer motivo, a inscrição do candidato não será efetivada, reservando-se a FUNRIO ao direito de
tomar as medidas legais cabíveis.
6.7. O candidato somente terá sua inscrição efetivada após a informação referente a confirmação do pagamento do
respectivo boleto bancário ter sido enviada pelo agente bancário e ter sido recebida pela FUNRIO.
6.8. O comprovante de pagamento da inscrição deverá ser mantido em poder do candidato.
6.9. Não serão aceitas inscrições condicionais, via fax, via correio eletrônico ou fora do prazo.
6.10. O candidato que se inscrever para mais de um cargo ou cargo e no caso em que as provas para estes cargos venham
a ocorrer no mesmo turno, considerando-se o disposto no subitem 9.2.1 deste Edital, no dia da prova, deverá comparecer
ao local e sala de prova da opção que privilegiar e realizar a prova a ela correspondente, sendo considerado faltoso nas
demais opções.
6.11. Não haverá isenção total ou parcial do valor da taxa de inscrição, exceto para atender o disposto no artigo 72 dos
Atos das Disposições Transitórias da Constituição do Estado, e no art. 3º, parágrafo único, da Lei 2.913, de 30/03/98,
para os candidatos cuja renda familiar máxima corresponda a 300 UFIR-RJ (R$ 581,16).
6.11.1. O candidato que desejar solicitar isenção do pagamento da taxa de inscrição, no período informado no
cronograma existente no Manual do Candidato ou na página do concurso no endereço eletrônico www.funrio.org.br,
deverá preencher o Requerimento de Inscrição, indicando que deseja solicitar isenção do pagamento da taxa de inscrição.
6.11.1.1. Neste caso, não será apresentado o boleto bancário para pagamento após o envio do Requerimento de Inscrição.
6.11.2. Para solicitar a isenção de que trata o subitem 6.11 deste Edital o candidato de entregar ou enviar o requerimento
de isenção, juntamente com a documentação comprobatória.
6.11.2.1. Documentos que devem ser apresentados, juntamente com o requerimento de isenção:
a) Cópia do documento de identidade do requerente;
b) Cópia do CPF do requerente;
c) Cópia do comprovante de residência (conta atualizada de luz, de água ou de telefone fixo); e
d) Cópia da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) - páginas que contenham fotografia, identificação e
anotação de nenhum ou do último contrato de trabalho e da primeira página subseqüente em branco ou com
correspondente data de saída anotada do último contrato de trabalho; ou, contracheque atual; ou, no caso de autônomos,
declaração de próprio punho dos rendimentos correspondentes a contratos de prestação de serviço e/ou contrato de
prestação de serviços e recibo de pagamento autônomo (RPA).
6.11.2.2. A FUNRIO disponibilizará o Requerimento de Isenção do Pagamento da Taxa de Inscrição, na página do
concurso no endereço eletrônico www.funrio.org.br.
6.11.3. Após preencher o Requerimento de Isenção do Pagamento da Taxa de Inscrição, o candidato entregar-lo,
juntamente com a documentação do subitem 6.11.2.1, no Posto de Inscrição, localizado no CIEP Municipalizado Gladys
Teixeira - Rua Barão de Barcelos, 295 - Centro de São João da Barra, no período informado no cronograma existente no
Manual do Candidato ou na página do concurso no endereço eletrônico www.funrio.org.br, no horário das 9 horas às 17
horas.
6.11.4. O Requerimento de Isenção do Pagamento da Taxa de Inscrição deverá ser entregue devidamente preenchido,
obrigatoriamente contendo a assinatura do solicitante e data.
6.11.5. Não será aceita a solicitação de isenção do pagamento da taxa de inscrição via fax e/ou correio eletrônico.
6.11.6. Todas as informações prestadas no Requerimento de Isenção do Pagamento da Taxa de Inscrição são de inteira
responsabilidade do candidato, assim como a idoneidade dos documentos apresentados, respondendo o mesmo civil e
criminalmente por qualquer irregularidade constatada.
6.11.7. A documentação entregue será analisada pela FUNRIO, que decidirá sobre a concessão ou não ao candidato da
isenção do pagamento da taxa de inscrição, não cabendo vista nem recurso desta decisão em tempo algum ou por
qualquer motivo.
6.11.8. Constatada qualquer inveracidade, a qualquer tempo, nas informações prestadas no processo aqui definido para
obtenção de isenção do pagamento da taxa de inscrição, será fato para o cancelamento da inscrição, tornando-se nulos
todos os atos dela decorrentes, além de sujeitar-se o candidato às penalidades previstas em lei.
6.11.9. Não será concedida isenção do pagamento da taxa de inscrição ao candidato que:
a) omitir informações e/ou torná-las inverídicas;
b) fraudar e/ou falsificar documentação;
c) pleitear a isenção instruindo o pedido com documentação incompleta, não atendendo o disposto no subitem 6.11.3
deste Edital;
d) não observar o prazo estabelecido no subitem 6.11.3 deste Edital;
e) apresentar documentos ilegíveis ou preenchidos incorretamente.
6.11.10. O resultado da análise da documentação apresentada será informado na página do concurso no endereço
eletrônico www.funrio.org.br, no período informado no cronograma existente no Manual do Candidato ou na página do
concurso no endereço eletrônico www.funrio.org.br.
6.11.11. O candidato com pedido de isenção do pagamento da taxa de inscrição indeferido poderá efetuar sua inscrição
bastando para tal solicitar a impressão do boleto bancário para pagamento em um dos Postos de Inscrição e efetuar o
pagamento conforme o disposto nos subitens 6.6, 6.6.1 a 6.6.5 deste Edital.
6.11.12. O candidato cuja solicitação de isenção do pagamento da taxa de inscrição for deferida, não necessitará efetuar
nova inscrição, pois o Requerimento de Inscrição encaminhado será considerado.
6.11.13. O Requerimento de Inscrição deverá estar devidamente preenchido, sujeitando-se este preenchimento às
considerações e regras estabelecidas neste item do Edital.
6.12. Quando do preenchimento do Requerimento de Inscrição, o candidato portador de deficiência que desejar concorrer
às vagas reservadas para os candidatos portadores de deficiência deverá informar sua opção.
6.12.1. O candidato portador de deficiência deverá entregar, obrigatoriamente, no Posto de Inscrição, localizado no CIEP
Municipalizado Gladys Teixeira - Rua Barão de Barcelos, 295 - Centro de São João da Barra, até o último dia de
inscrição informado no cronograma existente no Manual do Candidato ou na página do concurso no endereço eletrônico
www.funrio.org.br, LAUDO MÉDICO OU ATESTADO (original ou cópia autenticada) INDICANDO A ESPÉCIE, O
GRAU OU O NÍVEL DE DEFICIÊNCIA, COM EXPRESSA REFERÊNCIA AO CÓDIGO CORRESPONDENTE DA
CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DE DOENÇAS (CID) VIGENTE, BEM COMO A PROVÁVEL CAUSA DA
DEFICIÊNCIA, BEM COMO AO ENQUADRAMENTO PREVISTO NO ARTIGO DO DECRETO FEDERAL Nº.
3.298 DE 20 DE DEZEMBRO DE 1999, ALTERADO PELO DECRETO FEDERAL N° 5.296 DE 2 DE DEZEMBRO
DE 2004. NÃO SERÃO CONSIDERADOS RESULTADOS DE EXAMES E/OU DOCUMENTOS DIFERENTES DO
DESCRITO.
6.12.1.1. O laudo médico ou atestado não será devolvido e não serão fornecidas cópias do mesmo.
6.12.2. Se o candidato não cumprir o disposto nos subitens 6.12 e 6.12.1 deste Edital, este perderá o direito de concorrer
às vagas reservadas para os candidatos portadores de deficiência.
6.13. O candidato, portador de deficiência ou não, que necessitar de condição(ões) especial(ais) para realização da prova,
no ato da inscrição, deverá informar a(s) condição(ões) especial(ais) de que necessita para o dia da prova, sendo vedadas
alterações posteriores. Caso não o faça, sejam quais forem os motivos alegados, fica sob sua exclusiva responsabilidade
a opção de realizar ou não a prova.
6.13.1. O candidato com deficiência visual total deverá indicar sua condição, informando, no Formulário de Inscrição, a
necessidade de realizar a prova com o auxílio de um ledor. Neste caso, o ledor transcreverá as respostas para o candidato,
não podendo a FUNRIO ser responsabilizado por parte do candidato, sob qualquer alegação, por eventuais erros de
transcrição cometidos pelo ledor.
6.13.2. O candidato amblíope deverá indicar sua condição, informando, no Formulário de Inscrição, se deseja que sua
prova seja confeccionada de forma ampliada. Neste caso, será oferecida prova com tamanho de letra correspondente a
corpo 24.
6.13.3. O candidato com dificuldade de locomoção deverá indicar sua condição, informando, no Requerimento de
Inscrição, se utiliza cadeira de rodas ou se necessita de local de fácil acesso.
6.13.4. O candidato que necessitar de condições especiais para escrever deverá indicar sua condição, informando, no
Formulário de Inscrição, que necessita de auxílio para transcrição das respostas. Neste caso, o candidato terá o auxílio de
um fiscal, não podendo a FUNRIO ser responsabilizada por parte do candidato, sob qualquer alegação, por eventuais
erros de transcrição cometidos pelo fiscal.
6.13.5. O candidato deverá informar a(s) condição(ões) especial(ais) de que necessita, caso não seja qualquer uma das
mencionadas nos subitens 6.13.1 ao 6.13.4 deste Edital.
6.13.6. A candidata que tiver a necessidade de amamentar no dia da prova deverá levar um acompanhante, que ficará
com a guarda da criança em local reservado e diferente do local de prova da candidata. A amamentação dar-se-á nos
momentos em que se fizerem necessários, não tendo a candidata, nesse momento, a companhia do acompanhante, além
de não ser dado qualquer tipo de compensação em relação ao tempo de prova dispensado com a amamentação. A não
presença de um acompanhante impossibilitará a candidata de realizar a prova.
6.13.7. As condições especiais solicitadas pelo candidato para o dia da prova serão analisadas e atendidas, segundo
critérios de viabilidade e razoabilidade, sendo comunicado do atendimento ou não de sua solicitação quando da
Confirmação da Inscrição.
6.14. O candidato, ao efetivar sua inscrição, assume inteira responsabilidade pelas informações prestadas para
preenchimento do Requerimento de Inscrição, sob as penas da lei, bem como assume que está ciente e de acordo com as
exigências e condições previstas neste Edital, do qual o candidato não poderá alegar desconhecimento.
6.15. A declaração falsa ou inexata dos dados constantes do Requerimento de Inscrição determinará o cancelamento da
inscrição e anulação de todos os atos decorrentes dela, em qualquer época, assumindo o candidato as possíveis
conseqüências legais.
6.16. O candidato somente será considerado inscrito no Concurso Público após ter cumprido todas as instruções descritas
no item 6 deste Edital e todos os seus subitens.
7. DA CONFIRMAÇÃO DA INSCRIÇÃO
7.1. As inscrições efetuadas de acordo com o disposto no item 6 deste Edital serão homologadas pela FUNRIO,
significando tal ato que o candidato está habilitado para participar do Concurso Público.
7.2. A relação dos candidatos com a inscrição homologada será divulgada na página do concurso no endereço eletrônico
www.funrio.org.br, em data prevista no cronograma existente no Manual do Candidato e na página do concurso no
endereço eletrônico www.funrio.org.br.
7.3. O Cartão de Informação contendo as informações referentes à data, horário, tempo de duração e local de realização
das Provas Objetiva (nome do estabelecimento, endereço e sala), cargo para o qual concorre e tipo de vaga escolhida
pelo candidato (vaga de ampla concorrência ou vaga reservada para candidatos com deficiência), assim como as
orientações para realização da prova, estarão disponíveis no período informado no cronograma existente no Manual do
Candidato ou na página do concurso no endereço eletrônico www.funrio.org.br.
7.4. Erros referentes a nome, documento de identidade ou data de nascimento, deverão ser comunicados apenas no dia de
realização da prova, na sala de prova, junto ao fiscal.
7.5. Não é necessária a apresentação, no dia de realização da prova, de documento que comprove a localização do
candidato no estabelecimento de realização de prova, bastando que o mesmo se dirija ao local designado portando
documento de identificação original com fotografia.
7.6. É de responsabilidade do candidato a obtenção de informações referentes à realização da prova.
7.7. O candidato não poderá alegar desconhecimento do local da prova como justificativa de sua ausência. O não
comparecimento à prova, qualquer que seja o motivo, será considerado como desistência do candidato, e resultará em sua
eliminação do Concurso Público.
8. DA PROVA OBJETIVA
8.1. Da Prova Objetiva
8.1.1. A Prova Objetiva será composta de questões do tipo múltipla escolha, sendo que cada questão conterá 5 (cinco)
opções de resposta e somente uma correta.
8.1.2. A quantidade de questões por disciplina, o valor de cada questão por disciplina, o total de pontos da disciplina o
mínimo de pontos por disciplina para aprovação e o mínimo de pontos na prova para aprovação estão descritos no Anexo
II deste Edital.
8.1.3. Informações relativas à data e local da Prova Objetiva estarão disponíveis na página do concurso no endereço
eletrônico www.funrio.org.br a partir da data prevista no cronograma existente no Manual do Candidato ou na página do
concurso no endereço eletrônico www.funrio.org.br.
8.1.4. Os conteúdos programáticos estão disponíveis no Anexo III deste Edital.
9. DAS CONDIÇÕES DE REALIZAÇÃO DA PROVA OBJETIVA
9.1. A prova objetiva será realizada na cidade de São João da Barra.
9.2. A data definitiva de realização das provas objetiva será informada na página do concurso no endereço eletrônico
www.funrio.org.br.
9.2.1. As provas para os cargos de Auxiliar de Creche, Professor I, Bibliotecário, Assistente Social, Nutricionista,
Psicólogo, Fisioterapeuta, Musicoterapeuta, Contador serão realizadas no turno da manhã e para os cargos de Orientador
Educacional, Supervisor de Ensino, Psicopedagogo, Pedagogo, Professor II e Inspetor de Alunos no turno da tarde.
9.2.2. À critério da FUNRIO, poderá, em caso fortuito ou de força maior, ser concedida tolerância no horário de
fechamento dos portões.
9.2.2.1. O início da prova objetiva ocorrerá após o fechamento dos portões e assim que os candidatos encontrarem-se em
seu local de prova, sendo respeitado o tempo estipulado para realização da prova independentemente do horário de início
da mesma.
9.2.3. A FUNRIO poderá utilizar sala(s) extra(s) nos locais de aplicação da prova objetiva, alocando ou remanejando
candidatos para essa(s) conforme as necessidades.
9.2.4. Todo instrumento de prova, fornecido pela FUNRIO é válido e oficial.
9.3. O candidato deverá comparecer ao local designado para prestar a prova objetiva com antecedência nima de 60
(sessenta) minutos do horário estabelecido para o início da mesma, munido de caneta esferográfica transparente de tinta
azul ou preta e de documento oficial e original de identidade, contendo foto e assinatura, devendo este ser apresentado ao
fiscal de sala, conferido pelo mesmo e imediatamente devolvido ao candidato.
9.3.1. Serão considerados documentos de identidade: carteiras expedidas pelos Comandos Militares, pelas Secretarias de
Segurança Pública, pelos Institutos de Identificação e pelos Corpos de Bombeiros Militares; carteiras expedidas pelos
órgãos fiscalizadores de exercício profissional (ordens, conselhos, etc.); passaporte; certificado de reservista; carteiras
funcionais do Ministério Público; carteiras funcionais expedidas por órgão público que, por lei federal, valham como
identidade; carteira de trabalho; e carteira nacional de habilitação (somente o modelo novo, com foto).
9.3.2. Não serão aceitos como documentos de identidade: certidões de nascimento, títulos eleitorais, carteiras de
motorista (modelo antigo, sem foto), carteiras de estudante, carteiras funcionais sem valor de identidade.
9.3.3. Não serão aceitas cópias de documentos de identidade, ainda que autenticados, nem protocolos de entrega de
documentos.
9.4. Os documentos deverão estar em perfeitas condições, de forma a permitir, com clareza, a identificação do candidato
e de sua assinatura.
9.4.1. O candidato será submetido à identificação especial caso seu documento oficial de identidade apresente dúvidas
quanto à fisionomia ou assinatura.
9.4.2. O candidato que não apresentar documento oficial de identidade não realizará a prova objetiva.
9.4.3. Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar documento oficial de identidade, por motivo de perda, roubo
ou furto, deverá ser apresentado documento que comprove o registro do fato em órgão policial, expedido no máximo
30 (trinta) dias, sendo o candidato submetido à identificação especial.
9.5. É vedado ao candidato prestar a prova objetiva fora do local, data e horário pré-determinados pela organização do
Concurso.
9.6. Não será admitido o ingresso de candidatos no local de realização da prova objetiva após o fechamento dos portões.
9.7. Não será permitida, durante a realização da prova objetiva, a comunicação entre os candidatos, nem a utilização de
anotações, impressos ou qualquer outro material de consulta, inclusive consulta a livros, a legislação simples e
comentada ou anotada, a súmulas, a livros doutrinários e a manuais.
9.8. Não será permitido, durante a realização da prova objetiva, o uso de celulares, pagers, calculadoras, bem como
quaisquer equipamentos que permitam o armazenamento ou a comunicação de dados e informações. Caso o candidato
leve consigo esses tipos de aparelhos no dia de realização do certame, os mesmos serão lacrados e devolvidos aos
candidatos, que somente poderão abri-los ao final da prova objetiva.
9.8.1. Não realizará a prova objetiva o candidato que se apresentar ao local de prova portando arma.
9.9. Não será permitido ao candidato fumar.
9.10. Não haverá segunda chamada para a prova objetiva, independentemente do motivo alegado.
9.11. Não haverá, por qualquer motivo, prorrogação do tempo previsto para a aplicação da prova objetiva em virtude do
afastamento do candidato da sala onde esta sendo aplicada a prova objetiva.
9.12. No dia de realização da prova objetiva não será fornecida, por qualquer membro da equipe de aplicação da prova,
ou pelas autoridades presentes, informações referentes ao conteúdo e aos critérios de avaliação destas.
9.13. Da prova objetiva
9.13.1. O candidato deverá transcrever as respostas da prova objetiva para a folha de respostas, que será o único
documento válido para a correção. O preenchimento da folha de respostas é de inteira responsabilidade do candidato, que
deverá proceder de conformidade com as instruções específicas contidas na capa do caderno de questões. Não haverá
substituição da folha de respostas por erro do candidato.
9.13.2. Será atribuída pontuação zero à questão da prova objetiva que contiver mais de uma ou nenhuma resposta
assinalada, ou que contiver emenda ou rasura.
