Medicina Especialidade Cardiologia

Conforme a I Diretriz Brasileira de Cardio-Oncologia da SBC, é CORRETO afirmar que:

  • A.

    Uma definição padronizada de cardiotoxicidade é essencial para fins assistenciais e de pesquisa na população portadora de neoplasia em tratamento quimioterápico. Nas últimas duas décadas, as definições de cardiotoxicidade dos ensaios clínicos de oncologia são baseadas nas medidas do índice cardiotorácico (ICT) no raio x de tórax PA.

  • B.

    Doenças cardiovasculares prévias como hipertensão arterial, doença coronária não são consideradas fatores de risco para o desenvolvimento de cardiotoxicidade em pacientes com uso de antraciclinas (quimioterápico).

  • C.

    São manifestações de cardiotoxicidade que podem ser desencadeadas com a utilização de alguns quimioterápicos em oncologia: insuficiência cardíaca, arritmias ventriculares e supraventriculares, isquemia miocárdica aguda com ou sem supra de seguimento ST, disfunção ventricular esquerda assintomática, hipertensão arterial sistêmica e doença pericárdica.

  • D.

    São manifestações de cardiotoxicidade que podem ser desencadeadas com a utilização de alguns quimioterápicos em oncologia: insuficiência cardíaca, arritmias ventriculares e supraventriculares, isquemia miocárdica aguda com ou sem supra de seguimento ST, disfunção ventricular esquerda assintomática, hipertensão arterial sistêmica e doença pericárdica.

  • E.

    Os inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) são ineficazes no contexto de cardiotoxicidade por atuarem somente no remodelamento ventricular e no antagonismo neuro-humoral da insuficiência cardíaca não cardiotóxica e está formalmente contraindicado em pacientes com câncer de pulmão pelo risco de tosse.