Barack Obama anunciou mudanças na atuação da NSA no final de 2015. No entanto, em discurso, ele disse por vários momentos que o país não irá se desculpar por fazer “o que serviços de inteligência de qualquer outra nação faz”. Foi enfático ao afirmar: “Nós não vamos nos desculpar simplesmente porque nossos serviços podem ser mais eficazes, mas chefes de Estado e governo com quem trabalhamos, e de cuja cooperação dependemos, podem se sentir confiantes de que estamos tratando‐os como verdadeiros parceiros”. O presidente dos Estados Unidos estava se referindo especificamente a
  • A. vazamento de documentos de transações comerciais internacionais dos Estados Unidos com várias nações aliadas, efetuadas pelo site Wikileaks, de Julian Assange, expondo ao mundo acordos considerados impróprios às regulações existentes para relações comerciais internacionais.
  • B. crise diplomática que se procedeu com diversos países aliados depois que o ex‐técnico de informática da NSA Edward Snowden vazou documentos sobre a espionagem norte‐americana, revelando que líderes mundiais foram monitorados, como a presidenta Dilma Rousseff e a chanceler alemã Angela Merkel.
  • C. ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 e da Maratona de Boston de 2013 que expuseram ao mundo a fragilidade do serviço secreto norte‐americano, incapaz de prever ações que foram articuladas e desenvolvidas no país, por cidadãos árabes envolvidos em ações terroristas em outras nações do planeta.
  • D. derrota efetuada pelo Brasil contra os Estados Unidos na Organização Mundial do Comércio – OMC – onde o governo brasileiro comprovou que detinha razão ao acusar o governo norte‐americano de subsidiar o algodão interno promovendo uma disputa externa desigual, gerando por parte da presidenta Dilma Rousseff um pedido de retratação ao governo norte‐americano por fazer uso de tal medida.