A arquitetura RAID de tolerância a falhas segue um princípio simples que, utilizando uma combinação de um conjunto de discos, um administrador poderá montar uma estratégia que permitirá gravar dados com redundância para prover tolerância a falhas a um servidor. Existem 6 (seis) níveis desta arquitetura e com relação a eles é correto afirmar que

  • A.

    no RAID Nível 1, também conhecido como "espelhamento", os dados são divididos em bytes entre múltiplos discos e a paridade é gravada em um disco em separado.

  • B.

    no RAID Nível 2 a paridade é distribuída entre os discos disponíveis. O nível 2 aumenta a velocidade em gravações pequenas, uma vez que não há um disco separado de paridade como gargalo.

  • C.

    como no nível 1, o nível 4 divide os dados entre dois discos, não utiliza paridade, apresenta um nível de leitura comparável ao nível 0, tornando mais lenta a gravação randômica.

  • D.

    no RAID Nível 0, também conhecido como striping, os dados são divididos entre diversos discos disponíveis, oferecendo alta performance de transferência de dados, sem oferecer redundância. A perda de dados irá acontecer quando houver falha em algum disco.

  • E.

    o nível 5 divide os dados em "blocos" entre múltiplos discos. A paridade é gravada em um disco separado. Os níveis de leitura são comparáveis ao nível 0; entretanto, a gravação requer que a paridade seja atualizada a cada vez que ocorrer alguma gravação, tornando mais lenta a gravação randômica.