9.13.3. Não será permitido que as marcações na folha de respostas sejam feitas por outras pessoas, salvo em caso do
candidato que tenha solicitado condição especial para esse fim. Nesse caso, o candidato será acompanhado por um
agente da FUNRIO devidamente treinado
9.14. Por motivo de segurança, os procedimentos a seguir serão adotados:
a) após ser identificado, nenhum candidato poderá retirar-se da sala ou local de prova sem autorização e
acompanhamento da fiscalização;
b) o candidato somente poderá retirar-se do local de realização das provas após a primeira hora do início da mesma.
c) ao candidato somente será permitido levar o caderno de questões da prova objetiva ao final do horário previsto para o
término da prova.
d) será terminantemente vedado ao candidato copiar seus assinalamentos feitos na folha de respostas da prova objetiva;
e) ao terminar a prova objetiva, o candidato entregará ao fiscal de sala, obrigatoriamente, o caderno de questões, a folha
de respostas e o caderno da prova discursiva, todas as folhas inclusive o rascunho, devidamente assinados, ressalvado o
disposto na alínea "c";
f) os três últimos candidatos deverão permanecer na sala de prova e somente poderão sair juntos do recinto.
9.15. Por motivo de segurança, a FUNRIO poderá proceder, no ato da aplicação das provas, à coleta da impressão digital
de cada candidato, sendo a mesma recolhida no ato de sua apresentação para posse, de forma que estas possam ser
confrontadas.
9.16. Por motivo de segurança, a FUNRIO poderá solicitar que o candidato transcreva, em letra cursiva, de próprio
punho, um texto apresentado, sendo que, no ato de sua apresentação para posse, o mesmo texto deverá ser reproduzido
para confrontação com o texto transcrito durante a prova.
9.17. Terá sua prova anulada e será automaticamente eliminado do Concurso Público o candidato que, durante a
realização da prova:
a) usar ou tentar usar meios fraudulentos ou ilegais para a sua realização;
b) for surpreendido dando ou recebendo auxílio para a execução da prova;
c) for surpreendido durante o período de realização de sua prova portando (carregando consigo, levando ou conduzindo)
armas ou aparelhos eletrônicos (bip, telefone celular, qualquer tipo de relógio com mostrador digital, walkman, agenda
eletrônica, notebook, palmtop, receptor, gravador, etc), quer seja na sala de prova ou nas dependências do seu local de
prova;
d) utilizar-se de máquinas de calcular ou equipamentos similares, livros, dicionário, notas ou impressos que não forem
expressamente permitidos, telefone celular, gravador, receptor ou pager, ou que se comunicar com outro candidato;
e) faltar com a devida urbanidade para com qualquer membro da equipe de aplicação da prova, as autoridades presentes
ou candidatos;
f) fizer anotação de informações relativas às suas respostas da prova objetiva em qualquer meio;
g) afastar-se da sala ou do local de prova, a qualquer tempo, sem o acompanhamento de fiscal;
h) ausentar-se da sala da prova objetiva, a qualquer tempo, portando a folha de respostas ou caderno de questões,
celulares ou quaisquer equipamentos eletrônicos;
i) descumprir as instruções contidas no caderno de prova da prova objetiva;
j) perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos;
k) quando, após a prova, for constatado - por meio eletrônico, estatístico, visual, grafológico ou qualquer meio em
Direito admitido - ter o candidato se utilizado de processos ilícitos.
9.18. O candidato que desejar fazer considerações a respeito da aplicação deverá consigná-las em Ata de Sala, para
posterior avaliação
10. DA PROVA DE TÍTULOS
10.1 A prova de títulos terá por finalidade verificar o enriquecimento da capacitação e da especialização técnico-
profissional do candidato para fins de classificação. Desta forma, a prova de títulos terá caráter apenas classificatório.
10.2 Todos os candidatos para os cargos de Professor I, Professor II, Pedagogo, Psicopedagogo, Orientador Educacional
e Supervisor de Ensino deverão entregar os documentos a serem considerados para a avaliação de títulos no mesmo dia e
local de realização da prova objetiva, no momento da identificação com o fiscal da sala.
10.2.1 Somente serão avaliados os títulos dos candidatos aprovados que obtiverem classificação correspondente a, no
máximo, duas vezes o número de vagas de ampla concorrência disponíveis para os cargos, desde que não inferiores a 10
classificados.
10.2.2. Serão avaliados os títulos de todos os candidatos aprovados que concorrem às vagas destinadas aos portadores de
deficência para os cargos.
10.3 O candidato que não apresentar os documentos para a avaliação de títulos, na data e horário estabelecido no
subitem 10.2 deste Edital, receberá nota 0 (zero) na avaliação de títulos
10.4 O candidato deverá apresentar os títulos previstos no item 10.5 deste edital por meio de cópias simples anexando-os
ao “Formulário para Prova de Títulos”, disponível na página do concurso no endereço eletrônico www.funrio.org.br,
devidamente preenchido. Documentos enviados sem o respectivo formulário anexado não serão avaliados.
10.5 Somente serão aceitos os títulos abaixo relacionados, observados os limites de pontos na seguinte tabela:
TÍTULO
PONTOS UNITÁRIOS
POR TÍTULO
PONTUAÇÃO
MÁXIMA
a) Título de Doutor, na área específica a que concorre no
certame ou na área de educação.
1,0 1,0
b) Título de Mestre, na área específica a que concorre no
certame ou na área de educação.
0,6 0,6
c) Título de Especialista, em área específica a que
concorre no certame, com carga horária mínima de 360
horas, ou na área de educação.
0,4 0,4
d) Graduação, na área específica a que concorre no
certame ou Licenciatura Plena em outra área de
educação.
0,2 0,2
10.6. Será computado apenas um título, o de maior valor apresentado pelo candidato, protocolando somente 1 (um)
documento. A pontuação da prova de títulos não será cumulativa.
10.7 A Graduação somente será considerada título para os cargos de Professor II, exceto se não cumprir pré-requisito
previsto para os referidos cargos. Para tal efeito, os candidatos a esses cargos deverão entregar, obrigatoriamente, o
documento comprobatório do pré-requisito.
10.8 A Especialização somente será considerada título para os cargos de Orientador Educacional e Supervisor de Ensino
se não cumprir pré-requisito previsto para os referidos cargos. Para tal efeito, os candidatos a esses cargos deverão
entregar, obrigatoriamente, o documento comprobatório do pré-requisito.
10.9 Não serão pontuados os títulos de Graduação passíveis de pontuação que não estiverem acompanhados do diploma
de Ensino Médio completo (modalidade Normal) comprovando o pré-requisito para o cargo ao qual concorre.
10.10. Não serão pontuados os títulos de Especialização passíveis de pontuação que não estiverem acompanhados do
diploma de Ensino Médio completo (modalidade Normal) comprovando o pré-requisito para o cargo ao qual concorre.
10.11. Somente serão aceitos os títulos apresentados nos quais constem o início e o término do período declarado e de
cursos efetivamente concluídos. Não serão aceitas declarações de matrícula ou atas de defesa de tese. O candidato
deverá, obrigatoriamente, apresentar o certificado no qual conste a carga horária do curso realizado, quando for o caso.
10.12 Os comprovantes de conclusão dos cursos deverão ser expedidos por instituição oficial reconhecida pelo
Ministério da Educação.
10.13 Os documentos em língua estrangeira de cursos realizados no exterior somente serão considerados quando
traduzidos para a Língua Portuguesa por tradutor juramentado, de responsabilidade do candidato.
10.14. Os diplomas ou certificados mencionados na tabela do 10.5 deverão mencionar a carga horária, sob pena de serem
desconsiderados para todos os fins.
10.15 Deverá ser entregue apenas uma única cópia do documento apresentado, a qual não será devolvida em hipótese
alguma.
11. DOS RECURSOS
11.1. No caso de indeferimento da inscrição, o candidato deverá encaminhar uma cópia do comprovante de pagamento
da taxa de inscrição, juntamente com seus dados pessoais, para o e-mail concurso.pmsjb@funrioconcursos.org.br, em
período informado no cronograma existente no Manual do Candidato ou na página do concurso no endereço eletrônico
www.funrio.org.br.
11.2. No caso do recurso contra o gabarito preliminar da prova objetiva, admitir-se-á, para cada candidato, um único
recurso por questão, relativamente ao gabarito, à formulação ou ao conteúdo das questões, desde que devidamente
fundamentado.
11.2.1. Após o julgamento dos recursos interpostos a banca examinadora poderá efetuar alterações ou anular questões do
gabarito preliminar.
11.2.2. Após o julgamento dos recursos interpostos, os pontos correspondentes às questões porventura anuladas serão
atribuídos a todos os candidatos, indistintamente, que não obtiveram os pontos na correção inicial.
11.2.3. Após o julgamento dos recursos, na hipótese de alteração do gabarito de alguma questão, a Prova Objetiva será
recorrida com o novo gabarito da questão.
11.3. No caso do resultado preliminar da prova objetiva, admitir-se-á o pedido de recontagem da pontuação atribuída.
11.4. No caso do resultado preliminar da avaliação de títulos, admitir-se-á o pedido de recontagem da pontuação
atribuída.
11.5. OS RECURSOS DEVERÃO SER SOLICITADOS VIA INTERNET, NA PÁGINA DO CONCURSO NO
ENDEREÇO ELETRÔNICO WWW.FUNRIO.ORG.BR, EM PERÍODO INFORMADO NO CRONOGRAMA
EXISTENTE NO MANUAL DO CANDIDATO OU NA PÁGINA DO CONCURSO NO ENDEREÇO ELETRÔNICO
WWW.FUNRIO.ORG.BR, A PARTIR DAS 10 HORAS DO PRIMEIRO DIA DO PRAZO PARA RECURSO ATÉ AS
17 HORAS DO ÚLTIMO DIA DO PRAZO PARA RECURSO.
11.6. NÃO SERÁ ANALISADO O PEDIDO DE RECURSO APRESENTADO FORA DO PRAZO, FORA DE
CONTEXTO E DE FORMA DIFERENTE DA ESTIPULADA NESTE EDITAL.
11.7. O resultado dos recursos, assim como as alterações de gabaritos das provas objetivas e as alterações das notas
preliminares da prova objetiva, que vierem a ocorrer após julgamento dos recursos, estarão à disposição dos candidatos
na página do concurso no endereço eletrônico www.funrio.org.br, em período informado no cronograma existente no
Manual do Candidato ou na página do concurso no endereço eletrônico www.funrio.org.br.
11.7.1. As notas obtidas por intermédio do julgamento do recurso impetrado contra o resultado preliminar da prova
objetiva e da avaliação de títulos poderão permanecer inalteradas, sofrer acréscimos ou até mesmo reduções, em relação
à nota divulgada preliminarmente.
11.8. A decisão final da Banca Examinadora será soberana e definitiva, não existindo desta forma recurso contra
resultado de recurso.
12. DA CLASSIFICAÇÃO NO CONCURSO PÚBLICO
11.1. A nota final do candidato, para os cargos com avaliação de títulos, será calculada, considerando-se que NF é a nota
final e NO é a nota da Prova Objetiva e NT a nota da Avaliação dos Títulos, da seguinte forma:
NF = NO + NT
12.1.1 A nota final do candidato, para os cargos que não participam da etapa da avaliação de títulos, será a nota da Prova
Objetiva.
12.2. Os candidatos considerados aprovados serão ordenados e classificados por cargo e tipo de vaga (vaga de ampla
concorrência ou vaga reservada para candidatos com deficiência), conforme a opção escolhida, segundo a ordem
decrescente da nota final.
12.3. Em caso de igualdade na nota final, para fins de classificação, para os cargos de nível fundamental e médio, na
situação em que nenhum dos candidatos empatados possua idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, completos até o
último dia de inscrição, o desempate se fará da seguinte forma:
1
o
) maior nota nas questões de Língua Portuguesa;
2
o
) maior idade.
12.4. Em caso de igualdade na nota final, para fins de classificação, para os cargos de nível fundamental e médio, na
situação em que pelo menos um dos candidatos empatados possua idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos,
completos até o último dia de inscrição, o desempate se fará da seguinte forma:
1º) maior idade dentre os de idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos;
2
o
) maior nota nas questões de Língua Portuguesa;
3
o
) maior idade dentre os de idade inferior a 60 (sessenta) anos.
12.5. Em caso de igualdade na nota final, para fins de classificação, para os cargos de nível superior, na situação em que
nenhum dos candidatos empatados possua idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, completos ao último dia de
inscrição, o desempate se fará da seguinte forma:
1
o
) maior nota nas questões de Língua Portuguesa;
2
o
) maior nota nas questões de Conhecimentos Específicos;
3
o
) maior idade.
12.6. Em caso de igualdade na nota final, para fins de classificação, para os cargos de nível superior, na situação em que
pelo menos um dos candidatos empatados possua idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, completos até o último dia
de inscrição, o desempate se fará da seguinte forma:
1º) maior idade dentre os de idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos;
2
o
) maior nota nas questões de Língua Portuguesa;
3
o
) maior nota nas questões de Conhecimentos Específicos;
4
o
) maior idade dentre os de idade inferior a 60 (sessenta) anos.
13. DA NOMEAÇÃO, POSSE E EXERCÍCIO
13.1. O resultado final do Concurso e a homologação do mesmo serão publicados na imprensa oficial e na página do
concurso no endereço eletrônico www.funrio.org.br.
13.2. O candidato cujo nome conste nas relações de homologação do resultado final do Concurso, será convocado para
inspeção de saúde, obedecendo à estrita ordem de classificação do resultado final e a disponibilidade de vagas oferecidas
neste Edital, conforme Anexo I – Quadro de vagas.
13.2.1. O candidato que for considerado apto na inspeção de saúde será convocado para posse.
13.2.2. O candidato considerado inapto na inspeção de saúde será eliminado do Concurso.
13.3. Quando da posse deverão ser apresentados todos os documentos e todos os requisitos deverão estar atendidos,
conforme estabelecido no item 3 deste Edital.
14. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
14.1. O candidato poderá obter informações e orientações sobre o Concurso tais como Editais, Manual do Candidato,
processo de inscrição, local de prova, gabaritos, resultados das provas, resultados dos recursos, cronograma, e resultado
final na página do concurso no endereço eletrônico www.funrio.org.br.
14.2. Não será fornecido qualquer documento comprobatório de aprovação ou classificação do candidato, valendo para
esse fim a publicação na imprensa oficial.
14.3. Será considerada a legislação atualizada até a data de publicação deste Edital, bem como alterações em dispositivos
legais e normativos até esta data na avaliação na prova objetiva.
14.3.1. Não será considerado o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de
1990, promulgado pelo Decreto nº 6.583, de 29 de setembro de 2008, EXCETO para o conteúdo específico do cargo de
professor I (Português).
14.4. O prazo de validade do Concurso será de 1 (um) ano, podendo ser prorrogado por mais 1 (um) ano, contado a partir
da data de homologação do resultado final.
14.5. Todas as informações relativas à posse, após a publicação do resultado final, deverão ser obtidas na sede da
Prefeitura Municipal de São João da Barra, na Secretaria Municipal de Administração.
14.6. Os candidatos aprovados e classificados neste Concurso devem manter atualizados seus endereços junto à
Secretaria Municipal de Administração da Prefeitura Municipal de São João da Barra.
14.7. Os casos omissos serão resolvidos conjuntamente pela Prefeitura Municipal de São João da Barra e pela FUNRIO
no que tange à realização deste Concurso.
14.8. Ressalvadas as hipóteses previstas na legislação pertinente, ao candidato convocado para posse, não será permitido
o adiamento, sendo eliminado do Concurso o candidato que, por qualquer motivo, não tomar posse quando convocado.
São João da Barra, 21 de dezembro de 2009.
Carla Maria Machado dos Santos
Prefeita
Anexo I – Quadro de Vagas
AC = vagas de ampla concorrência PD = vagas reservadas para portadores de deficiência
CARGO REMUNERAÇÃO
VAGAS
AC
VAGAS
PD
PRÉ-REQUISITOS
Carga
Horária
ASSISTENTE SOCIAL
R$ 1.481,95 3
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior em
Serviço Social e registro ou inscrição na entidade
profissional competente
20h
BIBLIOTECÁRIO
R$ 1.481,95 2
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior em
Biblioteconomia e registro ou inscrição na entidade
profissional competente
30h
CONTADOR
R$ 1.481,95 1
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior em
Contabilidade e registro ou inscrição na entidade
profissional competente
30h
FISIOTERAPEUTA
R$ 1.481,95 3
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior em
Fisioterapia e registro ou inscrição na entidade profissional
competente
20h
MUSICOTERAPEUTA
R$ 1.481,95 2
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior em
Musicoterapia ou Diploma ou certificado, devidamente
registrado, fornecido por instituição de ensino reconhecida
pelo MEC, de conclusão de curso de graduação de nível
superior com especialização em vel de pós-graduação em
Musicoterapia e registro ou inscrição na entidade
profissional competente
20h
NUTRICIONISTA
R$ 1.481,95 3
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior em
Nutrição e registro ou inscrição na entidade profissional
competente
20h
ORIENTADOR EDUCACIONAL
R$ 1.100,00 20
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior em
Pedagogia com habilitação em Orientação Educacional ou
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior com
especialização em nível de s-graduação em Orientação
Educacional.
20h
PEDAGOGO
R$ 731,82 25
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior em
Pedagogia
20h
PROFESSOR I (EDUCAÇÃO
ARTÍSTICA)
R$ 731,82 19 1
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de
nível superior de licenciatura plena em Educação Artística,
fornecido por instituição de ensino superior reconhecida
pelo Ministério da Educação.
16h/a
PROFESSOR I (HISTÓRIA)
R$ 731,82 19 1
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de
nível superior de licenciatura plena em História, fornecido
por instituição de ensino superior reconhecida pelo
Ministério da Educação.
16h/a
PROFESSOR I (CIÊNCIAS)
R$ 731,82 19 1
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de
nível superior de licenciatura plena em Biologia, Química,
ou Física, fornecido por instituição de ensino superior
reconhecida pelo Ministério da Educação. (habilitação em
docência dos últimos anos do Ensino Fundamental)
16h/a
PROFESSOR I (EDUCAÇÃO
FÍSICA)
R$ 731,82 20
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior de
licenciatura plena em Educação Física e registro ou
inscrição na entidade profissional competente
16h/a
PROFESSOR I (ESPANHOL)
R$ 731,82 14 1
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de
nível superior de licenciatura plena em Letras com
habilitação em Espanhol, fornecido por instituição de
16h/a
ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
PROFESSOR I (GEOGRAFIA)
R$ 731,82 19 1
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de
nível superior de licenciatura plena em Geografia, fornecido
por instituição de ensino superior reconhecida pelo
Ministério da Educação.
16h/a
PROFESSOR I (INGLES)
R$ 731,82 19 1
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de
nível superior de licenciatura plena em Letras com
habilitação em Inglês, fornecido por instituição de ensino
superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
16h/a
PROFESSOR I (MATEMÁTICA)
R$ 731,82 30 5
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de
nível superior de licenciatura plena em Matemática,
fornecido por instituição de ensino superior reconhecida
pelo Ministério da Educação.
16h/a
PROFESSOR I (MÚSICA)
R$ 731,82 8 2
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de
nível superior de licenciatura plena em Música, fornecido
por instituição de ensino superior reconhecida pelo
Ministério da Educação.
16h/a
PROFESSOR I (PORTUGUÊS)
R$ 731,82 30 5
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de
nível superior de licenciatura plena em Letras com
habilitação em Português/Literaturas, fornecido por
instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério
da Educação.
