Alguns sítios e monumentos arqueológicos sempre foram conhecidos (por exemplo, as pirâmides do Egito), outros foram descobertos por acaso (por exemplo, Lascaux, descoberta por escolares durante a 2ª Guerra Mundial) e por leigos (o exército de terracota do 1º imperador da China). Quando não há informações sobre a existência de sítios numa determinada área, o arqueólogo deverá proceder

  • A.

    à prospecção superficial, geofísica ou aérea da área a ser investigada, recorrendo a um reconhecimento superficial total ou por amostragem (oportunística ou probabilística) e à realização de sondagens.

  • B.

    ao levantamento dos sítios existentes na área a ser investigada por meio da realização de poços testes e à escavação de todos os sítios localizados.

  • C.

    à definição de estratégias de escavação de trincheiras na busca das evidências.

  • D.

    à utilização exclusiva de técnicas de amostragem na realização de sondagens sub-superficiais para detectar sítios arqueológicos, pois a maioria das evidências não se encontra visível por meio de percurso de área.

  • E.

    ao levantamento bibliográfico, gráfico e fotográfico da área a ser investigada para o reconhecimento prévio da totalidade dos sítios.