A avaliação vem assumindo uma função cada vez mais estratégica na gestão de políticas públicas. O neoliberalismo transcendeu muito as políticas econômicas, resultando em um suporte que transformou a avaliação, antes um momento potencialmente crítico, reflexivo e de ampliação de conhecimento, em um método de gestão e controle privilegiado, que produz quase o exato oposto do que deveria (Souza e Cunha, 2013, p. 657).

Esse quadro pode acabar por estimular:

  • A. a concorrência e a competição como base para os entendimentos do que é qualidade;
  • B. a elaboração coletiva de métricas avaliativas;
  • C. a definição participativa dos interesses dos atores envolvidos;
  • D. as interrogações em relação aos determinantes coletivos que influenciam nos resultados ‘individuais’ de avaliação;
  • E. as perguntas a respeito das finalidades das atividades desenvolvidas.