16h/a
PSICÓLOGO
R$ 1.481,95 3
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior em
Psicologia e registro ou inscrição na entidade profissional
competente
20h
PSICOPEDAGOGO
R$ 1.100,00 10
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior em
licenciatura plena em Pedagogia ou Habilitação plena em
áreas de licenciatura com especialização em nível de pós-
graduação em Psicopedagogia.
20h
SUPERVISOR DE ENSINO
R$ 1.100,00 20
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior em
Pedagogia com habilitação em Supervisão Educacional ou
Diploma ou certificado, devidamente registrado, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, de
conclusão de curso de graduação de nível superior com
especialização em nível de pós-graduação em Supervisão
Educacional.
20h
INSPETOR DE ALUNOS
R$ 558,60 20
Certificado de conclusão de ensino médio, fornecido por
instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da
Educação
30h
PROFESSOR II - 1º AO 5º ANO
R$ 613,29 32 4
Certificado de conclusão de ensino médio - modalidade
normal, fornecido por instituição de ensino reconhecida
pelo Ministério da Educação ou Diploma ou certificado,
devidamente registrado, fornecido por instituição de ensino
reconhecida pelo MEC, de conclusão de curso de graduação
de nível superior em Pedagogia com Habilitação em
Magistério para Séries Iniciais do Ensino Fundamental ou
Curso Normal Superior com Licenciatura Plena em
Magistério nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental
22h/a
PROFESSOR II - ATENDIMENTO
A EDUCAÇÃO ESPECIAL
R$ 613,29 7
Certificado de conclusão de ensino médio - modalidade
normal, fornecido por instituição de ensino reconhecida
pelo Ministério da Educação ou Diploma ou certificado,
devidamente registrado, fornecido por instituição de ensino
reconhecida pelo MEC, de conclusão de curso de graduação
de nível superior em Pedagogia com Habilitação em
Magistério para Séries Iniciais do Ensino Fundamental e
Educação Infantil ou Curso Normal Superior com
Licenciatura Plena em Magistério nas Séries Iniciais do
Ensino Fundamental e Educação Infantil ou Curso de
Formação na Área de Educação Especial com no mínimo de
150h.
22h/a
PROFESSOR II - EDUCAÇÃO
INFANTIL (CRECHE)
R$ 613,29 30
Certificado de conclusão de ensino médio - modalidade
normal, fornecido por instituição de ensino reconhecida
pelo Ministério da Educação ou Diploma ou certificado,
devidamente registrado, fornecido por instituição de ensino
reconhecida pelo MEC, de conclusão de curso de graduação
de nível superior em Pedagogia com Habilitação em
Educação Infantil ou Curso Normal Superior com em
Educação Infantil
30h
PROFESSOR II - EDUCAÇÃO
INFANTIL (PRÉ-ESCOLA)
R$ 613,29 25
Certificado de conclusão de ensino médio - modalidade
normal, fornecido por instituição de ensino reconhecida
pelo Ministério da Educação ou Diploma ou certificado,
devidamente registrado, fornecido por instituição de ensino
reconhecida pelo MEC, de conclusão de curso de graduação
de nível superior em Pedagogia com Habilitação em
Educação Infantil ou Curso Normal Superior com em
Educação Infantil
22h/a
AUXILIAR DE CRECHE
R$ 537,10 20
Certificado de conclusão de ensino fundamental, fornecido
por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da
Educação
30h
Anexo II – Quadro de Provas
Auxiliar de Creche e Inspetor de Alunos
Disciplina
Nº. de
Questões
Valor das
questões
Total de
pontos
Mínimo de
pontos para
aprovação por
disciplina
Mínimo de
pontos para
aprovação por
conjunto de
disciplina
Língua Portuguesa 20 2,5 50 20
Raciocínio Lógico 20 2,5 50 20
50
Total 40 - 100
Professor II, Assistente Social, Bibliotecário, Contador, Fisioterapeuta, Musicoterapeuta, Nutricionista e
Psicólogo
Disciplina
Nº. de
Questões
Valor das
questões
Total de
pontos
Mínimo de
pontos para
aprovação por
disciplina
Mínimo de
pontos para
aprovação por
conjunto de
disciplina
Língua Portuguesa 14 2 28 12
Raciocínio Lógico 6 2 12 4
20
Conhecimentos Específicos 20 3 60 30
Total 40 - 100
Professor I, Orientador Educacional, Pedagogo, Psicopedagogo e Supervisor de Ensino
Disciplinas
Nº. de
Questões
Valor das
questões
Total de
pontos
Mínimo de
pontos para
aprovação
por disciplina
Mínimo de pontos
para aprovação
por conjunto de
disciplina
Língua Portuguesa 14 2 28 12
Conhecimentos Pedagógicos 6 2 12 4
20
Conhecimentos Específicos 20 3 60 30
Total 40 - 100
Anexo III – Conteúdos Programáticos e Bibliografia
LÍNGUA PORTUGUESA (comum aos cargos de nível médio e superior)
Fonética e Fonologia: relações entre fonética, fonologia e ortografia; fonema, letras e grafemas; encontros vocálicos e
consonantais; dígrafos; sílabas; acento tônico. Ortografia: grafia de palavras; acentuação gráfica; emprego do acento grave
indicativo da crase; emprego do hífen. Morfologia: classes, estrutura e formação de palavras; derivação e composição. Sintaxe:
frase, período e oração (construção); termos da oração (essenciais, integrantes e acessórios); coordenação e subordinação;
ordenação e colocação dos termos na oração e da oração no período. Morfossintaxe: referenciação (anáfora e catáfora);
concordância nominal e verbal; regência nominal e verbal. Pontuação. Paralelismo sintático e semântico: equivalência e
transformação de estruturas. Estilística: figuras de estilo (de palavras, de sintaxe, de pensamento); estilística do som, estilística
da palavra, estilística da frase, estilística da enunciação. Léxico-Semântica: ambiguidade e polissemia; denotação e conotação;
significado e sentido (sinonímia, antonímia, homonímia, paronímia, hiperonímia, hiponímia; campos semânticos e famílias
lexicais); neologismos; estrangeirismos e empréstimos linguísticos. Organização textual: assunto, tema, tese, título, ponto de
vista, argumentação; coesão e coerência; referenciação. Parágrafo: construção e desenvolvimento. Frase: discurso direto,
discurso indireto, discurso indireto livre. Estudo do texto: gêneros textuais; modos de organização do discurso (descrição,
narração, exposição, argumentação). Variação linguística: sistema, norma e uso; linguagem formal, informal e outros níveis de
linguagem. Marcas linguísticas: locutor e interlocutor. Funções da linguagem.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
AQUINO, Renato. Interpretação de textos. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2005.
BRANDÃO, Roberto de Oliveira. As figuras de linguagem. São Paulo: Ática. 1989.
CEREJA, William R. & MAGALHÃES, Tereza C. Gramática reflexiva: texto, semântica e interação. São Paulo: Atual, 2005.
CUNHA, Celso & CINTRA, Lindley. Nova Gramática do português contemporâneo. 5a edição revista, ampliada e atualizada
pela nova ortografia. Rio de Janeiro: Lexikon, 2009.
FIORIN, José Luiz & SAVIOLI, Francisco P. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2006.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Fund. Getúlio Vargas, 2004.
HENRIQUES, Claudio Cezar. Morfologia: estudos lexicais em perspectiva sincrônica. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2008.
------. Sintaxe: estudos descritivos da frase para o texto. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2008.
KOCH, Ingedore V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2002.
------ & TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 2005.
------, MORATO, Edwiges M. & BENTES, Anna Christina (orgs.). Referenciação e discurso. São Paulo: Contexto, 2005.
PEREIRA, Cilene da Cunha, SILVA, Edila Vianna da, ANGELIM, Regina Célia. Dúvidas em português nunca mais. Rio de
Janeiro: Lexikon, 2008.
RIBEIRO, Manoel. Nova gramática aplicada da língua portuguesa: a construção dos sentidos. 18a ed. Rio de Janeiro:
Metáfora, 2009.
LÍNGUA PORTUGUESA (somente para o cargo de nível fundamental)
Compreensão de texto; Sentido e emprego dos vocábulos nos textos; emprego de tempos e modos dos verbos; Classes
gramaticais; processos de formação de palavras, formação de feminino e plural dos nomes, conjugação verbal; Termos da
oração e construção do sentido; Construção dos períodos compostos: emprego e sentido das orações coordenadas e
subordinadas; Concordância nominal e verbal; Regência nominal e verbal; Linguagem figurada: metáfora, metonímia, ironia,
hipérbole, gradação; Ortografia; Pontuação.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37º ed. Ver. E ampl. Rio de Janeiro: Lucerna,
2004
CUNHA, Celso & CINTRA, Lindley. Nova Gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro:
Lexicon, 2007.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Fund. Getúlio Vargas, 2004.
KOCH, Ingedore V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2002.
------ & TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 2005.
LIMA, Carlos Henrique da Rocha. Gramática Normativa da Língua Portuguesa. 44º ed. Rio de
Janeiro: José Olympio, 2005.
RACIOCÍNIO LÓGICO (comum aos cargos de nível médio e superior)
ARGUMENTAÇÃO LÓGICA: Estruturas lógicas; gica da argumentação e diagramas gicos. ÁLGEBRA BÁSICA:
Divisibilidade e múltiplos; mero primo; Máximo Divisor Comum e Mínimo Múltiplo Comum e aplicações na resolução de
problemas; Razão e Proporção; Divisão Proporcional; Regra de Três: Simples e Composta; Porcentagem e Sistema Métrica
Decimal; Equações de e graus, resolução de situações problemas com equações e sistemas de equações de e graus.
TEORIA DOS CONJUNTOS: Operações com conjuntos; Aplicações e Resolução de Problemas. SEQUÊNCIAS: Progressão
Aritmética e Progressão Geométrica. ANÁLISE COMBINATÓRIA: Princípio Fundamental de Contagem; Arranjos;
Permutações; Combinações; Binômio de Newton. PROBABILIDADE E NOÇÕES DE ESTATÍSTICA: Probabilidade;
Leitura e Interpretação de tabelas e gráficos apresentados em diferentes linguagens e representações; Média Aritmética,
Mediana e Moda; Medidas de Dispersão ou Variabilidade: Variância e Desvio Padrão; Frequência Relativa. MATRIZES E
DETERMINANTES: Propriedades e Operações. SISTEMAS LINEARES: Resolução e Aplicações. NOÇÕES DE
GEOMETRIA PLANA: Figuras planas, sólidos geométricos e suas propriedades. Medidas: Cálculos com unidades de medida
de comprimento, tempo, massa, superfície e volume; Composição e decomposição de figuras planas; Perímetros e áreas das
figuras planas: triângulos, quadriláteros, circunferência e círculo; Semelhança de triângulos; Relações métricas no triângulo
retângulo; Teorema de Pitágoras; Volume dos seguintes sólidos: esfera, pirâmide, cilindro, cone e paralelepípedo.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
GUELLI, O., MATEMÁTICA- Uma aventura do pensamento.5ª à 8ª série (Ensino Fundamental) Editora Ática- 2002.
IEZZI, G., DOLCE, O., MACHADO, A., Matemática e Realidade: Ensino Fundamental, 5ª Série, Editora Atual, 2005.
IEZZI, G., DOLCE, O., DEGENSZAJN, D., HAZZAN, S., MURAKAMI, C., POMPEO, J.N., MACHADO, J.N.
Fundamentos de Matemática Elementar (11 volumes). São Paulo, SP: Atual, 2006.
SÉRATES, J. Raciocínio Lógico, Volumes I e II. Editora Jonofon Sérates, 11a edição, 2004.
DOLCE, O., POMPEO, J. N., Fundamentos de Matemática Elementar: Geometria Plana, Volume 9, 8ª
Edição. Atual Editora, 2005.
ROCHA, E., Raciocínio Lógico: Teoria e Questões, Editora Campus, 2a Edição, 2006.
RODRIGUES, L. R. F, Matemática e Raciocínio Lógico Matemático para Concursos, Editora Servanda,
1ª Edição, 2009.
MORGADO, A. C., CESAR, B., Raciocínio Lógico-Quantitativo: Teoria e Mais de 850 Questões. Editora CAMPUS.
Edição, 2009.
RACIOCÍNIO LÓGICO (somente para o cargo de nível fundamental)
Números naturais: Comparação, ordenação, seriação e organização em agrupamentos. meros Inteiros: Comparação,
ordenação, seriação e organização em agrupamentos, operações, situações problemas. Sistema de numeração decimal,
operações fundamentais (adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação). Análise, interpretação e
resolução de situações, problemas a partir dos diversos significados das operações. Aplicação das propriedades operatórias nas
técnicas de cálculo mental e estimativas. Proporcionalidade: noção de razão entre números, proporção entre duas ou mais
razões e grandezas, teorema fundamental da proporção. Divisibilidade: Noções de divisores, múltiplos, número primo, mmc,
mdc e aplicações na resolução de problemas do cotidiano. meros racionais: Operações, representações e exploração dos
diferentes significados dos racionais em situações problemas. Sistema monetário brasileiro. Equações: Expressões algébricas,
valor numérico de uma expressão algébrica, equações de e graus, resolução de situações problemas com equações e
sistemas de equações de e graus. Geometria: Figuras planas, sólidos geométricos e suas propriedades. Composição e
decomposição de figuras planas e espaciais, planificações. Medidas: Cálculos com unidades de medida de comprimento,
massa, superfície e capacidade. Perímetros, áreas e volumes. Tratamento da Informação: Leitura e interpretação de dados em
tabelas e gráficos. Média, moda e mediana. Semelhança: semelhança de triângulos, relações métricas no triângulo retângulo,
Teorema de Pitágoras.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
DANTE, L.R. Tudo é Matemática. 5ª a 8ª séries. Ática, 2002. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996.
TINOCO. L.A.A. Razões e proporções/coordenação: Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996.
TINOCO. L.A.A. Tinoco. Construindo o Conceito de Função/Coordenação. Projeto Fundão – UFRJ, 1996.
IMENES & LELLIS. Matemática para todos (ensino fundamental). Ed. Scipione, 2002.
LAURA. M. (Coordenação) Tratamento da Informação Explorando dados Estatísticos e Noções de Probabilidade a Partir
das Séries Iniciais. Projeto Fundão – UFRJ. 1996.
LAURA. M. (Coordenação) Tratamento da Informação – Atividades para o Ensino Básico/Coordenação: Maria Laura. Projeto
Fundão – UFRJ.
GUELLI, O., MATEMÁTICA- Uma aventura do pensamento. 5ª à 8ª série (Ensino Fundamental) Editora Ática- 2002.
ANDRINI, A., VASCONCELLOS, M.J. Novo PRATICANDO MATEMÁTICA. 5ª à 8ª séries (Ensino Fundamental). Editora do
Brasil, 2002.
CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS
Filosofia da educação; História da educação brasileira; Fins da educação; Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/lei
9394/96; ENEM/Exame Nacional de Ensino Médio; Avaliação da aprendizagem; Currículo; Planejamento escolar; Ofício
docente; O processo de conhecimento e aprendizagem do aluno; Relação professor-aluno; O jovem, a criança, a mídia, o
consumo e a educação escolar; Multiculturalismo e Educação Escolar.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, lei 9394/96.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Indagações sobre Currículo, Volumes 1 a 5, Brasília, MEC/SEF2008. Acesso:
www.mec.gov.br/publicacoes.
CANDAU, V. M. (org). Reinventar a Escola. Petrópolis: Vozes, 2000.
CANDAU, V., MOREIRA, A. F. (Orgs.) Multiculturalismo Diferenças Culturais e Práticas Pedagógicas. Petrópolis: Ed.
Vozes, 2008.
COSTA, M. V. (org.) A Educação na cultura da mídia e do consumo. Rio de Janeiro, Ed. Lamparina, 2009.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
GADOTTI, M. História das Idéias Pedagógicas. São Paulo: Ed. Ática, 1993.
GANDIM, D. A prática do planejamento participativo. Petrópolis: Vozes, 1994.
HERNÁNDEZ, F. e VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 1998, 5ª Ed.
LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. 17 ed. São Paulo: Cortez, 2005.
MORIN, E. Os sete saberes necessários à Educação do Futuro. São Paulo. Ed. Corte, 2000.
PERRENOUD, P. Avaliação da excelência à regulação da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 1999.
PERRENOUD, P. A prática reflexiva no ofício de professor. Porto Alegre: Artmed, 2002.
SACRISTÁN, J. G. e GÓMEZ, P. Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre: Artmed, 2002, 4ª edição.
SACRISTÁN, G. A Educação Obrigatória – seu sentido educativo e social. Porto Alegre: Ed. Artmed, 2001.
SILVA, T.T. Documentos de Identidade – uma introdução às teorias de currículo. Belo Horizonte: Ed. Autêntica, 1999.
SILVA, J. F.; HOFFMAN, J. e ESTEBAN, M. T. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do
currículo. Porto Alegre: Ed. Mediação, 2006, 5ª Ed.
TARDIF, M. Saberes docentes e Formação Profissional. Petrópolis: Ed. Vozes, 2002.
ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
ASSISTENTE SOCIAL: Políticas Sociais Desenvolvimento histórico das políticas sociais no Brasil. Cidadania e direitos
sociais na atual conjuntura brasileira. Políticas sociais e movimentos sociais. Sociedade civil, organizações não governamentais
e filantropia. Pobreza e exclusão social. Legislação social. Política de Educação na atualidade. Serviço Social – Debate
contemporâneo e prática profissional. Evolução histórica do Serviço Social no Brasil. Transformações societárias e Serviço
Social. Pesquisa social e processo investigativo. Demandas emergentes para o trabalho do Assistente Social. Ética Profissional
do Assistente Social e regulamentação da profissão. Serviço social e a Política de Educação. Educação e Sociedade: a luta pela
autonomia e contra a exclusão.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA:
ALMEIDA, Ney Luiz Teixeira. Políticas setoriais e por segmento. Educação. In: Capacitação em Serviço Social e política
social. Módulo 3, Brasília: UNB, 2000.
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? Um estudo sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. São
Paulo: Cortez, 1995.
BARROCO, Maria Lucia Silva. Ética e Serviço Social – fundamentos ontológicos. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2005.
BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil, 1988 (e suas atualizações).
BRAVO, Maria Inês Souza. O serviço social na contemporaneidade: Desafios para a construção de uma esfera pública
democrática. Em pauta – Revista da faculdade de Serviço Social da UERJ. Rio de Janeiro: nº 15, 1999.
CARVALHO, Carmo B. de. A família contemporânea em debate. São Paulo: EDUC/ Cortez, 2003
DESLANDES, Suely Pereira [et al]. Pesquisa Social: Teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994.
FALEIROS, Vicente de Paula, 1941. Estratégias em Serviço Social-5.ed.- São Paulo: Cortez,2005
FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. 15 ed. São Paulo. Editora Paz e Terra.
FREIRE, Paulo Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro. Editora Paz e Terra.
IAMAMOTO, Marilda V. & Carvalho, Raul de. Relações sociais e serviço social no Brasil. Esboço de uma interpretação
histórico-metodológica. São Paulo: Cortez /CELATS, 1983.
IAMAMOTO, Marilda V. Serviço social na contemporaneidade: Trabalho e formação profissional. São Paulo: Cortez, 1998.
LAURELL, Asa Cristina (org). Estado e políticas sociais no neoliberalismo. 3ªed. São Paulo: Cortez, 2002.
