Baseando-se em Huizinga, que mostrou o papel fundamental do elemento lúdico, o processo de criação em arte pode ser concebido como jogo, o que vale dizer que ele é

  • a.

    afetado pelas incertezas das condutas, mas igualmente submetida a uma certa ordem de convenções, regularidade e indeterminação que garantem a riqueza e solidez da criação.

  • b.

    gerado pelas necessidades emocionais e baseia-se num meticuloso código de regras, absolutamente obrigatórias, que determinam a sofisticação e o requinte da criação.

  • c.

    um processo cultural que pode ser visto como uma brincadeira solitária que se desenvolve espontaneamente através do domínio e cumprimento de formas e regras artísticas que permitem a riqueza e a solidez da criação.

  • d.

    movido pelo repertório pessoal do indivíduo criador e é limitado pelo rigor das regras estéticas que se impõe constantemente impedindo a alteração para não estragar o resultado final da criação.

  • e.

    um pensamento que diferencia-se das atividades humanas sérias, mas que permite o exercício da liberdade pelo afastamento do mundo e recusa das normas habituais em busca da expressividade e da beleza.