Sustentada nas relações entre a Arqueologia e a Geografia, trata, em princípio, da inclusão da práxis arqueológica em coordenadas espaciais. A propriedade de georreferenciar procedimentos, cenários e sistemas regionais de povoamento confere a ela estatuto ímpar: a competência para tratar de assuntos relacionados com o design da arqueologia em sua dimensão de planejamento, gestão e manejo do patrimônio arqueológico. Por outro lado, também pode ser entendida como a linha de pesquisa que estuda o processo de artificialização do meio ambiente, na perspectiva dos sistemas regionais de povoamento. Seu tema central é a reconstrução dos cenários das ocupações humanas, com foco na dispersão das populações pelo ecúmeno.

Este conceito refere-se à

  • A.

    arqueologia ambiental, subcampo gerado na interface arqueologia / biociências, focado nas questões envolvendo o meio ambiente biótico.

  • B.

    arqueologia da paisagem, subcampo que converge para duas dimensões: a matriz ambiental natural e o ambiente modificado.

  • C.

    geoarqueologia, subcampo gerado na interface arqueologia / ciências da terra, focado nas questões envolvendo o meio ambiente físico.

  • D.

    arqueologia geográfica, subcampo que converge para o estudo das relações homem / meio conforme as teorias e modelos preconizados pela geografia.

  • E.

    perspectiva arqueológica da geografia histórica, por focar o paleopovoamento e dispersão humana pelos continentes por meio das evidências arqueológicas.