MARTINELLI, Maria Lucia. Serviço Social. Identidade e alienação. São Paulo: Cortez, 2003.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento. São Paulo: HUCITEC/Abrasco,1996.
MONTANO, Carlos. Das lógicas do Estado às lógicas da sociedade civil. Estado e terceiro setor em questão. Serviço social e
sociedade. Nº 59. São Paulo: abr/1996.
MOTA, Ana Elizabeth (org). Cultura da crise e seguridade social: Um estudo sobre as tendências da previdência e
assistência social brasileira nos anos 80 e 90. São Paulo: Cortez, 1995.
NETTO, José P. Transformações societárias e serviço social: notas para uma análise prospectiva da profissão no Brasil.
Serviço Social e sociedade, nº 50.
NETTO, José P. Ditadura e serviço social. Uma análise do serviço social no Brasil pós-64. São Paulo: Cortez, 1991.
RAICHELIS, Raquel. Esfera pública e os conselhos de assistência social: Caminhos da construção democrática. São Paulo:
Cortez, 1998.
RIZZINI, Irene. A criança no Brasil hoje. Ed. Universitária, Santa Úrsula, 1993.
SALES, Mione Apolinario; MATOS, Maurílio Castro de; LEAL, Maria Cristina (org). Política social, família e juventude:
uma questão de direitos. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
SARTI, Cynthia Andersen. A família como espelho: um estudo sobre a moral dos pobres. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2005.
SEVERINO, Antônio J. [et al]; SÁ, Jeanete L. M de (org.) Serviço Social e interdisciplinaridade: dos fundamentos filosóficos
à prática interdisciplinar no ensino, pesquisa e extensão. 4ª ed. São Paulo: Cortez, 2002.
SPOSATI, Aldailza de Oliveira [et al]. A assistência na trajetória das políticas sociais brasileiras: uma questão em análise.
ed. São Paulo: Cortez, 2003.
VASCONCELOS, A. M. Serviço Social e prática reflexiva. Em pauta Revista da faculdade de Serviço Social da UERJ. Rio
de Janeiro, Nº 10, 1997.
YASBEK, Maria Carmelita. Classes subalternas e assistência social. São Paulo: Cortez, 1993.
ZAIA, Brandão. A crise dos paradigmas em educação. São Paulo: Editora Cortez, 1994.
Política Nacional de Assistência Social - PNAS (atualizado), versão oficial. Editora Cortez
Lei Nº 8.069, de 13 de Julho de 1990 (atualizado). Estatuto da Criança e do Adolescente.
Lei N° 9.394, de 20 de Dezembro de 1996 (atualizado). Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Lei Nº 8.742, de 7 de Dezembro de 1993 (atualizado). Lei Orgânica da Assistência Social.
Lei Nº 8.662, de 7 de Junho de 1993 (atualizado). Lei de Regulamentação da Profissão.
Código de Ética Profissional do Assistente Social. Brasília: CFESS, 1993.
BIBLIOTECÁRIO
Biblioteconomia, Documentação e Informação conceitos básicos. Formação e desenvolvimento de Coleções. Normas de
Documentação (ABNT). Tratamento da Informação: Catalogação, Classificação, Indexação. Processos técnicos: Registro,
Inventário, Catálogos, Sistemas de Localização e Tipologia Documental. Preservação, Disseminação e Acesso. Serviço de
Referência, Fontes de Informação e Usuários. Tecnologias de informação: automação de serviços, bancos e bases de dados,
biblioteca digital. Ética e Biblioteconomia. Mediação da Leitura. Biblioteconomia Escolar.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
ALMEIDA, Maria Cristina Barbosa. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2.ed. rev. ampl. Brasília, DF:
Briquet de Lemos/Livros, 2005.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração.
Rio de Janeiro, 2002.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação: citações em
documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
CÓDIGO de catalogação anglo-americano. 2. ed., rev. 2002. Preparado sob a direção do Joint Steering Committee for Revision
of AACR. Tradução para a língua portuguesa sob a responsabilidade da Federação Brasileira das Associações de
Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições. São Paulo: FEBAB: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2005.
CÔRTE, Adelaide Ramos e; ALMEIDA, Iêda Muniz de; ROCHA, Eulina Gomes; LAGO, Wilma Garrido. Avaliação de
softwares para bibliotecas e arquivos. 2. ed. rev. ampl. São Paulo: Pólis, 2002.
DODEBEI, V. L. D. Tesauro: linguagem de representação da memória documentária. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói:
Intertexto, 2002.
FERREIRA, Margarida M. MARC21: formato condensado para dados bibliográficos. 2.ed. Marília: UNESP, 2002. v.1.
FEITOSA, A. Organização da informação na Web: das tags à web semântica. Brasília, DF: Thesaurus, 2006.
FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Estudos de uso e usuário da informação. Brasília, DF: IBICT, 1994.
GIANNASI-KAIMEN, Maria Julia; CARELLI, Ana Esmeralda. Recursos informacionais para compartilhamento da
informação: redesenhando acesso, disponibilidade e uso. Rio de Janeiro: E-Papers, 2007.
GOMES, Henriette Ferreira; BOTTENTUIT, Aldinar Martins; OLIVEIRA, Maria Odaísa Espinheiro (Orgs.). A ética na
sociedade, na área da informação e da atuação profissional: o olhar da Filosofia, da Sociologia, da Ciência da Informação e
da formação e do exercício profissional do bibliotecário no Brasil. Brasília, DF: Conselho Federal de Biblioteconomia, 2009.
LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. 2.ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2004.
MARCONDES, C.H.; KURAMOTO, H.; TOUTAIN, L.B.; SAYÃO, L. (Orgs.). Bibliotecas digitais: saberes e práticas. 2. ed.
Salvador: UFBA; Brasília, DF: IBICT, 2006.
MENDES, Maria Tereza Reis. Cabeçalhos para entidades coletivas. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói: Intertexto, 2002.
OGDEN, Sherelyn; GARLICK, Karen. Planejamento e prioridades. [Tradução Elizabeth Larkin Nascimento, Luiz Antônio
Macedo Ewbank; revisão técnica Ana Virginia Pinheiro, Dely bezerra de Miranda Santos]. 2. ed. Rio de Janeiro: Projeto
Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos: Arquivo Nacional, 200l. 30 p. (Conservação Preventiva em Bibliotecas e
Arquivos; 30-32).
PINHEIRO, Ana Virginia. A ordem dos livros na biblioteca. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói: Intertexto, 2007.
VALENTIM, M. L. P. Gestão da informação e do conhecimento no âmbito da ciência da informação. São Paulo: Polis:
Cultura Acadêmica, 2008.
CAMPELLO, Bernadete et. al. A biblioteca escolar: temas para uma prática pedagógica. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
CAMPELLO, Bernadete. Letramento informacional: função educativa do bibliotecário na escola. Belo Horizonte: Autêntica,
2008.
CAMPELLO, Bernadete Santo; CALDEIRA, Paulo da Terra (Orgs.). Introdução às fontes de informação. Belo Horizonte:
Autêntica, 2005.
FONSECA, Edson Nery da. Introdução à Biblioteconomia. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2007.
GARCIA, E. G. (Org.). Biblioteca escolar: estrutura e funcionamento. São Paulo: Loyola, 1989.
HAZEN, D.; ATKINSON, R. W.; MILEVSKI, R. J. NAINIS, L. Planejamento de preservação e gerenciamento de programas.
[Tradução José Luiz Perdesoli Júnior; revisão técnica Ana Virginia Pinheiro, Dely Bezerra de Miranda Santos]. 2. ed. Rio de
Janeiro: Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos: Arquivo Nacional, 2001. 58 p. (Conservação Preventiva
em Bibliotecas e Arquivos; 33-36).
KUHLTHAU, Carol. Como usar a biblioteca na escola: um programa de atividades para o ensino fundamental. Tradução e
adaptação de Bernadete Campello e outros. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
MACIEL, Alba Costa; MENDONÇA, M. A. R. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro: Interciência, 2006.
MAROTO, Lucia Helena. Biblioteca escolar, eis a questão! Do espaço do castigo ao centro do fazer educativo. Belo
Horizonte: Autêntica, 2008.
MEY, E. S.; SILVEIRA, N. C. Catalogação no plural. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2009.
PIEDADE, M. A. Requião. Introdução à teoria da classificação. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1983.
SANTOS, Jussara Pereira (Org.). A leitura como prática pedagógica na formação do profissional da informação. Rio de
Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2007.
SIMÃO, M. A. R; SCHERCHER, E. K.; NEVES, I. A. C. B. Ativando a biblioteca escolar: recursos visuais para implementar
a interação biblioteca-usuário. Porto Alegre: Sagra: DC Luzzatto, 1993.
TAMMARO, Anna Maria;SALARELLI, Alberto. A biblioteca digital. Brasília, DF: Briquet de Lemos Livros, 2008.
CONTADOR
Princípios Fundamentais de Contabilidade, Disponibilidades, Investimentos Temporários, Contas a Receber, Estoques, Ativos
Especiais e Despesas Antecipadas, Realizável a Longo Prazo, Investimentos Método de Custo, Investimentos Método da
Equivalência Patrimonial, Ativo Imobilizado, Ativos Intangíveis, Ativo Diferido, Passivo Exigível – Conceitos Gerais e
Empréstimos e Financiamentos, Debêntures e Outros Títulos de Dívida, Fornecedores e Obrigações Fiscais, Imposto Sobre a
Renda e Contribuição Social a Pagar, Provisões, Resultados de Exercícios Futuros, Patrimônio Líquido, Reavaliação,
Demonstração do Resultado do Exercício, Receitas de Vendas, Custo dos Produtos Vendidos e dos Serviços Prestados,
Despesas Operacionais, Demais Contas de Resultado e Lucro Por Ação, Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados,
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos, Demonstração dos
Fluxos de Caixa, Notas Explicativas, Transações Entre Partes Relacionadas, Relatório da Administração, Consolidação das
Demonstrações Contábeis, Correção Integral das Demonstrações Contábeis, Incorporação, Cisão e Fusão, Derivativos,
Estrutura das Demonstrações Contábeis, Análise de Balanços, Análise da Liquidez e do Endividamento, Análise da
Rotatividade, Análise da Rentabilidade, Alavancagem Financeira, Grupos de Contas do Balanço Patrimonial, Depreciação e
Exaustão, Negociação com as Próprias Ações, Reservas e Retenção de Lucros, Demonstração do Valor Adicionado,
Planejamento: Fundamentos do Planejamento, Formulação de Objetivos e Tomada de Decisão, Organização: Fundamentos da
Organização, Desenho Departamental e Desenho Organizacional, Direção: Fundamentos da Direção, Comunicação e
Negociação nas Organizações, Liderança e Motivação nas Organizações, Controle: Fundamentos do Controle, Administração
Estratégica, Governo e Administração Pública, O Estado, Novas Modalidades Administrativas, Orçamento Público: Princípios
e Espécies, Orçamento na Constituição Federal e na Lei de Responsabilidade Fiscal, Sistema Federal de Planejamento e
Orçamento, Crédito Orçamentário e Adicional, Receita Pública, Despesa Pública, Classificação Institucional, Funcional e por
Programas, Crédito Público e Endividamento, Subvenções e Transferências de Recursos, Execução Orçamentária e Financeira,
Licitações e Contratos, Contabilidade Aplicada à Administração Pública, Plano e Sistemas de Contas, Demonstrativos
Contábeis de Gestão, Levantamento e Prestação de Contas, Controle, Avaliação e Julgamento das Contas, Tomada de Contas
Especial, Responsabilidade Administrativa e Penal dos Gestores, Exercício Financeiro e Regimes Contábeis: Caixa,
Competência e Misto. Escrituração na Administração blica e Registro de Operações Típicas. Resultados Gerais do
Exercício, Balanços e Levantamento de Contas. Análise de Balanços Públicos. Responsabilidade na Gestão Fiscal. Controles:
Externo e Interno. Controladoria Governamental. Restos a Pagar e vida Ativa. Limites, Exigências Legais e Recursos
Vinculados. Diagnóstico Financeiro. Administração das Disponibilidades. Ética na Gestão Financeira. Fundos Especiais.
Custos nas Entidades Públicas. O Resultado Econômico e a Distribuição de Renda Econômica Produzida nas Entidades
Públicas. Legislação: Lei Federal 4.320, de 17/03/1964, e suas atualizações, Lei Complementar Federal 101, de
04/05/2000, e suas atualizações, Lei Federal 8.666, de 21 de junho de 1993 e atualizações, Lei 6.404, de 15 de dezembro
de 1976 e atualizações, Constituição Federal de 1988 e atualizações, Lei Federal 9394, de 20 de dezembro de 1996 e
atualizações, Lei Federal n° 11.494, de 20 de junho de 2007 e atualizações.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
ANDRADE, Nilton de Aquino. Contabilidade Pública na Gestão Municipal. São Paulo: Atlas, 2002.
BOTELHO, Milton Mendes. Manual de Controle Interno: Teoria e Prática. Curitiba: Juruá, 2006.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos Novos Tempos, Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
DAFT, Richard L. Administração, São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.
IUDÍCIBUS, Sérgio de, Análise de Balanços, São Paulo: Atlas, 2009.
IUDÍCIBUS, Sérgio de, MARTINS, Eliseu, GELBCKE, Ernesto Rubens, Manual de Contabilidade das Sociedades Por Ações
– FIPECAFI, São Paulo: Atlas, 2009.
JUND, Sérgio. Administração, Orçamento e Contabilidade Pública, Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
KOHAMA, H. Contabilidade Pública. Teoria e Prática, São Paulo: Atlas, 1998.
MOTA, Francisco Glauber Lima. Curso Básico de Contabilidade Pública. Brasília: Coleção Gestão Pública, 2006.
PADOVEZE, Clóvis Luis, Manual de Contabilidade Básica - Contabilidade Introdutória e Intermediária. São Paulo: Atlas,
2009.
PEIXE, Blênio César Severo. Finanças Públicas: Controladoria Governamental. Curitiba: Juruá, 2006.
SANTOS, José Luiz dos, SCHMIDT, Paulo. Contabilidade Societária. São Paulo: Atlas, 2009.
Secretaria do Tesouro Nacional, Manual Técnico de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Volumes I e II. Brasília, 2008.
SILVA, Lino Martins da. Contabilidade Governamental: um enfoque administrativo. São Paulo: Atlas, 2006.
SLOMSKI, Valmor. Manual de Contabilidade Pública: um enfoque na contabilidade municipal de acordo com a lei de
responsabilidade fiscal. São Paulo: Atlas, 2001.
LEGISLAÇÃO:
Lei Federal 4.320, de 17/03/1964, e suas atualizações, Lei Complementar Federal 101, de 04/05/2000, e suas
atualizações, Lei Federal 8.666, de 21 de junho de 1993 e atualizações, Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976 e
atualizações, Constituição Federal de 1988 e atualizações, Lei Federal 9394, de 20 de dezembro de 1996 e atualizações, Lei
Federal n° 11.494, de 20 de junho de 2007 e atualizações.
FISIOTERAPEUTA
Fundamentos dos recursos terapêuticos em fisioterapia. Fisioterapia aplicada às áreas de neurologia; traumatologia;
reumatologia; cardiopulmonar e ortopedia. Biomecânica do aparelho locomotor: básica e das lesões.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
UMPHRED, Darcy Ann. Reabilitação neurológica. São Paulo: Editora Manole, 2004
MALONE, Terry R. Fisioterapia em ortopedia e medicina no esporte. São Paulo: Livraria Santos, 2002.
THOMSON, Ann; A. SKINNER; J.PIERCY. Fisioterapia de TIDY. São Paulo: Editora Santos, 1994.
IRWIN, Scot. Fisioterapia cardiopulmonar. São Paulo: Editora Manole, 2003.
DELIBERATO, Paulo Cesar P. Fisioterapia preventiva. São Paulo: Editora Manole, 2002.
O'SULLIVAN, Susan. Fisioterapia – avaliação e tratamento. São Paulo: Editora Manole, 2004
ALTER, Michael J. Ciência da flexibilidade. Porto Alegre: Editora Artes Médicas, 1999.
WHITING, Willian C. Biomecânica da lesão musculoesquelética. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2001.
STARKEY, Chad. Recursos terapêuticos em fisioterapia. São Paulo: Editora Manole, 2001.
MUSICOTERAPIA
Música e terapia. Relações entre musicoterapia e cultura. A construção do campo disciplinar da musicoterapia. Áreas e níveis
de prática em Musicoterapia. Métodos de Musicoterapia. Musicoterapia, Educação musical e Educação especial. Musicoterapia
e inclusão social.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
BARCELLOS, Lia Rejane Mendes. Cadernos de Musicoterapia 1. Rio de Janeiro. Enelivros, 1992.
BARROS, Jose D’Assunção. A Constituição de um Campo Disciplinar: Um Olhar de Fora sobre a Musicoterapia.. Revista
Pesquisa e Música do Conservatório Brasileiro de Música. Rio de Janeiro. CBM. Vol 7, n1, 2007. pp85-127.
BRAGA, Ana Lucia de Abreu; LANG, Noemi. Pesquisando a “Inclusão” na Cidade de Ribeirão Preto. Revista Brasileira de
Musicoterapia. Ano X, n° 8, 2006. Pp11 -25.
BRUSCIA, Kenneth E. Definindo Musicoterapia.Rio de Janeiro. Enelivros, 2000.
TANGARIFE, Ana Sheila. Educação Musical, Educação Especial e Musicoterapia, in COSTA, Clarice Moura(org)
Musicoterapia no Rio de Janeiro, Novos Rumos. Rio de Janeiro, Editora CBM. 2008. Pp48-62.
TOURINHO, Irene. Experiência e Mediação na Formação de Professores quando Cultura e Cotidiano Cruzam Olhares para
Navegar. Revista Pesquisa e Música do Conservatório Brasileiro de Música. Rio de Janeiro. CBM. Vol 7, n1, 2007. pp13 -29 .
Revista Pesquisa e Música do Conservatório Brasileiro de Música. Rio de Janeiro. CBM. Vol 8, 2008.
NUTRICIONISTA
Nutrição Fundamental: Fisiologia e Metabolismo de macro e micronutrientes e de outros compostos orgânicos de relevância
nutricional; Alimentos: Aditivos alimentares e alergia alimentar; Nutrição no ciclo da vida: Nutrição na saúde materna, na
infância e na adolescência; Nutrição na Saúde oral. Nutrição escolar; Política Nacional de Alimentação e Nutrição e Legislação
do Sistema Único de Saúde.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA:
BRASIL, Lei nº 8.080, de 19/09/1990. Legislação do Sistema Único de Saúde, 1990.
BRASIL. Portaria nº 710, de 10/06/1999. Política Nacional de Alimentação e Nutrição, 1999.
SILVA, Sandra M. Chemin Seabra da; MURA, Joana D’arc Pereira. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia. Roca,
2007.
MOREIRA, EMILIA A. M./CHIARELLO, PAULA G. Nutrição e metabolismo: Atenção nutricional - Abordagem
dietoterápica em adultos. Guanabara Koogan primeira edição: 2008.
MONTEIRO, Jacqueline P/CAMELO JUNIOR, José S. Nutrição e metabolismo: Caminhos da nutrição e terapia nutricional.
