O uso de defensivos por alguns agricultores é o meio de controle mais usado e considerado como único meio de confiabilidade. Entretanto, o aplicador deve ser treinado para essa tarefa, potencialmente perigosa para a saúde dele e, às vezes, causadora de resíduos tóxicos no alimento e com possibilidade de impacto ambiental negativo. São procedimentos de segurança durante a aplicação de defensivos, EXCETO:
  • A. Uso obrigatório de equipamento de proteção individual (EPI), com o intuito de diminuir o contato entre a calda que está sendo pulverizada e qualquer parte do corpo do operador.
  • B. Após o uso, as embalagens ainda contendo defensivos devem ser guardadas fora do alcance de crianças e animais domésticos, longe da moradia ou de depósitos de alimentos. Quando vazias, devem ser submetidas à tríplice lavagem ou levadas para reciclagem.
  • C. Dar preferência a defensivos eficientes, de maior segurança ao operador. Os inseticidas biológicos são inofensivos ao homem, entretanto, sempre que possível, o técnico deve recomendar formulações que enquadrem nas classes toxicológicas: classes II (tarjeta azul) e classe I (tarjeta verde).
  • D. Evitar a pulverização contra o vento, devendo o operador localizar‐se de modo a impedir que a calda pulverizada atinja qualquer parte do corpo, especialmente, o rosto. Dias de muitos ventos são inapropriados para pulverização, devido à diminuição da eficiência, aumentando, assim, os riscos para o operador.