Sobre as considerações de Françoise Choay (2005), a respeito de John Ruskin, é correto afirmar que

  • A. Ruskin elogiava a repetição de padrões nas fachadas das edificações, numa defesa da ideia de “uniformidade” ornamental como qualidade visual atrativa.
  • B. Ruskin defendia uma concepção de cidade configurada como “uma coleção de unidades”, numa visão que priorizava a simetria e a padronização das formas urbanas em detrimento da diversidade.
  • C. Ruskin preconizava uma concepção de cidade como “espetáculo mais atraente que a paisagem”: o olhar devia ser mais atraído pelas “ruas da própria cidade” do que pela paisagem externa circundante.
  • D. Para Ruskin, o interesse das cidades mais bonitas, na Itália e na França, provinha “da riqueza isolada de seus palácios”, uma vez que a “decoração das habitações” possuía muito pouca ou nenhuma expressividade.
  • E. Embora reconhecesse o valor das edificações históricas significativas, Ruskin defendia as grandes transformações em prol da racionalização dos espaços urbanos. Acreditava que a regularidade do traçado, aliada a uma rede estruturada de grandes alamedas poderia consistir no principal motivo de orgulho de uma cidade.