Da concepção à adolescência. Guanabara Koogan primeira edição: 2007.
ACCIOLY, E.; SAUDERS, C.; LACERDA, E.M. de A. Nutrição em obstetrícia e pediatria. Rio de Janeiro: 2 ed Guanabara
Koogan, 2009.
PSICÓLOGO
Psicologia como profissão: responsabilidade e ética profissional do psicólogo. Campo profissional do psicólogo
escolar/educacional: contextualização e implicações sócio-históricas. Principais concepções de desenvolvimento e
aprendizagem: ambientalista/comportamental, humanista, psicanalítica, interacionista e sócio-histórica. Processo de
desenvolvimento e suas etapas. Análise institucional e contextos educativos. Resolução CFP 001/99, Resolução CFP
018/02, Resolução CFP nº 007/03 e Resolução CFP nº 001/09.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao estudo
de psicologia. São Paulo: Saraiva, 2004.
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi (Orgs). Psicologia sócio-histórica: uma
perspectiva crítica em psicologia. São Paulo: Cortez Editora, 2001.
CÓRIA-SABINI, Maria Aparecida. Psicologia Aplicada à Educação, em Temas Básicos de Educação e Ensino. São Paulo:
EPU, 1986.
FREUD. Sigmund. Algumas reflexões sobre a Psicologia do Escolar. In: Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud.
Rio de Janeiro: Imago, v. XIII, 1974.
GLAT, Rosana. A integração social dos portadores de deficiência: uma reflexão. Rio de Janeiro: 7Letras, 2006. (Série:
Questões Atuais em Educação Especial)
KAMKHAGI, Vida Rachel; SAIDON, Osvaldo (Orgs). Análise institucional no Brasil. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos,
2002.
MACHADO, Adriana Marcondes; PROENÇA, Marilene (orgs.). Psicologia Escolar: em busca de novos rumos. São Paulo:
Casa do Psicólogo, 2004.
PIAGET, Jean; INHELDER, Bärbel.. A psicologia da criança. Rio de Janeiro: DIFEL, 2003.
TANAMACHI, Elenita; PROENÇA, Marilene; ROCHA, Marisa (Orgs). Psicologia e educação: desafios teóricos-práticos.
São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.
VIGOTSKI, Lev Semenovich. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
CÓDICO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO. CFP
PEDAGOGO
Finalidades da educação; Os aspectos histórico-filosóficos e sociopolíticos: tendências pedagógicas no Brasil e sua
fundamentação; A relação escola-sociedade; Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional / Lei nº9394/96 e os instrumentos
complementares; Os Parâmetros Curriculares Nacionais; O Estatuto da Criança e do Adolescente; O processo ensino-
aprendizagem; As funções dos supervisores escolares e orientadores pedagógicos; A construção do Projeto Político
Pedagógico; O currículo; O planejamento das atividades escolares; O aluno como construtor do conhecimento; A avaliação
como processo formativo; O orientador e o supervisor pedagógico como formadores de professores; O orientador e o
supervisor pedagógico no cotidiano da escola; O jovem, a criança, a mídia, o consumo e a educação escolar; Multiculturalismo
e educação escolar.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA:
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos parâmetros curriculares
nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Indagações sobre Currículo, Volumes 1 a 5, Brasília, MEC/SEF2008. Acesso:
www.mec.gov.br/publicacoes.
BRASIL, Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei N° 9.394, de 20 de Dezembro de 1996 (e atualizações).
CANDAU, V. M. (org.). Reinventar a Escola. Petrópolis: Vozes, 2000.
CANDAU, V., MOREIRA, A. F. (Orgs.) Multiculturalismo Diferenças Culturais e Práticas Pedagógicas. Petrópolis: Ed.
Vozes, 2008.
COSTA, M. V. (org.) A Educação na cultura da mídia e do consumo. Rio de Janeiro, Ed. Lamparina, 2009.
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. Lei nº. 8.069, de 13 de julho de 1990 9 (e atualizações).
FERREIRA, N. S. C. (Org.). Supervisão educacional para uma escola de qualidade: da formação à ação. 2. ed. São Paulo:
Cortez, 2000.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 7ªed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
GADOTTI, M. História das Idéias Pedagógicas. São Paulo: Ed. Ática, 1993.
GANDIN, D. A prática do planejamento participativo. Petrópolis: Vozes, 1994.
HADJI, C. Pensar e agir em educação. Porto Alegre: Artmed, 2001.
HERNÁNDEZ, F. e VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 1998, 5ª Ed.
HOFFMANN, J. M. L. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. 19ª ed. Porto Alegre:
Educação & Realidade, 1993.
LUCK, H. Ação integrada – administração, supervisão e orientação educacional. Petrópolis: Vozes, 1981.
LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 2005.
MORIN, E. Os sete saberes necessários à Educação do Futuro. São Paulo. Ed. Cortez, 2000.
PATTO, M. H. S. A Produção do Fracasso Escolar. São Paulo: Ed. T.A. Queiroz, 1996, 4ª reimpressão.
PERRENOUD, P. THURLER, M. As competências para ensinar no século XXI. Porto Alegre: Artmed, 2002.
RANGEL, Mary. (orgs). Nove olhares sobre a supervisão. Campinas (SP): Papirus, 2004.
SACRISTÁN, J. G. e GÓMEZ, P. Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre: Artmed, 2002, 4ª edição.
SACRISTÁN, G. A Educação Obrigatória – seu sentido educativo e social. Porto Alegre: Ed. Artmed, 2001.
SILVA, J. F.; HOFFMAN, J. e ESTEBAN, M. T. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do
currículo. Porto Alegre: Ed. Mediação, 2006, 5ª Ed.
SILVA, T.T. Documentos de Identidade – uma introdução às teorias de currículo. Belo Horizonte: Ed. Autêntica, 1999.
ZABALA, A. A prática educativa - como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
PSICOPEDAGOGO
Fundamentação Teórica e a Formação do Psicopedagogo: A construção teórica da Psicopedagogia na produção de uma
prática clínica: Psicopedagogia individual e grupal e Psicopedagogia Institucional; Objeto de estudo e âmbito de atuação da
Psicopedagogia; - Fundamentos da prática: diferentes abordagens, diferentes estilos do ensinar e do aprender; Ética do trabalho
psicopedagógico. Epistemologia do Conhecimento e Bases Neuroanátomo–funcionais da Aprendizagem. Diagnóstico e
Intervenção Psicopedagógica: Epistemologia Construtivista. O processo de aprender. A construção do conhecimento: teorias
psicogenéticas. Interação entre aprendizado e desenvolvimento; A autonomia e suas implicações na Educação; Introdução ao
estudo do sistema nervoso, da motricidade e das funções mentais superiores; Os distúrbios de aprendizagem; Características
Básicas do Diagnóstico Psicopedagógico; O uso do lúdico e a entrevista operativa centrada na aprendizagem (EOCA);
Vínculos com a aprendizagem testes projetivos psicopedagógicos; A práxis pedagógica nos diferentes níveis de ensino:
jogos na intervenção psicopedagógica. Psicopedagogia e Contextos de Aprendizagem: Desenvolvimento da linguagem e
aquisição da leitura e da escrita; Desenvolvimento emocional e afetivo e implicações na aprendizagem; Desenvolvimento
cognitivo e processos de pensamento lógico-matemático.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
BARBOSA, Laura M.S. A Psicopedagogia no Âmbito da Instituição Escolar. Curitiba: Ed. Expoente, 2001.
BARTHOLO, M. H. (ORG.). Relatos do Fazer Psicopedagógico. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2004.
BEUACLAIR, J. Trabalhando Competências, Criando habilidades. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2004.
BOSSA, Nadia Ap. Fracasso Escolar: Um Olhar Psicopedagógico. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.
CARVALHO, R.E. Removendo barreiras para a aprendizagem – -Educação inclusiva. Porto Alegre: Editora Mediação, 2004.
CÓDIGO DE ÉTICA DA ABPp. Conselho Nacional do Biênio 91/92, revisão Biênio 95/96, São Paulo, 1996.
DE LA TAILLE, Yves e outros. Teorias Psicogenéticas em discussão: Piaget, Vygotsky e Wallon. São Paulo: Summus
Editorial, 1992.
DE LA TAILLE, Yves. Limites: três dimenões educacionais. São Paulo: Editora Ática, 2001.
DOLLE, J. M. Para compreender Jean Piaget: uma iniciação à Psicologia Genética.. Rio de Janeiro: Agir, 2000.
FAGALI, Eloísa Q. (Org.). Múltiplas faces do aprender Novos paradigmas da modernidade. São Paulo: Editoras Unidas,
2001.
FERREIRO E. Alfabetização em Processo. São Paulo: Cortez, 2001.
FERNÁNDEZ, Alícia. A Inteligência Aprisionada. Porto Alegre: Artes médicas, 1991.
________________. O saber em jogo. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
GOULART, Íris B. (Org.). A Educação na perspectiva construtivista: reflexões de uma equipe interdisciplinar. Petrópolis,
R.J.: Vozes, 1998.
MACEDO, Lino de. Ensaios Construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994.
MASINI, E.F.S. (ORG.). Psicopedagogia na escola: buscando condições para a aprendizagem significativa. São Paulo:
Edições Loiola, 3ª edição, 2002.
MORIN, Edgar. Os Sete Saberes Necessários para a Educação do Futuro. São Paulo: Cortez; Brasília, DF. UNESCO, 2001
PARENTE, S. Encontros com Sara Paim. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.
RUBISTEIN, Edith. O estilo de aprendizagem e a queixa escolar: entre o saber e o conhecer. São Paulo: Casa do Psicólogo,
2003.
RUSSEL, A.BARCKLEY. Transtornos de déficit de atenção/ hiperatividade (TDAH). Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.
SCOZ, B.J. L [et al]. Psicopedagogia Avanços Teóricos e Práticos V Congresso Brasileiro de Psicopedagogia. São Paulo:
Vetor Editora Psicopedagógica, 2000.
SILVA, Maria Cecília A. Psicopedagogia: em busca de uma fundamentação teórica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.
TEBEROSKY, A. Psicopedagogia da Linguagem Escrita. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2001.
VIGOTSKY, Lev S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
_______________. A Construção do Pensamento e da Linguagem. São Paulo: Ática, 1999.
VISCA, Jorge. Técnicas Projetivas. 3ª edição. Buenos Aires, 1997
WEISS, M. L. L. Psicopedagogia Clínica uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. Rio de Janeiro:
Artes Médicas, 1994.
PROFESSOR I (EDUCAÇÃO ARTÍSTICA)
História da Arte Universal: da pré-história aos movimentos contemporâneos. Arte e cultura do Brasil: da colônia aos nossos
dias. Modernismo: origens, a Semana de 1922 e seus desdobramentos. Movimentos artísticos contemporâneos. Arte, Cultura e
Tecnologia. Arte Afro-Brasileira e Arte Popular. Elementos das artes visuais: espaço, forma, cor, tempo, movimento. História
do ensino da Arte no Brasil e perspectivas. A Arte na Educação. O Ensino de Arte no Currículo Escolar: legislação e prática.
Objetivos, conteúdo e critérios de avaliação de Artes Visuais. A imagem no ensino de Arte. As Artes Visuais na Educação:
objetivos, conteúdos e critérios de avaliação. História do teatro brasileiro.
BIBLIOGRAFIA
UTILIZADA
BARBOSA, Ana Mae. A Imagem no Ensino da Arte. 5. ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte. Brasília: MEC/ SEF, 1997.
BAZIN, Germain. Arquitetura Religiosa Barroca no Brasil. Rio de Janeiro: Record, [1985]
BENJAMIM, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre Literatura e História da Cultura. Trad. Sérgio |Paulo
Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1985. (Obras escolhidas)
FERRAZ, Maria Helena C.T. & FUSARI, Maria F.R. Metodologia do ensino da arte. São Paulo: Cortez, 1993.
FUSARI, Maria F.R. & FERRAZ, Maria Helena C.T. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1992. (Coleção Magistério
2º grau Série Formação do Professor)
GOMBRICH, E. A História da Arte. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
MAGALDI, Sábato. Panorama do teatro brasileiro. São Paulo: Global, 2001.
OSINSKI, Dulce. Arte, História e Ensino: uma trajetória. São Paulo: Cortez, 2001.
OSTROWER, Fayga. Universo da Arte. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e Processo de Criação. Petrópolis: Vozes, 2004.
MARTINS, M.C.F. Didática do ensino de arte, a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo, FTD, 1988.
PILLAR, Analice Dutra. Leitura e releitura. In: _________. A educação do olhar no ensino das artes. Porto Alegre: Mediação,
1999.
ZANINI, Walter. História Geral da Arte no Brasil. São Paulo: Fundação Walter Moreira Salles, 1983.
PROFESSOR I (CIÊNCIAS)
Meio Ambiente: Terra e Universo: Sistema Solar, origem da Terra, estudo do ar; da água, do solo e dos minerais; O homem
como agente transformador do ambiente e os problemas ambientais globais: poluição, efeito estufa, chuva ácida e
desmatamento; Vida e Ambiente: origem e evolução dos seres vivos; Seres Vivos: vírus; estudo dos reinos Monera, dos
Fungos, Protozoários; estudos dos vegetais, classificação, organologia, fisiologia; estudos dos animais, características gerais e
classificação; Corpo Humano: noções do corpo humano, anatomia, fisiologia; Noções Básicas de Saúde: viroses, bacterioses,
protozooses, verminoses e sua profilaxia; Alimentos: classificação e importância. Doenças transmitidas pelos alimentos;
Doenças infecciosas e parasitárias: prevenção e vacinação. AIDS: princípios da doença e
formas de prevenção; Sexo e gravidez na adolescência. Conceitos básicos da hereditariedade; Tecnologia e sociedade: avanços
tecnológicos e suas relações com a Física e a Química; Física: Fundamentos teóricos da Física: conceitos, leis, relações e
princípios básicos; Química: Fundamentos teóricos da Química: conceitos, leis, relações e princípios básicos, interações e
transformações químicas, estrutura da matéria, substâncias, misturas e combinações, Noções de funções e reações químicas.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998; Volume:
Ciências Naturais.
BARROS, C, PAULINO, W.R.. Ciências: o meio ambiente; Ciências: os seres vivos; Ciências: o corpo humano; Ciências:
física e química. v.1, 2, 3, 4. 3ª ed. São Paulo: Ática, 2003. CANTO, E.L. Minerais,
Minérios, Metais. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 1996.
CAVINATTO, V.M. Saneamento básico: fonte de saúde e bem estar. 7ª ed. São Paulo: Moderna, 1992.
AMABIS, J. M. e MARTHO, G. R. Fundamentos da Biologia Moderna. vol. único. São Paulo: Moderna, 1994.
BARROS, C.; PAULINO, W.R. Física e química. São Paulo: Ática, 1997.
FELTRE, R. Química, Vol. 1, 2 e 3. Ed. Moderna
GEWANDSZNAJDER, F. Ciências. v. 1, 2, 3, 4. São Paulo: Ática, 2000.
GEWANDSZNAJDER, F. Matéria e Energia: Ciências. São Paulo: Ática, 2000.
LOPES, Sonia. Biologia Essencial. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
ODUM, E.P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 434p.
RAVEN, P.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia Vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara, 1996. 728p.
STORER, T. Zoologia Geral. São Paulo: Nacional, 1995. 816p.
TORTORA, G.J. Corpo Humano: Fundamentos de Anatomia e Fisiologia. Rio de Janeiro: Artmed. 574p.
WEISSMANN, Hilda (org.). Didática das Ciências Naturais: Contribuições e reflexões. Porto Alegre: Artmed, 1999.
BARNES, Robert D.; WALKER Jr, Warren F.; VILLEE, Claude A. Zoologia Geral. 6. ed. Rio de Janeiro: Interamericana,
1985. 683 p.
CACHAPUZ et al. A Necessária Renovação do Ensino das Ciências. São Paulo: Cortez. 2005.
GEWANDSZNAJDER, F. Ciências. 6º, 7 º, 8 º e 9 º anos. São Paulo: Ática, 2009
GIL-PÉREZ, D.; CARVALHO, A. M. P. Formação de Professores de Ciências. 5ª Ed. São Paulo: Cortez. 2001.
MEYER, Diogo; EL-HANI, Charbel Niño. Evolução: O Sentido da Biologia. São Paulo: Unesp, 2005. 132 p.
PERUZZO(TITO), Francisco Miragaia; CANTO, Eduardo Leite do. Química na abordagem do cotidiano. 3. ed. Rio de
Janeiro: Moderna, 2007. 760 p.
PROJETO ARARIBÁ. Ciências – Ensino fundamental. Volume 6,7,8,9. São Paulo: Moderna. 2007
TRIVELLATO, José et al. Ciências: Natureza e Cotidiano. 6º, 7 º, 8 º e 9 º anos. Rio de Janeiro: FTD, 2008.
PROFESSOR I (EDUCAÇÃO FÍSICA)
Fundamentos históricos, políticos e filosóficos da Educação Física; Fundamentos teórico-metodológicos de ensino da educação
física nas abordagens desenvolvimentista, sociocultural e da promoção da saúde; Teorias sobre crescimento, desenvolvimento
e aprendizagem nas dimensões motora, intelectual, social e moral; Conhecimentos de ensino-aprendizagem da Educação Física
nas suas diferentes formas: ginástica, jogos, esportes, danças, fundamentos biodinâmicos e socioculturais; Fundamentos
didático-metodológicos de ensino-aprendizagem da Educação Física: planejamento, objetivos, métodos de ensino e
metodologias de avaliação. A Educação Física Adaptada e suas concepções. Inclusão e os diferentes tipos de deficiência.
Classificações funcionais e cognitivas das diferentes formas de deficiências sensório-motoras.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA:
BAGRICHEVSKY, Marcos; PALMA, Alexandre; ESTEVÃO, Adriana (organizadores). A Saúde em Debate na Educação
Física. Blumenau: Edibes, 2003.
BRACHT, Valter et al. Pesquisa em ação: educação física na escola. Ijuí: Ed. Unijuí, 2005.
DAOLIO, Jocimar. Educação física e o conceito de cultura. Campinas: Autores Associados, 2005.
DARIDO, Suraya Cristina; RANGEL, Irene Conceição Andrade. Educação física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
FARINATTI, Paulo de Tarso Veras; FERREIRA, Marcos Santos. Saúde, promoção da saúde e educação física: conceitos,
princípios e aplicações. Rio de Janeiro: Ed. UERJ, 2006.
GOZZI, Márcia Cândida Teixeira; RUETE, Helena Maria. Identificando estilos de ensino em aulas de educação física em
segmentos não escolares. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte, São Paulo, 5(1): 117-134, 2006. Site:
http://www.mackenzie.br/editoramackenzie/revistas/edfisica/edfis5n1/art09_edfis5n1.pdf
GALLAHUE, David L.; OZMUN, John C. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos.
São Paulo: Phorte Ed., 2001.
HILDEBRANDT, Reiner; LAGING, Ralf. Concepções abertas no ensino da educação física. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico.
MAGILL, Richard A. Aprendizagem motora: conceitos e aplicações. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.
MATTOS, Mauro Gomes de; NEIRA, Marcos Garcia. Educação física na adolescência - construindo o conhecimento na
escola. São Paulo: Phorte Editora, 2000.
