A crítica ao teatro feita por Émile Zola e André Antoine é reconhecida como uma ruptura na história do teatro e da encenação, abrindo o campo para uma série de experimentações e inovações nas décadas seguintes. A alternativa que caracteriza corretamente uma inovação na história da encenação ao longo do século XX é:
  • A. o teatro de Antoine substituiu a presença do ator pela da marionete, no intuito de sublinhar o realismo do texto, em detrimento da interpretação do ator;
  • B. a materialidade da representação, que busca imitar o mundo dos objetos e do meio social, é uma marca do teatro simbolista de Edward Gordon Craig;
  • C. para Antonin Artaud, a encenação só adquire sentido como arma histórica e política, útil para reconhecer as contradições do mundo e, com isso, transformá-lo;
  • D. a encenação para Bertold Brecht é a oportunidade criar uma metafísica do teatro como arte independente e autônoma, diferente dos meios de expressão escritos;
  • E. nos anos 1960, a encenação foi ressignificada de várias maneiras, expressando-se como happening ou performance, como o testemunha a obra de Joseph Beuys.