Para Almeida Junior (2003), diferenciando-se das bibliotecas públicas, adjetivadas de tradicionais, no final dos anos 1960 e início dos 1970, surgiram várias propostas de bibliotecas, de espaços informacionais, que pretendiam atuar de maneira diversa das bibliotecas públicas, advogando e defendendo novas posturas e concepções de mediação da informação. Por serem de vários tipos e formas, resolveu-se denominá-las bibliotecas:
  • A. híbridas;
  • B. compartilhadas;
  • C. inclusivas;
  • D. alternativas;
  • E. comunitárias.