NAHAS, Markus Vinícius. Atividade física, saúde e qualidade de vida conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo.
Londrina: Midiograf, 2001.
RESENDE, Helder G.; NASCIMENTO, Vanderson C. Indicadores didático-pedagógicos para o ensino da educação física:
acordos e desacordos dos autores especialistas. In: LEBRE, Eunice; BENTO, Jorge. (Org.). Professor de educação física -
ofícios da profissão. Porto: Ed. EFCD-UP, 2004, p. 213-224.
SOLER, Reinaldo. Jogos Cooperativos. RJ: Sprint, 2003.
SOLER, Reinaldo. Educação Física Inclusiva na Escola: Em Busca de uma Escola Plural. RJ: Sprint, 2005.
TANI, Go; MANOEL, Edison de Jesus; KOKUBUN, Eduardo; PROENÇA, Jo Elias. Educação Física Escolar:
Fundamentos para uma Abordagem Desenvolvimentista. SP: Edusp, 1988.
Coletivo de Autores. VARGAS, Angelo; PIMENTEL, Fabiana; LAMES, Caio (organizadores). Questões do Esporte. RJ:
LECSU, 2008.
VOTRE, Sebastião Josué (organizador). Ensino e Avaliação em Educação Física. SP: Ibrasa, 1993.
PROFESSOR I (ESPANHOL)
1- Origen, influencias y expansión del español; 2- Interpretación de textos; 3- Gramática contextualizada; 3.1 El alfabeto; 3.2
El acento; 3.3 La división silábica; 3.4 Saludos y formas de tratamiento; 3.5 El artículo y las contracciones; 3.6 El sustantivo
(género y número); 3.7 Sinónimos y antônimos; 3.8 Heterosemánticos y heterogenéricos; 3.9 El adjetivo (calificativos y
detarminativos); 3.10 El pronombre (personales y determinantes); 3.11 Los numerales (ordinales y cardinales); 3.12 Las
preposiciones; 3.13 Las conjunciones; 3.14 Los advérbios; 3.15 El verbo (tiempos y modos); 3.16 Tipos de frase (afirmativa,
negativa, interrogativa, exclamativa); 3.17 Discurso directo y indirecto; 3.18 Concordancia nominal y verbal. 4- El español de
la América Latina; 5- La regla de eufonia; 6- La literatura española; 6.1- La literatura Medieval del Cantar de Mio Cid; 6.2- La
literatura renascentista; 6.3- El Barroco; 6.4- El Romantismo; 6.5- El realis y naturalismo; 6.6- La literatura de la renovación;
novela,teatro y lírica.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
ALARCOS llorach,e.. Gramática de la lengua española. RAE, ColecciónNebrija y Bello, Madrid, Espasa Calpe,1994.
ÁLVAREZ, M.Aida: Letras - análisis e interpretación de textos. vol.I y II, Santa Tecla. El Salvador, Clásicos Róxil,1993.
BOSQUE, I. y Demonte,V(eds). Gramática descriptiva dela lengua española, 3vol. Madrid, Espasa,1999.
G.PÉREZ Aguilar Y Otros. Lengua y literatura 1,2 y 3, ediciones Santillana,Bs. As. 1990.
GÓMEZ Torrego, L.. Gramática Didática Del Español, Madrid, SM.,1998
HERNÁNDEZ Alonso, C.. Gramática funcional del español, Madrid, Gredos,1996.
KOVACCI, O.. Estudios de gramática española, Buenos Aires, Hachette,1986.
LAROUSSE. Diccionario de sinonimo y antonimo de la lengua española, 2000.
MARTÍNEZ García, J.A.. Cuestiones marginadas de gramática española, Madrid, Istmo, 1994.
MARTÍNEZ García, J.A.. Propuesta de gramática funcional. Madrid, Istmo,1994.
MILANI, M.Esther. Guia para conjugar verbos españoles. San Paulo - Brasil, Embajada de España en Brasil - Novos livros
editora, 1994.
NAVARRO Cabrera, E. Y Otros. Curso de Historia de La Literatura Esapañola, Salamanca, vicens Vives, 2006.
PEDRAZA, Jiménez. La literatura espanõla en los textos. San Paulo, Consejería de Educación - Embajada de España en
Brasil - novos livros editora, 1991.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Esboso de una nueva Gramática española,1989.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Diccionario de la lengua española,1989.
ROSETTI, Lacau. Nuevo castellano - Lengua y literatura I y II, Buenos Aires - Argentina, Editorial Kalpelusz,1994.
SECO, M.. Gramática esencial del espanõl, Agilar,1979.
VALMADESA, R. Miguel. Orientaciones para le enseñanza de la pronúnciación en la clase de español como lengua
extranjera. Montevideo - Uruguay, Consejería de educación - Embajada de España en Brasil, Oltaver editores, 1993.
PROFESSOR I (GEOGRAFIA)
Evolução do Pensamento Geográfico; O ensino de Geografia no Ensino Fundamental; Conceitos chaves da Geografia: Espaço,
Região, Território, Paisagem, Lugar e Redes Geográficas; Fundamentos da cartografia e a representação do espaço geográfico;
As escalas geográficas de análise; A relação Sociedade x Natureza em Geografia; A superfície terrestre: estrutura e formas de
relevo; As unidades do relevo brasileiro; Os domínios naturais e as paisagens climato-botânicas no Brasil; Dinâmica climática
e ecossistemas; As esferas das águas e os recursos hídricos; A exploração dos recursos naturais no Brasil e seus impactos
ambientais; Os fatores de organização do espaço agrário. A revolução agrícola e a revolução verde. A organização interna das
cidades. A construção geográfica do território brasileiro; A industrialização brasileira e a integração nacional; Processo de
urbanização no Brasil e as redes urbanas; Reorganização produtiva do território brasileiro; As relações campo x cidade; A
população brasileira; Migrações internas no Brasil; Agricultura brasileira: estrutura fundiária, relações de trabalho e de
produção; A modernização da agricultura brasileira; A divisão regional no Brasil e a estrutura regional brasileira; O processo
de desenvolvimento do capitalismo; A divisão internacional do trabalho; Da Guerra Fria à nova ordem mundial; Globalização /
fragmentação do espaço e suas consequências. Estado, nação e território. Metropolização e Desmetropolização; Migrações
internacionais; O neoliberalismo e a reorganização do espaço latino-americano; Integração sul-americana; A organização do
espaço e a influência geopolítica dos EUA; Desagregação soviética e a posição periférica russa; Leste Europeu e a transição
para o capitalismo; O espaço europeu; O mundo muçulmano e o Oriente Médio; Cuba: perspectivas e desafios na construção
do socialismo; O crescimento econômico chinês; Japão e os Tigres Asiáticos. África: periferia do capitalismo e diversidades
regionais.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
AB’SABER, A. N.. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.
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Brasileira, 2005.
SOUZA, M. L.. ABC do desenvolvimento urbano. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
SOUZA, M. L.. O desafio metropolitano: um estudo sobre a problemática sócio-espacial nas metrópoles brasileiras. Rio de
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TEIXEIRA, W. Et al. (orgs.). Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.
THÉRY, H. & MELLO, N. A.. Atlas do Brasil. Disparidades e dinâmicas do território. São Paulo: Imprensa Oficial, 2ªed.,
2008.
VESENTINI, J. W.. Geografia: o mundo em transição. São Paulo, Ática, 2009.
PROFESSOR I (HISTÓRIA)
1. História: Ensino da História. O ofício do Historiador. A escrita da História. A “Revolução documental”. Debates atuais da
historiografia. 2. História das Sociedades (culturas e mentalidades, poder, economia, etnia, sexualidade e desenvolvimento
tecnológico). 3. História Antiga (Antiguidade Clássica. O escravismo. Egito faraônico: Economia, organização social e
instituições políticas. Grécia do período homérico ao período helenístico: economia, organização social e instituições políticas.
Roma: da república ao declínio do Império organização social e instituições republicanas, a expansão territorial e a crise da
República. Os povos bárbaros). 4. História Medieval (Sociedade medieval: economia, sociedade e organização política. Os
reinos bárbaros, O Império Carolíngio, As Cruzadas, O monopólio cultural da Igreja e as resistências populares. Características
do feudalismo. A crise do feudalismo). 5. História Moderna (Expansão marítima. A Colonização Européia. Mercantilismo e o
Antigo Sistema Colonial. América Pré-Colombiana. O Renascimento. As Reformas Religiosas. As Monarquias Nacionais e o
Absolutismo. As Revoluções Inglesas. Revolução Industrial. O Iluminismo. A independência dos E.U.A). 6. História
Contemporânea (A Revolução Francesa. Napoleão Bonaparte e a reação do Congresso de Viena. Independência da América
Latina. Revoluções Liberais e os movimentos sociais do século XIX. A segunda Revolução Industrial e o Imperialismo. A
Primeira Guerra Mundial. Revolução Russa. A crise de 1929. O fascismo na Itália. O nazismo na Alemanha. A Segunda
Guerra Mundial. O mundo s-guerra: a Guerra Fria. A formação do Terceiro Mundo. O Neo-Imperialismo e a América
Latina. Conflitos na América Latina e no Oriente Médio. O Neo-Imperialismo e a luta de libertação dos povos africanos.
Descolonização da Ásia. Neoliberalismo. A Nova Ordem Mundial: cenários e tendências). 7. História do Brasil: Colônia
(Colonização Portuguesa: aspectos sociais, políticos e econômicos. Escravidão e trabalho no Brasil. O cotidiano na Colônia).
Império (Primeiro Reinado. Período Regencial. Segundo Reinado. As revoltas liberais. O cotidiano no Império. Aspectos
econômicos e políticos do Império). República (Primeira República: aspectos, econômicos, políticos e sociais. As oligarquias.
A crise do café. O trabalho, o Estado e a legislação social na chamada “Era Vargas”. O trabalho e o sindicalismo nos anos 50 e
60. O movimento de 1964 e o Estado de Segurança Nacional. Da distensão à abertura política: anistia, a campanha pelas
Diretas, o fim do regime militar. A Nova República). História e cultura afro-brasileira. 8. História da África (Da pré-história
aos dias atuais).
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
AQUINO, F, VIEIRA, F. AGOSTINO, G. ROEDEL, H., Sociedade Brasileira: Uma História Através dos Movimentos Sociais
- Da crise do escravismo ao apogeu do liberalismo, Rio de Janeiro: Record, 2001.
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_______________. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. São Paulo: Brasiliense, 1998.
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ARRUDA, José Jobson de A. História Antiga e Medieval. São Paulo: Ática, 1997.
_______________________. História Moderna e Contemporânea. São Paulo: Ática, 1997.
APPIAH, Kwame Anthony. Na casa de meu pai. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
BAUMAN, Z. O mal-estar da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997.
BENJAMIN, Roberto. A África está em nós. João Pessoa: Editora Grafset, 2003.
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Ensino de 5ª a 8ª séries. Vol. História. Brasília: MEC/ SEF, 1997.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Estado Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: e
4º Ciclos do Ensino Fundamental para História. Brasília, 1997.
BRAUDEL, Fernand. Memórias do Mediterrâneo: pré-história e antiguidade. Rio de Janeiro: Multinova; Lisboa: Terramar, 2001.
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_____________________. História dos Estados Unidos. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
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VERNANT, Jean-Pierre & NAQUET, Pierre-Vidal. Trabalho e escravidão na Grécia antiga. Campinas: Papirus, 1989.
PROFESSOR I (INGLÊS)
Compreensão de textos em Língua Inglesa: estratégias de leitura, estrutura e organização textual, coesão e coerência, tipologia
textual e proficiência em elementos e relações estruturais da linguística da língua inglesa; os processos básicos do ensino e
aprendizagem da Língua Inglesa, seus métodos e abordagens. CONTEÚDOS ESPECÍFICOS: os principais elementos e
relações da estrutura linguística da língua inglesa; Leitura e compreensão de textos em Língua Inglesa; estratégias e
habilidades de leitura; tipologia de textos; vocabulário; estrutura e organização textual; coesão e coerência; Fonologia;
Morfologia; Sintaxe; Semântica; Prática de desenvolvimento e ensino da Língua Inglesa; Métodos, abordagens, técnicas,
recursos e objetivos de ensino como língua estrangeira.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Volume: Língua Estrangeira. Brasília:
MEC/ SEF, 1998.
COLLINS COBUILD, English Usage Harper Collins Publishers Ltd, 1992
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MURPHY, R., English Grammar in use. Cambridge: Cambridge University Press, 1991.
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SWAN, M., WALTER, C., How English works. Oxford: Oxford University Press, 1997.
SWAN, M., Practical English Usage. Oxford University Press, 2005.
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THORNBURY, S., About Language – Tasks for Teachers of English, Cambridge University Press, 1997.
UR, P., A Course in Language Teaching: practice and theory. Cambridge University Press, 1996.
PROFESSOR I (PORTUGUÊS)
1. Conceitos Gerais: Língua e Fala; Signo Linguístico; Língua, Variantes Regionais, Dialetos; Norma Culta e Expressão
Linguística; Linguagem, Discurso, Texto, Literatura. 2. Ortografia (pelas normas do novo Acordo Ortográfico): Acentuação
Gráfica; Uso do Hífen; Emprego das Letras; Separação de sílabas. Variantes. 3. Pontuação: Funções e Emprego dos Sinais de
Pontuação. 4. Fonética e Fonologia: Som e Fonemas; Classificação dos Fonemas; laba; Encontros Vocálicos e
Consonantais; Acento Tônico; Classificação das Sílabas segundo sua tonicidade; Relações entre letra e fonema; A Crase. 5.
Morfologia: Classificação e Flexão das Palavras: substantivos, adjetivos, advérbios, numerais, pronomes, verbos, preposições,
conjunções, interjeições, palavras denotativas; Elementos Estruturais: morfema, radical, desinências, afixos, vogais temáticas;
Processos de Formação; Neologia. 6. Sintaxe: Regência, Concordância e Colocação; Emprego e funcionamento das palavras e
das locuções; Oração, Período; Frase; Termos da Oração; Ordem direta e indireta; Coordenação, Subordinação; Classificação
das Orações e dos Períodos; Orações Reduzidas. 7. Semântica: Conotação e Denotação; Campos Semânticos; Sentidos Próprio
e Figurado; Hiperonímia, Hiponímia, Sinonímia, Antonímia, Homonímia, Paronímia, Polissemia; Sentido e Emprego de
Vocábulos; Conhecimento e competência lexical. 8. Estilística: Figuras de Linguagem. 9. Tipologia Textual: Descrição,
Narração, Dissertação; Tipos de Discurso; Gêneros Literários; Noções de Versificação. 10. Estrutura e Organização Textual:
Coerência, Coesão, Elementos e processos de Coesão Textual; Seleção Vocabular e Clareza, Repetição, Substituição e
Variação de palavras; Vícios de Linguagem. 11. Leitura e Interpretação de Textos: Compreensão, Interpretação, Relações entre
textos: Intertextualidade, Polifonia.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
AQUINO, Renato. Interpretação de Textos. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2005.
______________ Português para Concursos. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2005.
BECHARA, Evanildo. Lições de Português pela Análise Sintática. Rio de Janeiro: Ed. Lucerna, 2006 (18ª edição).
BRANDÃO, Roberto de Oliveira. As Figuras de Linguagem. São Paulo: Ática, 1989.
CEREJA, William R. & MAGALHÃES, Tereza C. Gramática Reflexiva: texto, semântica e interação. São Paulo: Atual,
2005.
CUNHA, Celso & CINTRA, Lindley. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro: Lexicon: 2007.
FIORIN, José Luiz & SAVIOLI, Francisco P. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2006.
GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2004.
HENRIQUES, Claudio Cezar. Fonética, Fonologia e Ortografia. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2009 (3ª edição).
_____________________. Morfologia. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2008.
_____________________. Sintaxe. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2008.
KOCH, Ingedore. A Coesão Textual. São Paulo: Ed. Contexto, 1991
______________ & TRAVAGLIA, L.C. A Coerência Textual. São Paulo: Ed. Cortez, 1997.
MARTINS, Nilce Sant’Anna. Introdução à Estilística. São Paulo: T.A.Queiroz & EdUSP, 1989.
RIBEIRO, Manoel Pinto. Nova Gramática Aplicada da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Metáfora, 2009.
PROFESSOR I (MATEMÁTICA)
Ensino de Matemática e os PCNS: Tendências Atuais. Lógica: Noções sobre Conjuntos; Operações; Propriedades e
Aplicações na Resolução de Problemas. Conjuntos Numéricos: Sistemas de Numeração; Números Naturais; Inteiros;
Racionais; Reais e Complexos: Representação; Operações; Aplicações e Resolução de Problemas. Razão e Proporção:
Conceito e Propriedades; Números e Grandezas Proporcionais; Regra de Três Simples e Composta; Porcentagem. Funções:
Conceito e Representação; Gráficos de Função; Função Afim, Quadrática, Modular, Exponencial e Logarítmica; Resolução de
Equações e Inequações. Sequências Numéricas: Progressões: Aritmética e Geométrica. Análise Combinatória: Princípio
Fundamental de Contagem; Permutações; Combinações; Binômio de Newton, Arranjos. Números Complexos: conceitos
fundamentais; adição, subtração, multiplicação e divisão de números complexos na forma algébrica; plano de Argand-Gauss;
multiplicação, divisão, potenciação e radiciação de números complexos na forma trigonométrica. Polinômios: conceitos
fundamentais; polinômio nulo e polinômios iguais; operações com polinômios; teorema do resto; teorema de D’Alembert;
dispositivo prático de Briot-Ruffini. Equações Polinomiais: conceito; decomposição de um polinômio num produto de fatores
do grau; raízes múltiplas; imaginárias e nulas; pesquisa de raízes racionais; relação entre coeficientes e raízes.
Probabilidade e Estatística: Noções de Probabilidade; Construção e Interpretação de Tabelas e Gráficos; Medidas
Estatísticas: Medidas de Locação ou Tendência Central: Média Aritmética, Mediana e Moda; Medidas de Dispersão ou
Variabilidade: Variância e Desvio Padrão. Matrizes e Determinantes: Propriedades e Operações. Sistemas Lineares:
Resolução e Aplicações. Geometria Plana: Conceitos Primitivos; Ângulos: Medidas, Classificação e Operações; Triângulos e
Polígonos; Circunferência e Círculo; Polígonos Inscritos e Circunscritos; Unidade de Medidas no Sistema Internacional;
Perímetro e Área de Figuras Planas; Relações Métricas nos Triângulos Retângulo e Quaisquer, Congruência e Semelhança de
Figuras Planas. Geometria Espacial: Diedros; Áreas e Volumes de Sólidos Geométricos: Prismas, Pirâmide, Cilindro, Cone,
Esfera. Trigonometria: Relações Trigonométricas no Triângulo Retângulo e Ciclo Trigonométrico, Funções Trigonométricas,
Identidades Trigonométricas, Equações e Inequações. Geometria Analítica: Ponto, Equação da Reta, Posições Relativas;
Distância entre Pontos e entre Ponto a Reta; Equações da: Circunferência, Elipse, Hipérbole e Parábola. Noções de cálculo:
Limite: Noção Intuitiva, Cálculo de Limites. Derivada: Definição, Interpretação Geométrica, A Derivada de uma Função, A
Reta Tangente.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
BRASIL. MEC-SEF – Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental. Brasília: MEC, 1998.
D’AMBROSIO, U. Educação Matemática: Da Teoria à prática. Campinas, SP: Papirus, 1996.
DANTE, L.R. Tudo é Matemática: Ensino Fundamental, 5
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a 8
a
Séries – São Paulo. SP: Ática, 2005.
DANTE, L.R. Matemática Contexto & Aplicações – Ensino Médio, 1
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Séries –. São Paulo. SP: Ática, 2004.
FARIAS, A.A.; SOARES. J.F.; CÉSAR, C.C. Introdução à Estatística, 2
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Ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2003.
FLEMING, D.M., GONÇALVES, M.B. Cálculo A: Funções, Limite, Derivação Integração. São Paulo, SP: Makron Books,
2003.
IEZZI, G., DOLCE, O., DEGENSZAJN, D., PÉRIGO, R. NILSE, A. Matemática- Ciência e Aplicações. São Paulo, SP: Atual,
2004.
IEZZI, G., DOLCE, O., DEGENSZAJN, D., HAZZAN, S., MURAKAMI, C., POMPEO, J.N., MACHADO, J.N.
Fundamentos de Matemática Elementar (11 volumes). São Paulo, SP: Atual, 2006.
IMENES, L.M., LELLIS, M. Matemática para todos: Ensino Fundamental 5
a
a 8
a
Série, 2
a
ed. São Paulo, SP: Editora
Scipione, 2006.
LAY, D.C. Álgebra Linear e suas aplicações, 2
a
ed. - Rio de Janeiro. RJ: LTC, 2003.
LIMA, E.L.; CARVALHO, P.C.P.; WAGNER, E.; MORGADO, A.C. A Matemática do Ensino Médio, Coleção do Professor
de Matemática, Volumes 1, 2, 3. Rio de Janeiro. RJ: SBM, 1996.
LIMA, E.L.; CARVALHO, P.C.P.; WAGNER, E.; MORGADO, A.C. Temas e Problemas Elementares, Coleção do Professor
de Matemática. Rio de Janeiro. RJ: SBM, 2005.
LINDQUIST, M.M.; SHULTE, A. (org.). Aprendendo e Ensinando Geometria. São Paulo, SP: Atual, 1994.
LINS, R.C.; GIMENEZ, J. Perspectivas em Aritmética e Álgebra para o Século XXI. Campinas, SP: Papirus, 1997.
MACHADO, N.J. Matemática e Realidade, 6
a
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MORGADO, A.C.; CARVALHO, J.B.P.; CARVALHO, P.C.P.; FERNANDEZ, P. Análise Combinatória e Probabilidade,
Coleção do Professor de Matemática, Rio de Janeiro. RJ: SBM, 2006.
PAIVA, M. Matemática. Volumes 1, 2, 3. Ensino Médio. São Paulo, SP: Moderna, 2005.
PROFESSOR I (MÚSICA)
Elementos estruturais da linguagem da música. História do ensino da música no Brasil.. A arte como objeto de conhecimento;
o saber estético, a arte como objeto de pensamento. Fundamentos do ensino da arte. Educação musical. Musicalização,
Pereira, Gazzi de Sá, DAlcroze, Kodaly. História da música universal, história da música brasileira, popular e erudita. Semana
de arte moderna (22). Festivais da canção. Elementos do som: timbre, altura, duração e intensidade. Teoria musical do
pentagrama aos elementos básicos da harmonia. Classificação das vozes. Villa Lobos e o canto orfeônico
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
ABDALA, M. de Fátima B; ALMEIDA, M. Silvia M; FERNANDES, Iveta M.B.A. Conhecendo o professor de arte. Revista
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SCHAFER, R. Murray. O ouvido pensante. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1991.
PAHLEN, Kurt. Nova história universal da música. São Paulo: Melhoramentos, 1991
PRIOLLI, Maria L. de Mattos. Princípios básicos da música para a juventude. 1º volume. 33ª ed. Rio de Janeiro: Editora Casa
Oliveira de Músicas.
CARPEUX, Otto Maria. O livro de ouro da música. Rio de Janeiro: Ediouro. 2004
TINHORÃO, José Ramos. História social da música popular brasileira. São Paulo: Perspectiva, Ed. 34, 1998
PRIOLLI, Maria L. de Mattos. Princípios básicos da música para a juventude. 2º volume. 16ª ed. Rio de Janeiro: Editora Casa
Oliveira de Músicas.
PROFESSOR II – 1º AO 5º ANO
O professor educador. Especificidades da escola e do professor do ensino fundamental do segmento. O professor frente à
legislação vigente para o ensino fundamental. O professor e o processo de construção do conhecimento. O conceito de
habilidades específicas do aluno do segmento. O professor frente às diversidades na sala de aula do ensino fundamental.
Escola como espaço de socialização e a construção do sujeito crítico e autônomo. As questões das relações do grupo no ensino
fundamental do segmento. Letramento e alfabetização novos conceitos. Relação família x escola no ensino fundamental.
Gestão da sala de aula. Avaliação do processo.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
AGUARDO, M. J. D; MEDRANO C.. Construção Moral e Educação uma aproximação construtivista para trabalhar os
conteúdos transversais. São Paulo: EDUSC, 1999.
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino
fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais, Secretaria de Educação Fundamental Brasília: MEC/SEF,
1998.
CAPOVILLA, F., WEISZ, T. Construtivismo x método fônico. SP: Dimensão, Espaço Educacional, 2003.
CARVALHO, R. E., Removendo Barreiras para a aprendizagem: Educação Inclusiva. Porto Alegre: Mediação, 2004.
Estatuto da Criança e do Adolescente: Lei nº 8.069, de 13 de Julho de 1990. 12ª ed. Atual e ampl. São Paulo: Saraiva, 2002.
FERREIRO, E. Reflexões sobre Alfabetização, São Paulo: Cortez, 1989.
FERREIRO, E. Com todas as letras. São Paulo: Cortez, 1992.
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GARDNER, H. Inteligência: um conceito reformulado. São Paulo: Objetiva, 2003
KAMII, C. A criança e o número. São Paulo: Papirus, 2002.
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populares, 2 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
NÓVOA, A, (org.) Profissão Professor. Coleção Ciências da Educação. 2 ed. Portugal: Porto, 1995.
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da avaliação, São Paulo: Artmed, 2002.
TEBEROSKY, A. TOLCHINSKY, L., Além da Alfabetização, a aprendizagem fonológica, ortográfica, textual e matemática.
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ZABALA, A. A prática educativa. Como ensinar. Porto Alegre, Artmed, 1998.
PROFESSOR II - EDUCAÇÃO INFANTIL (CRECHE)
Educação sócio-cultural: a criança como sujeito social e a educação para a cidadania. Educação inclusiva. Gestão da Educação
Infantil: identidade do professor. Relação escola-família. Gestão da sala de aula na Educação infantil: ação pedagógica nas
etapas do desenvolvimento de 3 a 6 anos. Desenvolvimento moral. As representações: construção das estruturas lógicas,
matemáticas, espaciais e relacionais. A linguagem e o processo de alfabetização. Fundamentos didáticos: do método
construtivista e do método fônico. Avaliação na Educação Infantil. As imagens do trabalho dos profissionais de Creche. Gestão
da sala de aula na Educação infantil: ação pedagógica nas etapas do desenvolvimento de 0 a 3 anos. Instrumentos de trabalho
da educadora da Educação Infantil (Creche). Aprendizagem e desenvolvimento Especificidades da escola e do professor da
Educação Infantil (Creche). A importância do lúdico na Educação Infantil (Creche). Avaliação do processo na Educação
Infantil (Creche).
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
ABRAMOWICH, E. S. e WAJSKOP. Educação Infantil: Creches Atividades para crianças de zero a seis anos. São Paulo:
Moderna, 2003.
AGUARDO, M.J.D; MEDRANO C. Construção Moral e Educação uma aproximação construtivista para trabalhar os
conteúdos transversais. São Paulo: EDUSC, 1999.
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Educação Infantil, 1998.
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FERREIRO, E. Reflexões sobre Alfabetização. São Paulo: Cortez, 1989.
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HOFFMANN, J. Avaliação na Pré-escola: Um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. Porto Alegre: Mediação, 2004.
KRAMER, S., (coord.). Com a Pré-escola nas mãos, uma alternativa curricular para a Educação Infantil. São Paulo: Ática,
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NÓVOA, Antônio (org.). Profissão Professor. Coleção Ciências da Educação. 2 ed. Portugal: Porto, 1995.
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SANCHES, E. C. Creche: realidade e ambigüidades. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
SALTINI , C. J. P. Afetividade e inteligência. 5 ed. Rio de Janeiro: Wak, 2008
ZABALA, A. A prática educativa. Como ensinar. Porto Alegre, Artmed, 1998.
BASSEDAS, D et al. Aprender e ensinar na Educação Infantil. Porto Alegre, RS: Artmed, 1999.
WAHSJOP, Gisele. Brincar na pré-escola. São Paulo: Cortez, 2001.
PROFESSOR II – ATENDIMENTO A EDUCAÇÃO ESPECIAL
A constituição histórica da diferença. O surgimento das instituições reguladoras e o processo de normatização. O século XX –
movimentos sociais e o pleito inclusivo. A Educação Especial trajetória de constituição de direitos entre a abordagem
clínica e a antropológica. O processo inclusivo no Brasil - legislação e propostas educacionais. Os portadores de necessidades
educacionais especiais – especificidades e atendimento educacional.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Especial. Parâmetros Curriculares Nacionais:
Adaptações Curriculares. - Brasília: MEC/SEF/SEESP, 1998.
CARVALHO, R. E. A nova LDB e a Educação Especial. Editora WVA. Rio de Janeiro, 1997.
GLAT, R. (Org.). Educação inclusiva: cultura e cotidiano escolar. Rio de Janeiro: 7Letras, 2007.
JR, A. A & BURITY,A. J. Inclusão Social – Identidade e Diferença. Editora Annablume. São Paulo, 2006.
SKLIAR, C. & LARROSA. Habitantes de Babel. Editora Autêntica. Belo Horizonte, 2001.
SKLIAR,C.(ORG). Educação & Exclusão- Abordagens sócio-antropológicas em Educação Especial. Editora Mediação.
Porto Alegre, 1997.
PROFESSOR II - EDUCAÇÃO INFANTIL (PRÉ-ESCOLA)
O professor educador. Especificidades da escola e do professor da educação infantil (pré-escola). O professor frente à
legislação vigente para o ensino fundamental. O professor e o processo de construção do conhecimento. O conceito de
habilidades específicas do aluno da educação infantil (pré-escola). Aprendizagem e desenvolvimento. O professor frente às
diversidades na sala de aula da educação infantil (pré-escola). Escola como espaço de socialização e a construção do sujeito
crítico e autônomo. As questões das relações do grupo na educação infantil (pré-escola). Letramento e alfabetização novos
conceitos. Relação família x escola no ensino fundamental. Gestão da sala de aula. Avaliação do processo. Educação inclusiva.
As representações: construção das estruturas lógicas, matemáticas, espaciais e relacionais. A linguagem e o processo de
alfabetização. Fundamentos didáticos: do método construtivista e do método fônico.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
AGUARDO, M.J.D; MEDRANO C.. Construção Moral e Educação uma aproximação construtivista para trabalhar os
conteúdos transversais. São Paulo: EDUSC, 1999.
BASSEDAS, D et al. Aprender e ensinar na Educação Infantil. Porto Alegre, RS: Artmed, 1999.
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino
fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais, Secretaria de Educação Fundamental Brasília: MEC/SEF,
1998.
CAPOVILLA, F., WEISZ, T. Construtivismo x método fônico. São Paulo: Dimensão, Espaço Educacional, 2003.
CARVALHO, R. E., Removendo Barreiras para a aprendizagem: Educação Inclusiva. Porto Alegre: Ed. Mediação, 2004.
Estatuto da Criança e do Adolescente: Lei nº 8.069, de 13 de Julho de 1990. 12ª ed. Atual e ampl. São Paulo: Saraiva, 2002.
FERREIRO, E. Reflexões sobre Alfabetização, São Paulo: Ed. Cortez, 1989.
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FREIRE, P., Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 1996.
FREIRE, P. Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Ed. Olho d’Água, 1993.
GARDNER, H. Inteligência: um conceito reformulado. São Paulo: Objetiva, 2003.
KAMII, C. A criança e o número. São Paulo: Ed. Papirus, 2002.
LA TAILLE, Yves de. Moral e ética: dimensões intelectuais e afetivas. Porto Alegre: Artmed, 2006.
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populares. 2 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
NÓVOA, A, (org.) Profissão Professor. Coleção Ciências da Educação, Portugal: Porto, 1995.
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da avaliação, São Paulo: Artmed ed. 2002.
SALTINI , C. J. P. Afetividade e inteligência. 5 ed. Rio de Janeiro: Wak, 2008
TEBEROSKY, A. TOLCHINSKY, L., Além da Alfabetização, a aprendizagem fonológica, ortográfica, textual e matemática.
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ZABALA, A. A prática educativa. Como ensinar. Porto Alegre, Artmed, 1998.
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Educação Infantil, Vol I, II e III. Brasília:1998.
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SANCHES, E. C. Creche: realidade e ambiguidades. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
WAHSJOP, Gisele. Brincar na pré-escola. São Paulo: Cortez, 2001.
ORIENTADOR EDUCACIONAL
Políticas públicas em educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96). ENEM/Exame Nacional de
Ensino Médio. Educação inclusiva. O Estatuto da criança e do adolescente/ECA. Fundamentos filosóficos da orientação
educacional. Currículo e orientação educacional. Cotidiano na escola: violência e disciplina na escola. Funções e papel do
orientador educacional. Projeto político-pedagógico na unidade escolar. Interdisciplinaridade. Prática educativa e prática
pedagógica. Avaliação da aprendizagem e fracasso escolar. Conselho de classe. Processo de ensino e tendências pedagógicas
no Brasil. Relação professor-aluno-comunidade. Novas abordagens sobre competência e habilidades no ensino. Ação
integrada: orientação, supervisão e administração. Atendimento e orientação para o trabalho do aluno.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
ALVES, N. e Garcia, R.. O fazer e o pensar dos supervisores e orientadores educacionais. São Paulo: Loyola, 2002.
ALVES, R.. Conversas com quem gosta de ensinar. São Paulo: Cortez, 1985.
BECK, C. Fundamentos filosóficos da orientação educacional. São Paulo: EPU, 1977.
D’ANTOLA, A. (org.). Disciplina na escola: autoridade versus autoritarismo. São Paulo: EPU, 1989.
FAZENDA, I.. Interdisciplinaridade: um projeto em parceria. São Paulo: Loyola, 1991.
FREIRE, P.. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.
FREIRE, P.. Professor - sim, tia -não. São Paulo: Olho d’água, 1993.
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GANDIN, D.. A prática do planejamento participativo. Petrópolis: Vozes, 1994.
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GRINSPUN, M. (org.). Supervisão e orientação educacional – perspectivas de integração na escola. São Paulo: Cortez, 2005.
GRINSPUN, M.. A orientação educacional: conflito de paradigmas e alternativas para a escola. São Paulo: Cortez, 2002.
GRINSPUN, M.. A prática dos orientadores educacionais. São Paulo: Cortez, 2001.
GRINSPUN, M.. Espaço filosófico da orientação educacional. Rio de Janeiro: rio Fundo, 1992.
Lei nº 8069/90. Estatuto da Criança e do Adolescente.
Lei nº 9394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
LIBÂNEO, J.C. Adeus professor, adeus professora? São Paulo: Cortez, 1998.
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LUCK, H.. ão integrada – administração, supervisão e orientação educacional. Petrópolis: Vozes, 1981.
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MIZUKAMI, M.. Ensino: as abordagens do processo. São Pulo: E.P.U., 1986.
MOREIRA, A. F. (org.). Currículo, cultura e sociedade. São Paulo: Cortez, 1994.
MORIN, E. Os sete saberes necessários à Educação do Futuro. São Paulo. Ed. Corte, 2000.
PERRENOUD, P. Thurler, M. As competências para ensinar no século XXI. Porto Alegre: Artmed, 2002
ROGERS, C. E; ROSENBERG, R. A pessoa como centro. São Paulo: EPU, 1977.
VASCONCELLOS, C.. Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto político-pedagógico ao cotidiano na sala de aula.
São Paulo: Libertad, 2002.
ZALUAR, A. (org.). Violência e Educação. São Paulo: Cortez, 1992.
SUPERVISOR DE ENSINO
Fins da educação; Políticas públicas em educação; Legislação Brasileira: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional;
Financiamento da educação: FUNDEB, IDEB; SAEB/Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica; PCNs/Parâmetros
Curriculares Nacionais; O Estatuto da criança e do adolescente/ECA; Funções e papel do supervisor escolar; Cotidiano escolar:
violência; Projeto político-pedagógico; Planejamento do ensino; Ação integrada: orientação, supervisão e administração;
Gestão escolar; Abordagens do processo de ensino; Pressupostos da ação do supervisor; O currículo; Avaliação educacional e
fracasso escolar; Avaliação educacional e suas funções; O processo ensino-aprendizagem; As funções dos supervisores
escolares e orientadores pedagógicos. A escola como espaço de formação da cidadania plena e da socialização do
conhecimento; O aluno como construtor do conhecimento; O jovem, a criança, a mídia, o consumo e a educação escolar;
Multiculturalismo e educação escolar.
BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
ALARCAO, I. Escola Reflexiva e Nova Racionalidade. Porto Alegre: Artmed, 1998
ARROYO, M. , ABRAMOWICZ, A. (orgs.) A Reconfiguração da Escola entre a negação e a afirmação de direitos. São
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BAZÍLIO, A. , KRAMER, S. Infância, Educação e Direitos Humanos. São Paulo: Ed. Cortez, 2003.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos parâmetros curriculares
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Acesso: www.mec.gov.br/publicacoes.
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CANDAU, V. M. , LUCINDA, M. C, NASCIMENTO, M. G. Escola e Violência. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
CANDAU, V., MOREIRA, A. F. (Orgs.) Multiculturalismo Diferenças Culturais e Práticas Pedagógicas. Petrópolis: Ed.
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GANDIN, D. A prática do planejamento participativo. Petrópolis: Vozes, 1994.
HERNÁNDEZ, F. e VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 1998, 5ª Ed.
HOFFMANN, J. M. L. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. 19ª ed. Porto Alegre:
Educação & Realidade, 1993.
Lei nº 8069/90. Estatuto da Criança e do Adolescente.
Lei nº 9394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
LUCK, H. Ação integrada – administração, supervisão e orientação educacional. Petrópolis: Vozes, 1981.
LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 2005.
MIZUKAMI, M. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: E.P.U., 1986.
PERRENOUD, P. THURLER, M. As competências para ensinar no século XXI. Porto Alegre: Artmed, 2002.
RANGEL, Mary (org.). Nove olhares sobre a supervisão. Campinas: Papirus, 2004.
SACRISTÁN, J. G. e GÓMEZ, P. Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre: Artmed, 2002, 4ª edição.
SACRISTÁN, G. A Educação Obrigatória – seu sentido educativo e social. Porto Alegre: Ed. Artmed, 2001.
SHIROMA, E. O., MORAES, M. C., EVANGELISTA, O. Política Educacional - Coleção O que você precisa saber sobre...
Rio de Janeiro: Ed. DP&A, 2000.
SILVA, T.T. Documentos de Identidade – uma introdução às teorias de currículo. Belo Horizonte: Ed. Autêntica, 1999.
SILVA, J. F.; HOFFMAN, J., ESTEBAN, M. T. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do
currículo. Porto Alegre: Ed. Mediação, 2006, 5ª Ed.
ZABALA, A. A prática educativa - como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Anexo IV – Atribuições
Assistente Social
Quando na área de atendimento a população do Município: efetuar levantamento de dados para identificar problemas
sociais de grupos específicos de pessoas, como menores, migrantes, estudantes da rede escolar municipal, entre outros;
elaborar e executar programas de capacitação de mão-de-obra e sua integração no mercado de trabalho; elaborar ou
participar da elaboração e execução de campanhas educativas no campo da saúde pública, higiene, saneamento, educação
e cultura; organizar atividades ocupacionais para menores, idosos e desamparados; orientar o comportamento de grupos
específicos de pessoas em face de problemas de habitação, saúde, higiene, educação, planejamento familiar e outros;
promover, por meio de técnicas próprias e através de entrevistas, palestras, visitas em domicílios e outros meios, a
prevenção ou solução de problemas sociais identificados entre grupos específicos de pessoas; organizar e manter
atualizadas referências sobre as características socioeconômicas dos pacientes assistidos nas unidades de assistência
social da Prefeitura; aconselhar e orientar a população nos postos de saúde, escolas e creches municipais; Quando na
área de atendimento ao servidor municipal: coordenar, executar ou supervisionar a realização de programas de serviço
social, desenvolvendo atividades de caráter educativo, recreativo ou de assistência a saúde para proporcionar a melhoria
da qualidade de vida pessoal e familiar dos servidores municipais; colaborar no tratamento de doenças orgânicas e
psicossomáticas, identificando e atuando na remoção dos fatores psicossociais e econômicos que interferem no
ajustamento funcional e social do servidor; encaminhar, através da unidade de administração de pessoal, servidores
doentes e acidentados no trabalho ao órgão de assistência médica municipal; acompanhar a evolução psicofísica de
servidores em convalescença, proporcionando-lhes os recursos assistenciais necessários, para ajudar em sua reintegração
ao serviço; assistir ao servidor com problemas referentes a readaptação ou a reabilitação profissional e social por
diminuição da capacidade de trabalho, inclusive orientando-o sobre suas relações empregatícias; levantar, analisar e
interpretar para a administração da Prefeitura as necessidades, aspirações e insatisfações dos servidores, em como propor
soluções; estudar e propor soluções para a melhoria de condições materiais, ambientais e sociais do trabalho; esclarecer e
orientar os servidores municipais sobre legislação trabalhista, normas e decisões da administração da Prefeitura;
Atribuições comuns a todas as áreas: elaborar pareceres, informes técnicos e relatórios, realizando pesquisas,
entrevistas, fazendo observações e sugerindo medidas para implantação, desenvolvimento e aperfeiçoamento de
atividades em sua área de atuação; participar das atividades administrativas, de controle e de apoio referentes à sua área
de atuação; participar das atividades de treinamento e aperfeiçoamento de pessoal técnico e auxiliar, realizando-as em
serviço ou ministrando aulas e palestras, a fim de contribuir para o desenvolvimento qualitativo dos recursos humanos
em sua área de atuação; participar de grupos de trabalho e/ou reuniões com unidades da Prefeitura e outras entidades
públicas e particulares, realizando estudos, emitindo pareceres ou fazendo exposições sobre situações e/ou problemas
identificados, opinando, oferecendo sugestões, revisando e discutindo trabalhos técnico-científicos, para fins de
formulação de diretrizes, planos e programas de trabalho afetos ao Município; realizar outras atribuições compatíveis
com sua especialização profissional.
Auxiliar de Creche
Executar atividades diárias de recreação com crianças e trabalhos educacionais de artes diversas; acompanhar crianças
em passeios, visitas e festividades sociais; proceder, orientar e auxiliar as crianças no que se refere a higiene pessoal;
auxiliar as crianças na alimentação; servir refeições e auxiliar crianças menores a se alimentarem; auxiliar a criança a
desenvolver a coordenação motora; observar a saúde e o bem estar das crianças, levando-as quando necessário, para
atendimento médico e ambulatorial; ministrar medicamentos conforme prescrição médica; prestar primeiros socorros,
cientificando o superior imediato da ocorrência; orientar os pais quanto à higiene infantil, comunicando-lhe os
acontecimentos do dia; levar ao conhecimento do chefe imediato qualquer incidente ou dificuldade ocorridas; vigiar e
manter a disciplina das crianças sob sua responsabilidade, confiando-as aos cuidados de seu substituto ou responsáveis,
quando afastar-se, ou ao final do período de atendimento; apurar a freqüência diária e mensal dos menores; auxiliar no
recolhimento e entrega das crianças que fazem uso do transporte escolar, acompanhando-as na entrada e saída do
mesmo, zelando assim pela sua segurança; executar tarefas afins; outras atribuições contidas em manuais de trabalho
fixadas por Decreto.
Bibliotecário
Atividades Específicas: disponibilizar informação através da localização e recuperação de informações; prestar
atendimento personalizado e serviços de informação on-line; gerenciar unidades como bibliotecas, centros de
documentação, centros de informação e correlatos, além de redes e sistemas de informação; tratar tecnicamente e
desenvolver recursos informacionais; disseminar informação com o objetivo de facilitar o acesso ao conhecimento e a
sua geração; desenvolver estudos e pesquisas; elaborar estratégias de buscas avançadas; controlar a circulação de
recursos informacionais; gerenciar recursos de informação e elaborar políticas de funcionamento para a biblioteca,
programas e projetos de ão, manuais de serviços, procedimentos e relatórios; administrar o compartilhamento de
recursos informacionais; desenvolver políticas de informação e padrões de qualidade gerencial e implementar padrões de
qualidade; automatizar unidades de informação; coordenar a execução dos planos de atividades do setor; avaliar e
implementar serviços e produtos da biblioteca; desenvolver e executar planos de conservação, restauração e proteção do
patrimônio da biblioteca; tratar tecnicamente recursos informacionais; auxiliar na seleção e na aquisição de documentos
para incorporação ao acervo; tombar, registrar, classificar e catalogar recursos informacionais; elaborar linguagens
documentárias; desenvolver e gerenciar bases de dados bibliográficos; gerenciar qualidade e conteúdo de fontes de
informação; gerar fontes de informação; desenvolver metodologias para geração de documentos digitais ou eletrônicos;
assessorar o desenvolvimento de interfaces de serviços informatizados; descartar recursos informacionais; disseminar
informação;desenvolver estudos e pesquisas referentes a recursos de informação e implementação dos mesmos; realizar
difusão cultural promovendo atividades de fomento à leitura; desenvolver ações educativas elaborando serviços de apoio
para educação presencial e a distância; assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão; emitir parecer e
encaminhar a níveis superiores para decisão final; realizar trabalhos específicos e executar outras funções da mesma
natureza e idêntico nível de complexidade das anteriores e desempenhar outras atividades correlatas.
Contador
Organizar e dirigir os trabalhos inerentes à contabilidade da Prefeitura, planejando, supervisionando, orientando sua
execução e participando dos mesmos, de acordo com as exigências legais e administrativas, para apurar os elementos
necessários à elaboração e execução orçamentária e ao controle da situação patrimonial e financeira da Prefeitura e
exercer as atividades técnicas ou científicas correspondentes à sua formação, especificadas na respectiva regulamentação
profissional, nas diversas áreas de interesse da Prefeitura.
Fisioterapeuta
Executar atividades, individualmente ou em equipe, técnicas ou científicas na área de saúde pública, relativas à sua
especialidade, observada a respectiva regulamentação profissional, e as normas de medicina e higiene do trabalho;
Participar do planejamento, coordenação e execução dos programas, estudos, pesquisas e outras atividades de saúde,
promovendo intercâmbio com outras instituições a fim de melhorar a qualidade da assistência à saúde; promover e
participar de atividades de capacitação de recursos humanos. E promover e participar de reuniões junto à comunidade
orientando e estabelecendo práticas preventivas e de vigilância á saúde.
Fonoaudiólogo
Exercer atividades que envolvam a avaliação e terapia das funções necessárias ao desenvolvimento da linguagem
corporal, campos de perspectivas, auditivas etc; avaliação de terapia das patologias fonoaudiológicas; patologia da
audição, da voz, ressonância, etc. Exercer outras atividades afins.
Inspetor de Alunos
Coordenar o processo disciplinar no ambiente escolar e nos veículos destinados ao transporte escolar. Fiscalizar o
cumprimento de horários de entrada e saída de alunos; Inspecionar as atividades dos alunos durante o horário de
intervalo das aulas e durante o recreio; Inspecionar o pátio das Unidades Escolares após o recreio; Acompanhar os alunos
na entrada e na saída e, ainda, durante o percurso no Transporte Escolar visando manter a disciplina; Zelar pela
conservação do patrimônio escolar; Manter a disciplina nos corredores e demais espaços do prédio escolar, inclusive no
entorno da Unidade Escolar; Informar a quem de direito quando o aluno desrespeitar as normas disciplinares da Escola
ou ter atitudes inadequadas ao ambiente escolar; Auxiliar nos trabalhos administrativos da Unidade Escolar; Participar de
atividades, quando solicitados; Executar outras tarefas que lhe forem designadas, compatíveis com a sua área de atuação.
Musicoterapeuta
Utilizar técnicas e métodos terapêuticos, educacionais e recreacionais próprios da musicoterapia, com a finalidade de
restaurar, desenvolver e conservar a capacidade sica, mental e emocional do indivíduo, favorecendo a sua integração
social.
Nutricionista
Executar atividades, individualmente ou em equipe, técnicas ou científicas na área de saúde pública e educação, relativas
à sua especialidade, observada a respectiva regulamentação profissional, e as normas de medicina e higiene do trabalho;
Participar do planejamento, coordenação e execução dos programas, estudos, pesquisas e outras atividades, promovendo
intercâmbio com outras instituições a fim de melhorar a qualidade da assistência; Promover e participar de atividades de
capacitação de recursos humanos e promover e participar de reuniões junto à comunidade orientando e estabelecendo
práticas preventivas e de vigilância á saúde.
Orientador Educacional
Subsidiar a equipe escolar com informações relativas ás características da comunidade em que a escola está inserida,
colaborando para a organização e adequação do currículo; participar do planejamento e da execução do Projeto Político-
Pedagógico da Unidade Escolar; participar dos projetos propostos pela Secretaria Municipal de Educação e da Unidade
Escolar; promover atendimentos individuais e coletivos, assim como Sessão de Classe e Estudo de Casos; desenvolver
processo de orientação para o trabalho; viabilizar o processo de integração escola-família-comunidade, a fim de criar um
espaço educativo comum; conscientizar a comunidade escolar da importância do trabalho da Orientação Educacional;
desenvolver projetos relativos à programas de saúde, sexualidade, higiene e segurança; identificar com os professores e
com a Orientação Pedagógica causas determinantes do baixo rendimento escolar e indisciplina dos alunos; elaborar
estratégias para um melhor relacionamento entre professor/aluno e comunidade escolar; planejar em conjunto com a
Orientação Pedagógica reuniões e encontros de professores com o objetivo de promover a coordenação horizontal do
currículo e encaminhar problemas comuns; fornecer subsídios aos professores e funcionários para o melhor trabalho à
alunos com dificuldades de relacionamento e disciplina; dinamizar periodicamente reuniões de pais, informando-os sobre
a freqüência e rendimento dos alunos; encaminhar juntamente com a Orientação Pedagógica as Reuniões Pedagógicas e
de Conselho de Classe; orientar atividades escolares, tendo em vista o desenvolvimento integral dos alunos:
organizações estudantis, atividades de arte e recreação, atividades extracurriculares, etc.; acompanhar o desenvolvimento
do Projeto Político-Pedagógico da Unidade Escolar.
Professor I
Exercer atividades profissionais de docência, concernentes a Licenciatura Plena no ensino do Segmento do Ensino
Fundamental, na rede municipal de ensino. Participar da elaboração do Plano Escolar; Elaborar e executar a programação
referente à regência de classe e / ou aula e atividades afins; Participar das decisões referentes ao agrupamento de alunos;
Realizar atividades relacionadas à coordenação pedagógica; Executar atividades de recuperação de alunos; Colaborar no
processo de orientação educacional; Proceder à observação dos alunos identificando necessidades e carências de ordem
social, psicológica, material ou de saúde que interferem na aprendizagem encaminhando aos setores especializados de
assistência; Participar dos Conselhos de série ou de classe; Manter permanente contato com os pais dos alunos ou seus
responsáveis, informando-os e orientando-os sobre o desenvolvimento dos mesmos, e obtendo dados de interesse para o
processo educativo; Participar de atividades cívicas, culturais e educativas; Executar e manter atualizados os registros
escolares e os relativos às suas atividades específicas e fornecer informações conforme as normas estabelecidas;
Incentivar hábitos de ordem e asseio aos educandos, zelando pela limpeza do ambiente de trabalho e pela economia e
conservação do material sob sua responsabilidade; Sugerir a aquisição do material didático, em geral, necessário ao
aprimoramento do processo educativo; Executar tarefas correlatas que lhe forem determinadas pelo seu superior..
Professor II
Executar atividades de docência concernentes ao ensino do Segmento do Ensino Fundamental, na rede municipal de
ensino. Participar da elaboração do Plano Escolar; Elaborar e executar a programação referente à regência de classe e /
ou aula e atividades afins; Participar das decisões referentes ao agrupamento de alunos; Realizar atividades relacionadas
à coordenação pedagógica; Executar atividades de recuperação de alunos; Colaborar no processo de orientação
educacional; Proceder à observação dos alunos identificando necessidades e carências de ordem social, psicológica,
material ou de saúde que interferem na aprendizagem encaminhando aos setores especializados de assistência; Participar
dos Conselhos de série ou de classe; Manter permanente contato com os pais dos alunos ou seus responsáveis,
informando-os e orientando-os sobre o desenvolvimento dos mesmos, e obtendo dados de interesse para o processo
educativo; Participar de atividades cívicas, culturais e educativas; Executar e manter atualizados os registros escolares e
os relativos a suas atividades específicas e fornecer informações conforme as normas estabelecidas; Incentivar hábitos de
ordem e asseio aos educandos, zelando pela limpeza do ambiente de trabalho e pela economia e conservação do material
sob sua responsabilidade; Sugerir a aquisição do material didático, em geral, necessário ao aprimoramento do processo
educativo; Executar tarefas correlatas que lhe forem determinadas pelo seu superior.
Psicólogo
Exercer atividades de estudo e avaliação dos mecanismos de comportamento humano, elaborando e aplicando técnicas
psicológicas, como testes para determinação de características afetivas, intelectuais, sensoriais ou motoras e outros
métodos de verificação e exercer as atividades técnicas ou científicas correspondentes à sua formação, especificadas na
respectiva regulamentação profissional, nas diversas áreas de interesse da Prefeitura.
Pedagogo
Acompanhar os alunos do ensino fundamental, ordenando e integrando os elementos que exercem influência em sua
formação, aconselhando e auxiliando os alunos na solução de seus problemas pessoais, para possibilitar-lhes o
desenvolvimento intelectual e a formação integral de sua personalidade; Acompanhar o planejamento das atividades
educativas a serem desenvolvidas durante o ano, opinando sobre suas implicações no processo educacional, a fim de
contribuir para o planejamento eficaz do sistema de ensino; Aplicar testes psicopedagógicos e outras técnicas, como
observação, questionários, cartas, e entrevistas com os alunos, sua família e seus professores, para obter um perfil
completo da personalidade do aluno e o seu comportamento no meio em que vive; Montar pasta-fichário do aluno,
reunindo informações físicas, psicológicas, sócio-econômicas e outras, acompanhando o crescimento, aptidões e
interesses, a fim de orientá-los na solução de seus problemas; Coordenar o processo de desenvolvimento de aptidões e
interesses dos educandos, elaborando plano de estudo, orientando sobre o uso eficaz da biblioteca, e estimulando-os no
exercício de atividades recreativas e desportivas para aprimorar suas qualidades de reflexão e integração; Auxiliar na
solução de problemas individuais dos alunos, aconselhando-os sobre a conduta a ser seguida ou encaminhando ao
especialista os casos que exigem assistência especial, para o ajustamento dos mesmos ao meio em que vivem; Promover
a integração escola-família-comunidade, organizando reuniões com os pais, professores e comunidade, para possibilitar a
utilização de todos os meios capazes de realizar a educação integral dos alunos e discutir as dificuldades existentes na
área educacional, para buscar soluções; Participar do processo de avaliação escolar e recuperação de alunos, examinando
as causas de eventuais fracassos, para aconselhar a aplicação de métodos mais adequados; Participar da elaboração do
planejamento curricular semestralmente, auxiliando na definição de planos de cursos e programas e atividades que serão
realizadas, acompanhando-as a fim de aprimorar o sistema educacional ;Promover e participar de reuniões com os
demais profissionais da área, levantando, expondo e analisando as experiências vivenciadas, os problemas referentes à
metodologia utilizada, visando melhor integração e buscando alternativas viáveis aos problemas constatados; Avaliar
juntamente com os demais responsáveis, através dos relatórios e de reuniões o processo ensino-aprendizagem, a fim de
validar ou não os métodos de ensino empregados e Executar outras atribuições compatíveis com a natureza do cargo,
mediante determinação superior.
Psicopedagogo
Planeja e executa atividades, utilizando técnicas psicopedagógicas num enfoque multidisciplinar nas áreas escolares e
clínicas à nível preventivo e curativo.
Supervisor de Ensino
Planejar, Supervisionar, avaliar e reformular o processo ensino-aprendizado, traçando metas, estabelecendo normas,
orientando e inspecionando o cumprimento das mesmas e criando ou modificando processos educativos, em estreita
articulação com os demais componentes do sistema educacional, para impulsionar a educação integral dos alunos.
Desenvolver pesquisas de campo, promovendo visitas, consultas e debates de sentido sócio-econômico-educativo, para
cientificar-se dos recursos, problemas e necessidades da área educacional sob sua responsabilidade; Elaborar currículos,
planos de cursos e programas, estabelecendo normas e diretrizes gerais e específicas, com base nas pesquisas efetuadas, e
com a colaboração de outros especialistas de ensino, para assegurar ao sistema educacional conteúdos autênticos e
definidos, em termos de qualidade e rendimento; Orientar o corpo docente no desenvolvimento de suas potencialidades
profissionais, assessorando-o técnica e pedagogicamente, para incentivar-lhe a criatividade, o espírito de autocrítica, o
espírito de equipe e a busca de aperfeiçoamento, Supervisionar a aplicação de currículos, planos e programas,
promovendo a inspeção de unidades escolares, acompanhando e controlando o desempenho dos seus componentes e
zelando pelo cumprimento de normas e diretrizes, para assegurar a regularidade e eficácia do processo educativo;
Avaliar o processo ensino-aprendizado, examinando relatórios ou participando de conselhos de class